{"id":8042,"date":"2013-04-24T11:33:01","date_gmt":"2013-04-24T11:33:01","guid":{"rendered":"http:\/\/fonasc-cbh.org.br\/?p=8042"},"modified":"2013-05-21T15:39:58","modified_gmt":"2013-05-21T15:39:58","slug":"fonasc-cbh-e-movimentos-sociais-do-pantanal-apoia-apresentacao-no-seminario-promovido-pela-srhu-dia-06-e-07-em-brasilisobre-projeto-para-construcao-de-mais-de-87-pequenas-centrais-hidroeletricas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/?p=8042","title":{"rendered":"FONASC-CBH E MOVIMENTOS  SOCIAIS DO PANTANAL   APRESENTA SITUA\u00c7\u00c3O DA GEST\u00c3O DA BACIA TRANSFRONTEIRI\u00c7A DO RIO PARAGUAI NA oficina de trabalho sobre Gest\u00e3o de Recursos H\u00eddricos em \u00c1reas de Fronteira, dias 6 e 7 de maio de 2013, em Bras\u00edlia\/DF"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">A proposi\u00e7\u00e3o de <\/span><em><span style=\"font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;\">diretrizes para gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos fronteiri\u00e7os e transfronteiri\u00e7os <\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: small;\">\u00e9 uma das principais atribui\u00e7\u00f5es desta C\u00e2mara T\u00e9cnica Gest\u00e3o de Recursos H\u00eddricos Transfronteiri\u00e7os do Conselho Nacional de Recursos H\u00eddricos \u2013 CTGRHT\/CNRH e aprofundar o conhecimento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s diversas iniciativas e experi\u00eancias locais de gest\u00e3o transfronteiri\u00e7a existentes \u00e9 central para o desenvolvimento dos trabalhos desta C\u00e2mara T\u00e9cnica. <\/span>Neste sentido, a srhu EST\u00c1 convidando\u00a0horia para participar da oficina de trabalho sobre <strong><em><span style=\"font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;\">Gest\u00e3o de Recursos H\u00eddricos em \u00c1reas de Fronteira<\/span><\/span><\/em><\/strong><em><span style=\"font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;\">, <\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: small;\">nos pr\u00f3ximos <\/span><strong><span style=\"font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;\">dias 6 e 7 de maio de 2013, em Bras\u00edlia\/DF<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: small;\">, no Audit\u00f3rio da Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas \u2013 ANA, localizado no <\/span><em><span style=\"font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;\">Setor Policial, \u00e1rea 5, Quadra 3, Bloco &#8220;L&#8221;, Bras\u00edlia-DF<\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: small;\">, conforme programa\u00e7\u00e3o anexa. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ass vagas s\u00e3o limitadas, portanto solicitamos a confirma\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o por meio do preenchimento e devolu\u00e7\u00e3o da ficha de inscri\u00e7\u00e3o anexa para e-DE mail\u00a0;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 adriana<a href=\"mailto:.lustosa@mma.gov.br\">.lustosa@mma.gov.br<\/a>, at\u00e9 o pr\u00f3ximo dia <strong><span style=\"font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;\">25 de abril (quinta-feira)<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: small;\">,\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">O FONASC participar\u00e1 da oficina com apresenta\u00e7\u00e3o sobre nossa atua\u00e7\u00e3o\u00a0 NA REGI\u00c3O ATRAVES DE REDES CONGENERES\u00a0\u00a0\u00a0NO PLANEJAMENTO E EXECU\u00c7\u00c3O DE PROGAMAS DE CAPACITA\u00c7\u00c3O MOBILIZA\u00c7\u00c3O SOCIAL FREnTE A QUEST\u00c3O DE\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Projeto para constru\u00e7\u00e3o de mais 87 pequenas centrais hidrel\u00e9tricas na bacia do Alto Paraguai <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: small;\">VEJA ABAIXO\u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/wp-content\/uploads\/pantanal11.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-8047\" title=\"pantanal1\" src=\"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/wp-content\/uploads\/pantanal11.jpg\" alt=\"\" width=\"497\" height=\"160\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Hidrel\u00e9tricas podem afetar sistema hidrol\u00f3gico do Pantanal Publicado em abril<\/p>\n<p>Projeto para constru\u00e7\u00e3o de mais 87 pequenas centrais hidrel\u00e9tricas na bacia do Alto Paraguai pode afetar conectividade da \u00e1rea de planalto com a de plan\u00edcie do bioma pantaneiro e dificultar fluxo migrat\u00f3rio de peixes e outras esp\u00e9cies aqu\u00e1ticas, alertam pesquisadores. O projeto de constru\u00e7\u00e3o de mais 87 Pequenas Centrais Hidrel\u00e9tricas (PCHs) na Bacia do Alto Paraguai, em discuss\u00e3o atualmente, pode afetar a conectividade do planalto \u2013 onde nasce o Rio Paraguai e seus afluentes \u2013 e a plan\u00edcie inundada do Pantanal \u2013 por onde as \u00e1guas desses rios escoam \u2013, dificultando o fluxo migrat\u00f3rio de peixes e outras esp\u00e9cies aqu\u00e1ticas e semiaqu\u00e1ticas pelo sistema hidrol\u00f3gico. O alerta foi feito por pesquisadores durante o terceiro evento do Ciclo de Confer\u00eancias 2013 do BIOTA Educa\u00e7\u00e3o, que teve como tema o Pantanal. O evento foi realizado pelo programa BIOTA-FAPESP no dia 18 de abril, na sede da FAPESP. De acordo com Jos\u00e9 Sabino, professor da Universidade Anhanguera-Uniderp, o impacto das PCHs j\u00e1 existentes na regi\u00e3o da Bacia do Alto Paraguai n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o grandes porque, em geral, baseiam-se em uma tecnologia denominada \u201ca fio d\u2019\u00e1gua\u201d \u2013 que dispensa a necessidade de manter grandes reservat\u00f3rios de \u00e1gua. A somat\u00f3ria das cerca de 30 PCHs existentes com as 87 planejadas, no entanto, pode impactar a hidrologia e a conectividade das \u00e1guas do planalto e da plan\u00edcie da Bacia do Alto Paraguai e dificultar processos migrat\u00f3rios de esp\u00e9cies de peixes do Pantanal, alertou o especialista. \u201cA cria\u00e7\u00e3o dessas PCHs pode causar a quebra de conectividade hidrol\u00f3gica de popula\u00e7\u00f5es e de processos migrat\u00f3rios reprodutivos, como a piracema, de algumas esp\u00e9cies de peixes\u201d, disse Sabino. Durante a piracema, o per\u00edodo de procria\u00e7\u00e3o que antecede as chuvas do ver\u00e3o, algumas esp\u00e9cies de peixes, como o curimbat\u00e1 (Prochilodus lineatus) e o dourado (Salminus brasiliensis), sobem os rios at\u00e9 as nascentes para desovar. Se o acesso \u00e0s cabeceiras dos rios for interrompido por algum obst\u00e1culo, como uma PCH, a piracema pode ser dificultada. \u201cA constru\u00e7\u00e3o de mais PCHs na regi\u00e3o do Pantanal pode ter uma influ\u00eancia sist\u00eamica sobre o canal porque, al\u00e9m de mudar o funcionamento hidrol\u00f3gico, tamb\u00e9m deve alterar a for\u00e7a da carga de nutrientes carregada pelas \u00e1guas das nascentes dos rios no planalto que entram na plan\u00edcie pantaneira\u201d, disse Walfrido Moraes Tomas, pesquisador do Centro de Pesquisa Agropecu\u00e1ria do Pantanal (CPAP) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa), no Mato Grosso do Sul, palestrante na confer\u00eancia na FAPESP. \u201cIsso tamb\u00e9m poder\u00e1 ter impactos nos h\u00e1bitats de esp\u00e9cies aqu\u00e1ticas ou semiaqu\u00e1ticas\u201d, reiterou Tomas. De acordo com o pesquisador, o Pantanal \u00e9 uma das \u00e1reas \u00famidas mais ricas em esp\u00e9cies do mundo, distribu\u00eddas de forma abundante, mas n\u00e3o homog\u00eanea, pela plan\u00edcie pantaneira. Alguns dos \u00faltimos levantamentos de esp\u00e9cies apontaram que o bioma possui 269 esp\u00e9cies de peixes, 44 de anf\u00edbios, 127 de r\u00e9pteis, 582 de aves e 152 de mam\u00edferos. S\u00e3o necess\u00e1rios, no entanto, mais invent\u00e1rios de esp\u00e9cies para preencher lacunas cr\u00edticas de conhecimento sobre outros grupos, como o dos invertebrados \u2013 sobre os quais ainda n\u00e3o h\u00e1 levantamento sobre o n\u00famero de esp\u00e9cies \u2013, al\u00e9m de crust\u00e1ceos, moluscos e lepid\u00f3pteros (ordem de insetos que inclui as borboletas), que ainda s\u00e3o pouco conhecidos. \u201cUma iniciativa que vai nos dar uma grande contribui\u00e7\u00e3o nesse sentido ser\u00e1 o programa Biota Mato Grosso do Sul, que come\u00e7ou ser implementado h\u00e1 tr\u00eas anos\u201d, disse Tomas. Inspirado no BIOTA-FAPESP, o programa Biota Mato Grosso do Sul pretende consolidar a infraestrutura de cole\u00e7\u00f5es e acervos em museus, herb\u00e1rios, jardins bot\u00e2nicos, zool\u00f3gicos e bancos de germoplasma do Mato Grosso do Sul para preencher lacunas de conhecimento, taxon\u00f4micas e geogr\u00e1ficas, sobre a diversidade biol\u00f3gica no estado. Para atingir esse objetivo, pesquisadores pretendem informatizar os acervos e cole\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e estabelecer uma rede de informa\u00e7\u00e3o em biodiversidade entre todas as institui\u00e7\u00f5es envolvidas com a pesquisa e conserva\u00e7\u00e3o de biodiversidade do Mato Grosso do Sul. \u201cCome\u00e7amos agora a fazer os primeiros invent\u00e1rios de esp\u00e9cies de regi\u00f5es- chave do estado e estamos preparando um volume especial da revista Biota Neotropica sobre a biodiversidade de Mato Grosso do Sul, que ser\u00e1 um passo fundamental para verificarmos as informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis sobre a biota do Pantanal e direcionar nossas a\u00e7\u00f5es\u201d, disse Tomas \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP. \u201cDiferentemente do Estado de S\u00e3o Paulo, que tem cole\u00e7\u00f5es gigantescas, Mato Grosso do Sul n\u00e3o disp\u00f5e de grandes cole\u00e7\u00f5es para fazermos mapeamentos de diversidade. Por isso, precisaremos ir a campo para fazer os invent\u00e1rios\u201d, explicou. Esp\u00e9cies amea\u00e7adas Segundo Tomas, das esp\u00e9cies de aves amea\u00e7adas, vulner\u00e1veis ou em perigo de extin\u00e7\u00e3o no Brasil, por exemplo, 188 podem ser encontradas no Pantanal. No entanto, diminuiu muito nos \u00faltimos anos a ocorr\u00eancia de ca\u00e7a de esp\u00e9cies como on\u00e7a-pintada, on\u00e7a-parda, ariranha, arara-azul \u2013 ave s\u00edmbolo do Pantanal \u2013 e jacar\u00e9. E n\u00e3o h\u00e1 ind\u00edcios de que a principal atividade econ\u00f4mica da regi\u00e3o \u2013 a pecu\u00e1ria, que possibilitou a ocupa\u00e7\u00e3o humana do bioma em um primeiro momento em raz\u00e3o de o ambiente ser uma savana inundada com pastagem renovada todo ano \u2013 tenha causado impactos na biota pantaneira. \u201cPelo que sabemos at\u00e9 agora, nenhuma esp\u00e9cie da fauna do Pantanal foi levada a risco de extin\u00e7\u00e3o por causa da pecu\u00e1ria\u201d, afirmou Tomas. J\u00e1 a pesca \u2013 a segunda atividade econ\u00f4mica mais intensiva no Pantanal \u2013 pode ter impactos sobre algumas esp\u00e9cies de peixes. Isso porque a atividade est\u00e1 focalizada em 20 das 270 esp\u00e9cies de peixes do bioma pantaneiro, em raz\u00e3o do tamanho, sabor da carne e pela pr\u00f3pria cultura regional. Entre elas, est\u00e3o o dourado, o curimbat\u00e1, a piraputanga (Brycon hilarii), o pacu (Piaractus mesopotamicus) e a cachara (Pseudoplatystoma reticulatum) \u2013 um peixe arisco encontrado em rios como Prata e Olho D\u2019\u00e1gua, que pode chegar a medir 1,20 metro e pesar 40 quilos. \u201cH\u00e1 ind\u00edcios de que, pelo fato de a pesca no Pantanal ser direcionada a algumas esp\u00e9cies, a atividade possa reduzir algumas popula\u00e7\u00f5es de peixes\u201d, disse Sabino. Al\u00e9m de Sabino e Tomas, o professor Arnildo Pott, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), de Campo Grande, tamb\u00e9m proferiu palestra, sobre a origem, evolu\u00e7\u00e3o e diversidade da vegeta\u00e7\u00e3o do Bioma Pantanal. Estrat\u00e9gias de conserva\u00e7\u00e3o Os pesquisadores tamb\u00e9m chamaram a aten\u00e7\u00e3o para o fato de que, atualmente, apenas cerca de 5% do Pantanal est\u00e1 protegido por unidades de conserva\u00e7\u00e3o. E que muitas das esp\u00e9cies de animais da regi\u00e3o, como a on\u00e7a- pintada, a ariranha e a arara-azul, por exemplo, n\u00e3o s\u00e3o protegidas efetivamente, porque ficam fora dessas unidades de conserva\u00e7\u00e3o. \u201cA conserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies amea\u00e7adas no Pantanal requer estrat\u00e9gias mais amplas do que apenas a implanta\u00e7\u00e3o ou gest\u00e3o das unidades de conserva\u00e7\u00e3o\u201d, destacou Tomas. \u201cS\u00e3o necess\u00e1rias pol\u00edticas de gest\u00e3o de bacias hidrogr\u00e1ficas e de remunera\u00e7\u00e3o por servi\u00e7os ecossist\u00eamicos para assegurar a conserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies amea\u00e7adas.\u201d Organizado pelo Programa BIOTA-FAPESP, o Ciclo de Confer\u00eancias 2013 tem o objetivo de contribuir para o aperfei\u00e7oamento do ensino de ci\u00eancia. A quarta etapa ser\u00e1 no dia 16 de maio, quando o tema ser\u00e1 \u201cBioma Cerrado\u201d. Seguem-se confer\u00eancias sobre os biomas Caatinga (20 de junho), Mata Atl\u00e2ntica (22 de agosto), Amaz\u00f4nia (19 de setembro), Ambientes Marinhos e Costeiros (24 de outubro) e Biodiversidade em Ambientes Antr\u00f3picos \u2013 Urbanos e Rurais (21 de novembro). Mat\u00e9ria de Elton Alisson, da Ag\u00eancia FAPESP, publicada pelo EcoDebate, 24\/04\/2013<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CONVITE<br \/>\nFONASC apresenta na oficina de trabalho sobre Gest\u00e3o de Recursos H\u00eddricos em \u00c1reas de Fronteira, nos pr\u00f3ximos dias 6 e 7 de maio de 2013, em Bras\u00edlia\/DF<br \/>\nSITUA\u00c7\u00c3O DA IMPLANTA\u00c7\u00c3O DE 87 PCH S NA REGI\u00c3O E A GEST\u00c3O TRANSFRONTEIRI\u00c7A   <\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8042"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=8042"}],"version-history":[{"count":15,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8042\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8045,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8042\/revisions\/8045"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=8042"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=8042"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=8042"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}