FONASC CNRH – PARTICIPAÇÃO NA 57ª REUNIÃO DA CTEM PROPÕE RESTAURAR VERDEIRO SENTIDO DA EDUCACAO AMBIENTAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL PARA GESTÃO DOS RIOS BRASILEIROS – UM DESAFIO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS E DA SOCIEDADE DENTRO DA POLITICA DAS AGUAS.
O tema Capacitação e mobilização social no Âmbito da politica Pública das águas tem sido historicamente desvirtuado e as questões pertinentes a uma maior participação critica e cidadã dos membros do SINGREH e da sociedade em geral, tem sido obstruída pelo corporativismo de parte dos representantes do segmento do setor publico, sobretudo os do estado de S.Paulo, que adotam uma conduta de APARELHAR o CNRH e A CETEM -CAMARÁ TÉCNICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL PARA transforma-la numa AGENCIA DE EVENTOS, obstruindo possibilidades de criar-se competências POLITIZADAS nas instancias de gestão DAS ÁGUAS NO PAÍS E PIOR AINDA IMPEDINDO O PROTAGONISMO de cidadãos e movimentos com propostas mais incisivas para mudar o atual estado de esvaziamento do CNRH e da própria politica de recursos hídricos do país .
Sabemos que a “informação”quando integrada com a mobilização social no âmbito dos programas de educação ambiental para gestão de recursos hídricos pode ser importante elemento de mudança social mas seu processo de institucionalização deve amparar-se em cuidados para que tal processo não se torne uma instrumentalização de grupos fundado em discursos oficiais e centralistas sem reforçar valores da cidadania e eficiência na gestão da coisa publica.
Nessa reunião da CTEM houve a aprovação de ata da 56ª reunião; a eleição para presidência da CTEM (1º/7/2015 a 30/6/2016); e nao foi sem proposito que a coordenação do FONASC através do Prof. JOAO CLIMACO e a Sra Vice Coordenadora nacional do Fonasc, Thereza Christina Pereira Castro colocaram mais uma vez nosso projeto mais consequente, com propostas mais coerentes para concorrer contra esses grupos de interesses que se aboletaram na Câmara Técnica de Educação, Capacitação, Mobilização Social e Informação em Recursos Hídricos – CTEM. e que, durante a essa 57ª reunião , esses grupos novamente se candidataram mais uma vez para eternizar essa forma de escamoteação de assuntos tao sérios que a EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL possibilita e, pelo visto, nosso esforço serviu mais uma vez para que, através desse processo eleitoral de eleição da presidência da CTEM pudêssemos desnudar para os presentes o biombo onde se situa grupos que se esbalda em promoções de eventos com dinheiro publico sem a devida contra prestação de contas a sociedade em nome de uma questão tal seria.
A reunião foi realizada no dia 23 de julho, em Brasília/DF, sendo dia 22 para pauta específica do Grupo de trabalho “Capacitação e Comunicação que tratará do 4º Encontro Formativo de Educação Ambiental em Recursos Hídricos e no debate sobre esse evento pareceu-nos que surtiu efeito nossos esforços junto as instancias do MMA para que cancele e pare de dotar recursos publico para esse tipo de conduta perpetrada por membros dessa Câmara que não incorpora nas suas condutas e analises, o sentido avançado da importância da educação e mobilização social para gestão das águas , vulgarizando esse tema dentro de uma agenda de eventos desprovidos de posicionamentos políticos consequentes para melhoria da governança das águas do pais.
Também foram feito informes sobre a revisão do Plano Nacional de Recursos Hídricos, por representante da SRHU/MMA; informe da Coordenação de Comunicação Integrada do SINGREH (Ciágua), por representante da SRHU/MMA e nas discussões sobre o 4º Encontro Formativo de Educação Ambiental em Recursos Hídricos o FONASC apontou equívocos que acompanha a proposta dentre eles a proposta que tentava OFICIALIZAR o evento como uma unica proposta de organização da discussão sobre educação ambiental e mobilização social para gestão das águas a nível nacional e UNGIDA pelo estado brasileiro através do CNRH, ferindo frontalmente o principio constitucional DA impessoalidade QUE DEVE REGER as relações entre os agentes públicos e a sociedade civil. Por fim não foi colocado na pauta a apresentação a CT das metodologias aplicadas pelo FONASC no país como prova de que ÖUTRO MUNDO É POSSIVEL”, no que foi entendido como mais uma proposital insensibilidade da direção e relatoria dessa Câmara a tudo que seja feito nessa temática que não seja proposto pelos amigos daqueles agentes públicos que apoiam a forma de condução da CTEM e sua instrumentalização como AGENCIA DE EVENTOS.
Esses personagens, num processo de radicalização continuado e fundado na não aceitação do protagonismo propositivo e politizado das ONGs Conselheiras no CNRH ainda se posam de vitimas e com suas motivações não explicitadas propuseram o acionamento de uma comissão de etica contra os membros da representação das ONGs . A representação do FONASC se coloca POLITICAMENTE nessa CT assim como as nas outras e nao perdera a oportunidade de desnudar ainda mais esses comportamentos sectários dos agentes públicos coordenadores dessa CT.
