A vice-coordenadora nacional do Fonasc, Thereza Christina Castro e mais outros membros dos Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos (Conerh) e de Meio Ambiente (Consema) estiveram reunidos nesta semana com o futuro secretário de Meio Ambiente, Marcelo Coelho. Na pauta da visita de cortesia ao novo gestor da SEMA, foram discutidas as políticas de ambos os Conselhos e as ações que podem ser implementadas para o avanço na gestão das águas e do meio ambiente do Maranhão.
A conselheira Thereza Christina ressaltou a importância dos conselhos e de como todos podem colaborar com as políticas de recursos hídricos e de meio ambiente. “Somos todos pares na gestão dessas políticas e os conselheiros precisam ter cada vez mais consciência de suas atribuições. Esperamos avançar em ambas as políticas pelos próximos anos”, disse.
Os demais conselheiros presentes falaram um pouco das dificuldades encontradas na condução de ambos os conselhos e na gestão da política de meio ambiente no Maranhão. Falou-se na falta de fiscalização, o que acarreta, por exemplo, no funcionamento de serrarias em áreas de proteção permanente (APA) na região de Maracaçume; da burocratização que causa entrave nos processos; nas falhas de comunicação entre a secretaria executiva dos dois conselhos e seus membros, seja por ato de convocatória e até condução dos trabalhos, dentre outros.
O futuro secretário falou de sua preocupação com o assoreamento dos rios, principalmente o da bacia do rio Itapecuru e também sobre a questão do trabalho de zoneamento que deve ser feito. Ele disse ainda que uma de suas primeiras missões oficiais será uma visita ao rio Itapecuru, pois ele acredita que a secretaria de Meio Ambiente precisa fazer um trabalho de educação e de valorização, chamando a todos da sociedade para cuidarem deste maior bem que são as águas dos rios.
Estiveram presentes os conselheiros Manoel Araújo do Clube de Mães Santa Luzia, Lucas Monteiro do Centro Educacional e Assistencial Aliança, Ronald Almeida do Centro de Consciência Negra de Pedreiras e Médio Mearim e Francisco Pereira, do Instituto Nacional de Políticas Públicas (INPP).
