FONASC-DENUNCIA – empresa canadense Belo Sun quer instalar o maior projeto de mineração de ouro do Brasil ao lado da usina de Belo Monte, no mesmo lugar onde o rio terá grande redução de água em razão da hidrelétrica, a Volta Grande do Xingu.A matemática da relação custo benefício e Investimento retorno não batia ..agora bate…
Isso é um dos absurdos que está por trás da construção da usina de Belo Monte…
E nÃO FOI A TOA QUE A REPRESENAÇÃO DOS MOV SOCIAIS DO FONASC
NO CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS INSISTIU DURAMENTE PARA
EXPLICAREM POR QUE O REGIME DE URGENCIA COM QUE O STAFF DO MMA E
REPRESETNANTES DOS USUÁRIOS DE ÁGUA INSISTIA EM APROVAR A
Resolução nº 129, de 29 de junho de 2011 a toque de caixa…
(Resolução que Estabelece diretrizes gerais para a definição
de vazões mínimas remanescentes.) que facilitou tal operação .
Vergonha para o país essa burocracia impatrótica e negligente com o país e
a sociedade. Veja relato da plenária do dia 29 de Junho de 2011 –
Ficou claro a insistencia para que se aprovasse uma resolução
que viabilizou a área disponível para essa
operação mostrando a quantidade de interesses que permeia a ação
dos represetnantes do Estado e dos interesses do Capital no CNRH
A matemática da relação custo benefício Investimento retorno de Belo Monte
não batia ..agora bate…
para quem?
www.avaaz.org
A Secretaria de Meio Ambiente do Pará (SEMA/PA) está prestes a liberar a licença ambiental do projeto
e o Ibama considera não ter responsabilidade sobre o empreendimento, apesar da atividade ser de
alto impacto e de afetar terras indígenas.
O problema é que para explorar o ouro o projeto terá que utilizar materiais altamente tóxicos e
formar uma imensa montanha de materiais quimicamente ativos que deverá ficar às margens do
Xingu para sempre. Além disso, a SEMA/PA dispensou estudos de impacto sobre os povos
indígenas e ignora que as profundas transformações que Belo Monte está para causar no
rio e na vida das populações da região impedem uma previsão correta dos impactos do projeto de mineração.
Portanto, a avaliação de impacto ambiental realizada até o momento é
totalmente insuficiente para fundamentar qualquer licença.
Pedimos ao Governo do Pará que não dê a licença ambiental ao projeto!
#BeloSunNao #StopBeloSun
Leia a carta pública das organizações da sociedade civil: http://isa.to/17cFYmS
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The Canadian mining company Belo Sun seeks to build the largest gold mine in Brazil directly adjacent to the Belo Monte dam, exactly where the Xingu River will dry after its flow is diverted by the dam, the region known as “Volta Grande do Xingu”. The mega-mine would be only 10 km from two indigenous territories and close to an area of indigenous peoples living in voluntary isolation, threatening serious an irreversible impacts on these communities.
The Secretary of the Environment of Pará State (SEMA / PA) plans to imminently approve Belo Sun’s environmental permit while Brazil’s federal environmental agency IBAMA considers this project to not be its responsibility, despite the serious environmental threat the project portends for indigenous peoples and the region’s ecosystem.
In order to exploit this Amazonian gold, the Belo Sun will need to employ highly toxic materials like cyanide and will produce a huge mountain of toxic waste that will be discarded and remain forever on the banks of the Xingu River. The SEMA / PA impact studies dismissed the mine’s impacts on indigenous peoples and ignored the mine’s interaction with the profound transformations that the Belo Monte dam will cause the Xingu River and the life of the peoples of the region. Therefore, the environmental impact assessment carried out to date is entirely insufficient to substantiate any license.
We strongly urge that the Government of Pará does not approve Belo Sun’s environmental license!
Read the public sign-on letter from organizations worldwide: http://isa.to/1fXsZil
#StopBeloSun #BeloSunNao

