Desde a 6ª Reunião do Grupo de Trabalho do Plano de Bacia do Rio Paraguai (GAP), a representante do Fonasc.CBH dentro do GAP, Débora Calheiros assim como outros representantes da sociedade civil organizada dento do colegiado de recursos hídricos no MS tem feito inúmeras solicitações e muitas sem respostas do atual coordenador do GAP e representante da SEMADE no CEHIDRO.

Dentre elas está a ausência de representações nas reuniões do GAP sem justificativas; na próxima reunião do CEHIDRO-MS os nomes já indicados pelos próprios segmentos como representantes dos pescadores e da agricultura familiar no GAP sejam devidamente apreciados e informados ao GAP; que este mesmo processo ocorra com o CERH-MT; apresentação na próxima reunião do GAP informações da parte da ANA sobre a realização de uma Nota Técnica sobre conflitos socioambientais na BAP, bem como sobre informações levantadas sobre as comunidades e povos tradicionais da região.

“Solicito que seja incluído na Ata da 8a reunião nossa fala sobre a necessidade de aprofundar as informações na Nota Técnica sobre Qualidade de Água subterrânea e superficial, quanto a metais pesados e agrotóxicos, bem como a necessidade de uma nota técnica em geomorgologia da BAP, em especial, geomorfologia fluvial. Peço novamente que conste em Ata a minha fala sobre a necessidade de convite ao MPF-MS para a participação na próxima reunião em Corumbá para atualizar as informações sobre a ACP que solicita à justiça federal a suspensão dos empreendimentos hidrelétricos, bem como ao Prof. Dr. Angelo Agostinho do NUPELIA/UEM, especialista em impactos das hidrelétricas na produção pesqueira na bacia do rio Paraná”, diz Débora Calheiros em documento direcionado ao coordenador do GAP.

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