MINAS GERAIS – REPRESENTAÇÃO DO FONASC TOMA POSSE NO CBH PARAOPEBA E EVIDENCIA ATITULDE COMPROMETEDORA DOS AGENTES PÚBLICO NA CONDUÇÃO DA ELEIÇÃO DO CBH

O Comitê da Bacia Hidrográfica (CBH) do Rio Paraopeba elegeu sua nova diretoria dentre os seus membros que participaram do processo eleitoral de renovação de seus quadros para o mandato entre 2013 e 2017.

A posse e a eleição da nova diretoria aconteceu no ultimo dia 30 de Novembro nas instalações do Museu Ihontim na cidade de Brumadinho MG. Além das dos representantes das entidades parceiras do FONASC que compuseram o segmento das organizações civis NESSE COLEGIADO estiveram presente nosso companheiro CLERVESON VIDIGAL que doravante representará o FONASC no mesmo.

INFELISMENTE , A formação da composição da diretoria foi marcada pela conduta irresponsável e comprometedora dos representantes do segmento USUÁRIOS E PRINCIPALMENTE DOS AGENTES PÚBLICOS REPRESENTANTES DO GOVERNO DO ESTADO E PREFEITUREAS. COUBE A REPRESETNANTE DO IGAM NA CONDUÇÃO DOS TRABALHOS AGIR ACOINTOSAMENTE PARA COMPROMETER A LISURA DO PROCESSO ELEITORAL NA MEDIDA QUE MANOBROU OSTENSIVAMENTE PARA QUE NÃO SE LEVASSE ADIANTE O PLEITO DAS ONGS DE INDICAR UM MEBRO PARA COMPOR A DIRiTorIA DO CBH CONSESUADO ENTRE O PRPÓPRIO SEGMENTO.

A SITUAÇÃO REDUNDOU NO FATO DE QUE O REPRESENTANTE DAS ONGS DENTRO DA DIRETORIA DO CBH, APOIADO PELOS USUÁRIOS E O GOVERNO, NÃO FOI ACEITO E ELEITO PELOS MEMBROS DO FONASC E DEMAIS ONGS PRESENTE, O QUE LEVOU A TODO O SEGMENTO OPTAR POR NÃO LEGITIMAR a indicação da chapa rechaçando TAIS CONDUTAS não votando no candidato das ONGs indicados na chapa apoiada pelo Governo e Usuários .APONTOU ainda COMPORTAMENTO DESVIANTE DOS AGENTES PÚBLICOS DO IGAM NESSE PROCESSO já que eles assumem claramente comportamento resistente ao protagonismo de entidades independentes para tomada de decisão sobreo RIO PARAOPEBA. tal CONDUTA SE VERIFICOU TAMBÉM DURANTE O PROCESSO ELEITORAL DA ELEIÇÃO DOS MEMBROS DAS ONGS nessse cbh CONFORME PUBLICADO NESTER BLOG EM https://fonasc-cbh.org.br/?p=8228

O FONASC acompanha de maneira independente e cidadã a gestão desse CBH a muito tempo, constatando infelizmente que sua gestão é fortemente marcada pela hegemonia do segmento usuário e governo que adotam esse tipo de conduta.

O RIO PARAOBEBA Seu nome é de origem tupi e significa “rio do peixe achatado”1 , através da junção dos termos pirá (peixe), peba (achatado) e ‘y (rio)2 .

Sua nascente está localizada ao sul no município de Cristiano Otoni e sua foz está na represa de Três Marias, no município de Felixlândia, ambos em Minas Gerais. A extensão do rio é de 510 km e sua bacia cobre 13 643 km² e 35 municípios3 . Seus principais afluentes são o Rio Macaúbas, o Rio Betim, o Rio Camapuã e o Rio Manso.

Um dos principais tributários do alto rio São Francisco, o rio Paraopeba nasce no município de Cristiano Otoni e deságua na represa de Três Marias depois de percorrer centenas de km. No município de Juatuba, em seu médio curso, há uma barreira artificial para a migração reprodutiva dos peixes: a barragem da Usina Térmica de Igarapé. Em 1994, foi construída a Escada Experimental para Peixes do Rio Paraopeba para possibilitar os peixes galgarem a barragem. Estudos iniciados antes da construção da escada e que ainda estão em andamento, com coletas de peixes em dez pontos ao longo do rio, revelaram a presença de pelo menos 86 espécies de peixes, das quais 9 encontram-se no rol das espécies presumivelmente ameaçadas de Minas Gerais.

A etapa de monitoramento, iniciada logo após a conclusão da escada revelou o aumento das capturas a montante da barragem, principalmente de mandis (Pimelodus maculatus) e curimatás-pioa (Prochilodus affinis), indícios fortes da eficiência da mesma. Com a utilização da técnica de marcação e recaptura, ficou constatada a passagem de peixes pela escada, em especial as curimatás-pioa.