Parceria entre o Fonasc e AIESEC

Dois estudantes de estrangeiros, Carlotta Montana (da Itália) e William Rodriguez (da Colômbia), estão trabalhando no FONASC. CBH , em São Luís, com o objetivo de dar visibilidade a Entidade a nível internacional. A ONG pretende abrir frentes para novas parcerias e a vinda dos jovens que são formados em jornalismo e relações internacionais poderá potencializar tais ações.

Segundo a vice-coordenadora nacional do Fonasc.CBH, Thereza Christina Pereira Castro, para a entidade está sendo muito importante receber só jovens. Para o Fonasc.CBH estásendo uma experiência muito rica e inovadora no tocante a possibilitar jovens de outros países a conhecerem a realidade das águas do nosso pais, assim como possibilitar a eles um crescimento profissional a partir de competências pessoais ,troca de conhecimentos vivências em São Luís – uma cidade patrimônio da humanidade.

O intercâmbio foi viabilizado através da parceria do Fonasc com a AIESEC (Associação Internacional dos Estudantes de Ciências Econômicas), ONG parceira do Fonasc, entidade sem fins lucrativos que possibilita aos jovens um experiência integrada no desenvolvimento de competências pessoais e profissionais a partir de vivência internacional, troca de conhecimentos, valorização da diversidade e gestão de equipes.

“Escolhi o Brasil para o meu intercambio porque queria ir para um país que não estivesse tão longe da Colômbia e que também tivesse uma língua diferente, que eu poderia aprender”, disse William, que está no Brasil desde o início de setembro. Segundo ele, através da AIESEC foi possível fazer uma pesquisa de características que se encaixam em seu perfil e expectativas. “ Decidi escolher
São Luís, pois é uma cidade cheia de história e lugares para conhecer. Além disso, decidi trabalhar com FONASC porque eu deveria executar atividades que correspondem ao meu perfil, e acima de tudo porque sou uma pessoa que está consciente dos problemas ambientais do mundo e muito aprecio o trabalho que faz Fonasc pela gestão das águas e do meio ambiente, informou.

Segundo o jovem a experiência de estar no Brasil está sendo única. “ Quando você está longe de casa tudo é estranho. Mas, ao mesmo tempo, o Brasil é um país com uma cultura tão grande, com pessoas agradáveis e receptivas e isso faz com que a experiência de aprendizagem seja única, já que vôce pode saber muitas coisas novas, mudar a perspectiva e voltar para casa com novos conhecimentos, mas não antes de impactar positivamente a sociedade”, finalizou.

Sem choque cultural

Quando foi escolher fazer o estágio, a estudante italiana Carlota Montana disse que o primeiro desejo era ir em um lugar muito diferente da sua cidade natal, nos aspectos culturais, língua, paisagens, o modo de viver. “Então eu procurei em Myaiesec Sistema e encontrei muitas férias no Brasil e alguns deles em São Luís. Procurei alguma informação sobre esta cidade, e descobri que é bastante segura, mais do que em outras cidades brasileiras (como Rio), para se fazer um estágio sozinho na outra parte do mundo. Nos meses seguintes eu falava muito com as pessoas de São Luís e eu realmente gostei deles assim que eu decidi ter meu intercâmbio aqui”, conta. Carlota chegou em São Luís há poucos dias, e desde então tem gostado de tudo. “Eu trabalho na minha comissão AIESEC local, por isso sei que às vezes pode acontecer que um estagiário não ter sempre sorte na escolha da família, pessoas, choque cultural, a solidão, etc. Mas na minha opinião tudo que tenho vivido nesta cidade até agora tem sido muito especial! “Eu  tenho a melhor família do que nunca, as pessoas aqui são bondosas e gentis comigo, eu não tive nenhum choque cultural e uma Eu nunca sinto sozinha! Tenho certeza de que essa experiência vai me ensinar muitas coisas sobre mim, a vida e diversidade”,  concluiu.

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