{"id":28031,"date":"2024-06-20T16:42:00","date_gmt":"2024-06-20T16:42:00","guid":{"rendered":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/?p=28031"},"modified":"2025-02-18T17:06:22","modified_gmt":"2025-02-18T17:06:22","slug":"desafios-climaticos-globais-cafe-geografico-na-ufma-debate-eventos-extremos-no-maranhao-e-no-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/?p=28031","title":{"rendered":"DESAFIOS CLIM\u00c1TICOS GLOBAIS: CAF\u00c9 GEOGR\u00c1FICO NA UFMA DEBATE EVENTOS EXTREMOS NO MARANH\u00c3O E NO MUNDO"},"content":{"rendered":"\n<p><em>O evento contou com a participa\u00e7\u00e3o de especialistas, assim como de membros da comunidade acad\u00eamica, para debater os desafios clim\u00e1ticos e elaborar estrat\u00e9gias para a gest\u00e3o de recursos naturais.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>No dia 19 de junho de 2024, a Universidade Federal do Maranh\u00e3o (UFMA) foi palco de mais uma edi\u00e7\u00e3o do Caf\u00e9 Geogr\u00e1fico, organizado pelo Centro Acad\u00eamico de Geografia (Cageo). Com o tema \u201cEnchentes e Eventos Clim\u00e1ticos Extremos no Maranh\u00e3o e no Mundo\u201d, o evento atraiu um p\u00fablico diversificado, incluindo professores, alunos e especialistas, para discutir a crescente frequ\u00eancia e intensidade dos desastres clim\u00e1ticos. <\/p>\n\n\n\n<p>O evento contou com as contribui\u00e7\u00f5es de renomados especialistas, incluindo o Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Ara\u00fajo e o Prof. Dr. Marcelino Farias Filho, al\u00e9m de Thereza Christina, vice coordenadora nacional do Fonasc.CBH. Tamb\u00e9m participaram da discuss\u00e3o Felipe Freitas e Igor Amorim, representantes da Sala de Situa\u00e7\u00e3o da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA).<\/p>\n\n\n\n<p>O professor adjunto da Universidade Federal do Maranh\u00e3o (UFMA) e especialista em Climatologia Geogr\u00e1fica, Ronaldo Rodrigues Ara\u00fajo, destacou a crescente intensifica\u00e7\u00e3o dos eventos naturais. Com sua vasta experi\u00eancia na \u00e1rea, ele explicou que, com base nas avalia\u00e7\u00f5es e an\u00e1lises recentes, esses eventos est\u00e3o se tornando cada vez mais frequentes e intensos, causando impactos significativos. Isso refor\u00e7a a necessidade de manter planos de conting\u00eancia e medidas de salvaguarda constantemente atualizados, pois estrat\u00e9gias elaboradas h\u00e1 dez anos podem n\u00e3o ser mais adequadas para enfrentar os desafios clim\u00e1ticos atuais e futuros. Portanto, \u00e9 essencial revisar e adaptar regularmente essas estrat\u00e9gias para assegurar sua efic\u00e1cia frente \u00e0s mudan\u00e7as e novos desafios clim\u00e1ticos.<\/p>\n\n\n\n<p>A crescente frequ\u00eancia de eventos antes considerados raros, como tornados no mar, tem chamado a aten\u00e7\u00e3o. Recentemente, um fen\u00f4meno desse tipo ocorreu em S\u00e3o Lu\u00eds, algo que muitos acreditavam ser restrito a outras regi\u00f5es do mundo. Segundo Ronaldo Rodrigues, essas ocorr\u00eancias s\u00e3o resultados das transforma\u00e7\u00f5es na atmosfera, impulsionadas por diversos fatores. \u201cMuitos desses eventos est\u00e3o relacionados \u00e0 mudan\u00e7a clim\u00e1tica e ao aquecimento global. O aquecimento global \u00e9 inequ\u00edvoco; n\u00e3o estamos mais falando que vai acontecer, mas de cen\u00e1rios que j\u00e1 est\u00e3o ocorrendo. E os cen\u00e1rios projetados para o futuro s\u00e3o cada vez piores e mais intensos\u201d, afirmou o professor. <\/p>\n\n\n\n<p>Em seguida, Felipe Freitas e Igor Amorim, da equipe t\u00e9cnica do Centro de Preven\u00e7\u00e3o de Desastres Ambientais (CPDAm) da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA), detalharam seu papel essencial no monitoramento e resposta a desastres no Maranh\u00e3o. Durante o debate, eles explicaram como a secretaria realiza o monitoramento di\u00e1rio das condi\u00e7\u00f5es hidrometeorol\u00f3gicas do estado, o que permite a implementa\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es preventivas em emerg\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p>Na ocasi\u00e3o, Igor Amorim apresentou a cria\u00e7\u00e3o da Sala de Situa\u00e7\u00e3o em 2012, um projeto desenvolvido no \u00e2mbito do Progest\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas e Saneamento B\u00e1sico (ANA). Este acordo t\u00e9cnico entre o Estado e a ANA visava estabelecer um sistema de monitoramento hidrol\u00f3gico no Maranh\u00e3o.<br>A ANA forneceu esta\u00e7\u00f5es denominadas PCDS (Plataformas de Coleta de Dados), que foram instaladas em<br>diversas bacias hidrogr\u00e1ficas do estado. A Secretaria de Meio Ambiente (SEMA) ficou respons\u00e1vel pela opera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dessas esta\u00e7\u00f5es, que atualmente somam 47 em todo o Maranh\u00e3o. Os representantes do Centro de Preven\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ressaltaram que esse monitoramento \u00e9 crucial para a realiza\u00e7\u00e3o de previs\u00f5es hidrol\u00f3gicas precisas, destacando a import\u00e2ncia da distribui\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica dessas esta\u00e7\u00f5es para um acompanhamento eficaz das condi\u00e7\u00f5es hidrometeorol\u00f3gicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o Prof. Dr. Marcelino Farias Filho detalhou as causas e os efeitos das enchentes, alagamentos e inunda\u00e7\u00f5es, destacando a import\u00e2ncia de uma an\u00e1lise abrangente para entender esses fen\u00f4menos complexos. Em sua palestra, ele explicou que para uma compreens\u00e3o adequada dos eventos hidrol\u00f3gicos \u00e9 essencial avaliar uma combina\u00e7\u00e3o de fatores, incluindo a din\u00e2mica planet\u00e1ria, a geologia local, o hist\u00f3rico de ocupa\u00e7\u00e3o da \u00e1rea e os aspectos pol\u00edticos. O professor ressaltou a necessidade de uma abordagem integrada que permita distinguir claramente entre os diferentes tipos de eventos e compreender como cada vari\u00e1vel contribui para suas caracter\u00edsticas e impacto.<\/p>\n\n\n\n<p>Marcelino Farias tamb\u00e9m criticou a influ\u00eancia do contexto pol\u00edtico nas interven\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o do solo. Segundo ele, h\u00e1 uma tend\u00eancia preocupante entre alguns administradores locais de incentivar situa\u00e7\u00f5es de desastre, como calamidades e secas, para obter mais recursos financeiros. &#8220;Existem munic\u00edpios que buscam decretar situa\u00e7\u00e3o de calamidade p\u00fablica. Para qu\u00ea? Para ganharem recursos f\u00e1ceis. Em geral, \u00e9 essa mesma administra\u00e7\u00e3o \u00e1vida por calamidade e que n\u00e3o aplica corretamente os recursos. E \u00e9 aquela que facilita o processo de ocupa\u00e7\u00e3o onde n\u00e3o deveria ser ocupado\u201d, afirmou ele.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o professor, no Maranh\u00e3o, \u00e9 comum observar constru\u00e7\u00f5es se expandindo \u00e0 margem de rios e lagos, com bairros avan\u00e7ando para essas \u00e1reas vulner\u00e1veis. A origem irregular e inadequada dessas ocupa\u00e7\u00f5es j\u00e1 as torna propensas a desastres naturais, um problema agravado pela falta de regulamenta\u00e7\u00e3o e interven\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Apesar dos esfor\u00e7os para criar leis e instrumentos de gest\u00e3o que poderiam regular a ocupa\u00e7\u00e3o e reduzir a vulnerabilidade, frequentemente grupos pol\u00edticos dificultam a aplica\u00e7\u00e3o efetiva dessas normas. Esse cen\u00e1rio revela um ciclo vicioso, onde a ocupa\u00e7\u00e3o irregular \u00e9 favorecida e a implementa\u00e7\u00e3o de medidas legais \u00e9 obstaculizada, perpetuando a vulnerabilidade das \u00e1reas afetadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para concluir sua fala, Marcelino Farias destaca que, com base em sua vasta experi\u00eancia como conselheiro em diversas \u00e1reas, notou um padr\u00e3o preocupante: a constante mudan\u00e7a de secret\u00e1rios pol\u00edticos causa descontinuidade e inefic\u00e1cia nos conselhos e comit\u00eas. Ele observa que, com frequ\u00eancia, novos secret\u00e1rios, que n\u00e3o est\u00e3o familiarizados com as legisla\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas anteriores, reiniciam os processos, prejudicando o progresso e desmotivando os envolvidos. Esse ciclo de interrup\u00e7\u00e3o e falta de continuidade tem gerado crescente des\u00e2nimo, especialmente em comit\u00eas de bacia, onde o esfor\u00e7o prolongado muitas vezes n\u00e3o se traduz em resultados concretos, levando muitos a se sentirem frustrados<br>e a desistirem ap\u00f3s anos de dedica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O discurso do professor Marcelino Farias enfatizou a necessidade urgente de uma abordagem integrada e eficaz para a gest\u00e3o de desastres, ocupa\u00e7\u00e3o do solo e recursos h\u00eddricos. Destaca-se a import\u00e2ncia de uma legisla\u00e7\u00e3o s\u00f3lida e de uma administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica proativa, dedicada \u00e0 preven\u00e7\u00e3o e mitiga\u00e7\u00e3o dos riscos ambientais. Outrossim, \u00e9 essencial que haja uma coordena\u00e7\u00e3o eficaz entre diferentes setores e n\u00edveis de governo para enfrentar esses desafios de maneira sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DESAFIOS H\u00cdDRICOS E A ATUA\u00c7\u00c3O DO FONASC.CBH<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p>Para encerrar a rodada de palestras, Thereza Christina fez uma apresenta\u00e7\u00e3o abrangente do Fonasc.CBH para os participantes que ainda n\u00e3o estavam familiarizados com a institui\u00e7\u00e3o. Ela detalhou a trajet\u00f3ria da organiza\u00e7\u00e3o, suas principais atividades e a import\u00e2ncia vital que desempenha na gest\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o das \u00e1guas do Brasil. A vice coordenadora tamb\u00e9m destacou a colabora\u00e7\u00e3o com parceiros essenciais, fundamentais para a realiza\u00e7\u00e3o de suas iniciativas, e revisou as legisla\u00e7\u00f5es atuais que orientam o trabalho do F\u00f3rum.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a ocasi\u00e3o, Thereza Christina comentou sobre um evento recente realizado em Jo\u00e3o Pessoa, destacando a efic\u00e1cia da pol\u00edtica de recursos h\u00eddricos no estado. Ela relatou que o encontro contou com representantes de diversos comit\u00eas do Nordeste, incluindo apenas um do Maranh\u00e3o: Nonato Moraes, presidente do Comit\u00ea da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Pindar\u00e9. Embora representasse o Fonasc.CBH no Maranh\u00e3o e fosse membro dos CBHs da regi\u00e3o, sua participa\u00e7\u00e3o foi financiada pela institui\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o com recursos estaduais. Thereza criticou a falta de prepara\u00e7\u00e3o do Maranh\u00e3o para o evento, mencionando a aus\u00eancia de contribui\u00e7\u00f5es significativas e a escassez de representantes. \u201cEst\u00e1vamos em um evento para<br>apresentar cen\u00e1rios, mas o Maranh\u00e3o n\u00e3o levou nada para mostrar, o que acabou refletindo como um verdadeiro vexame,\u201d afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>A vice coordenadora tamb\u00e9m abordou a relev\u00e2ncia da juventude nas pol\u00edticas p\u00fablicas e seu papel crucial no futuro, al\u00e9m de destacar o impacto da escassez de \u00e1gua nas crian\u00e7as. Segundo dados e pesquisas apresentados por ela, at\u00e9 2040, uma em cada quatro crian\u00e7as viver\u00e1 em \u00e1reas afetadas por estresse<br>h\u00eddrico. \u201cO estresse h\u00eddrico ocorre quando o consumo de \u00e1gua excede a capacidade dos recursos h\u00eddricos de se regenerar. Isso impede que a natureza tenha tempo para se recompor,\u201d explicou.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, Thereza Christina apresentou dados sobre os riscos enfrentados por crian\u00e7as e adolescentes, como inunda\u00e7\u00f5es, ciclones, doen\u00e7as transmitidas por roedores, polui\u00e7\u00e3o por chumbo, ondas de calor e a escassez de \u00e1gua. Ela tamb\u00e9m revelou uma pesquisa que demonstra que estudantes em escolas localizadas em \u00e1reas sem saneamento adequado apresentam um desempenho acad\u00eamico inferior em compara\u00e7\u00e3o com aquelas em institui\u00e7\u00f5es com tratamento apropriado de \u00e1gua e esgoto. \u201cDevemos reconhecer a gravidade das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e agir com urg\u00eancia para garantir um planeta habit\u00e1vel para as futuras gera\u00e7\u00f5es,\u201d disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, Thereza compartilhou a experi\u00eancia enriquecedora do Comit\u00ea Infantojuvenil da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Jeniaparana (CIJBHRJ), destacando suas conquistas e objetivos. Ela ressaltou como a capacita\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e adolescentes no comit\u00ea tem desenvolvido habilidades propositivas, cr\u00edticas e participativas entre os jovens. Essa abordagem evidencia que a inclus\u00e3o ativa dos jovens em todas as esferas de decis\u00e3o \u2014 desde o n\u00edvel municipal at\u00e9 o nacional \u2014 \u00e9 essencial para fomentar melhorias cont\u00ednuas e eficazes na gest\u00e3o dos recursos h\u00eddricos, refletindo um modelo positivo de engajamento e impacto.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ENCERRAMENTO DO EVENTO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O evento tamb\u00e9m contou com a presen\u00e7a dos alunos do Movimento Correnteza, que compartilharam suas iniciativas para valorizar universidades e espa\u00e7os comunit\u00e1rios. A conclus\u00e3o do evento foi marcada por uma rodada de perguntas dirigida aos palestrantes, promovendo um debate enriquecedor sobre os desafios impostos pelos eventos clim\u00e1ticos extremos. Esse di\u00e1logo ressaltou a import\u00e2ncia de adotar uma gest\u00e3o integrada e eficaz dos recursos naturais como solu\u00e7\u00e3o essencial para enfrentar esses desafios.<\/p>\n\n\n\n<p>O Caf\u00e9 Geogr\u00e1fico reiterou a necessidade de um di\u00e1logo cont\u00ednuo entre a academia, a sociedade e os \u00f3rg\u00e3os governamentais para enfrentar os desafios clim\u00e1ticos presentes e futuros, fortalecendo a colabora\u00e7\u00e3o e o entendimento m\u00fatuo em prol de solu\u00e7\u00f5es eficazes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O evento contou com a participa\u00e7\u00e3o de especialistas, assim como de membros da comunidade acad\u00eamica, para debater os desafios clim\u00e1ticos&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1,8],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/28031"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=28031"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/28031\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":28033,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/28031\/revisions\/28033"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=28031"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=28031"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=28031"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}