{"id":26472,"date":"2023-06-26T19:49:19","date_gmt":"2023-06-26T19:49:19","guid":{"rendered":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/?p=26472"},"modified":"2024-05-06T12:27:10","modified_gmt":"2024-05-06T12:27:10","slug":"fonasc-cbh-ms-lanca-cartilha-educativa-contra-agrotoxico-era-assim-ou-foi-veneno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/?p=26472","title":{"rendered":"FONASC.CBH (MS) LAN\u00c7A CARTILHA EDUCATIVA CONTRA AGROT\u00d3XICOS: \u201cERA ASSIM OU FOI VENENO?\u201d"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"415\" height=\"569\" src=\"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/wp-content\/uploads\/Capa_cartilha.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-26474\" srcset=\"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/wp-content\/uploads\/Capa_cartilha.png 415w, https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/wp-content\/uploads\/Capa_cartilha-219x300.png 219w\" sizes=\"(max-width: 415px) 100vw, 415px\" \/><figcaption>Cartilha ilustrada busca despertar o olhar das comunidades tradicionais para os impactos do veneno em seu dia a dia. Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O F\u00f3rum Nacional da Sociedade Civil nos Comit\u00eas de Bacias Hidrogr\u00e1ficas (FONASC.CBH) lan\u00e7ou a cartilha educativa intitulada \u201cEra assim ou foi veneno? Nossos corpos e nossos territ\u00f3rios expostos aos agrot\u00f3xicos\u201d, com o prop\u00f3sito de fortalecer as comunidades tradicionais no enfrentamento da contamina\u00e7\u00e3o por agrot\u00f3xicos no Brasil. A iniciativa foi realizada pelo projeto &#8220;Impactos dos Agrot\u00f3xicos em Comunidades de Povos Tradicionais em Mato Grosso do Sul \u2013 Direitos \u00e0 Sa\u00fade Ambiental e Humana&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Fernanda Savicki, uma das autoras e pesquisadora da Fiocruz, destaca que um dos principais desafios na luta contra os impactos dos agrot\u00f3xicos est\u00e1 na dificuldade de correlacionar a causa aos danos. &#8220;Uma contamina\u00e7\u00e3o imediata ou aguda por agrot\u00f3xicos \u00e9 mais f\u00e1cil de identificar. Um vazamento de produtos t\u00f3xicos, por exemplo, pode causar a morte de plantas, peixes e animais ao redor. Contudo, n\u00e3o \u00e9 muito f\u00e1cil determinar se esta contamina\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 respons\u00e1vel pela diminui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de frutas do pomar que est\u00e1 pr\u00f3xima ao terreno que sofreu a contamina\u00e7\u00e3o&#8221;, explica. <\/p>\n\n\n\n<p>Diante dessa dificuldade, surgiu a ideia de desenvolver uma cartilha para auxiliar a compreens\u00e3o das consequ\u00eancias do uso de agrot\u00f3xicos na sa\u00fade ambiental e humana. Segundo a pesquisadora, qualquer pessoa pode observar as mudan\u00e7as em seu entorno, nas plantas, nos animais, na \u00e1gua, no solo e at\u00e9 mesmo em sua pr\u00f3pria sa\u00fade. \u201cA ideia \u00e9 despertar esse olhar mais direcionado aos moradores das comunidades, porque eles v\u00e3o saber melhor do que ningu\u00e9m identificar as mudan\u00e7as em seus territ\u00f3rios\u201d, afirma Fernanda Savicki.<\/p>\n\n\n\n<p>A cartilha \u00e9 ilustrada e composta por seis cap\u00edtulos que abordam temas como vigil\u00e2ncia em sa\u00fade ambiental, vigil\u00e2ncia em sa\u00fade, caminhos e alternativas, como denunciar e informa\u00e7\u00f5es sobre o projeto executor. &#8220;Essa \u00e9 uma oportunidade que temos para disseminar importantes informa\u00e7\u00f5es de forma objetiva para um p\u00fablico amplo e diverso. As comunidades participantes do projeto receber\u00e3o a publica\u00e7\u00e3o impressa e a vers\u00e3o digital ficar\u00e1 disponibilizada para download\u201d, disse Alexandra de Pinho, coordenadora do projeto e pesquisadora da UFMS.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNosso desejo \u00e9 que essa cartilha fortale\u00e7a as comunidades na resist\u00eancia e no enfrentamento do problema do uso extensivo de agrot\u00f3xicos no Brasil. Al\u00e9m disso, trata-se tamb\u00e9m de propor outra maneira de produzir alimentos, mais saud\u00e1veis, respeitando a conserva\u00e7\u00e3o ambiental, a diversidade cultural, e os povos origin\u00e1rios e as comunidades tradicionais e camponesas\u201d, finaliza Alberto Feiden, pesquisador da Embrapa Pantanal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>LAN\u00c7AMENTO NA 17\u00aa FEIRA DE JUTI<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A cartilha impressa ser\u00e1 lan\u00e7ada durante a 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Feira de Sementes Nativas e Crioulas e de Produtos Agroecol\u00f3gicos, que acontecer\u00e1 em Juti (MS) entre os dias 21 e 23 de julho. Com o tema \u201cNovos tempos para a agricultura familiar e a agroecologia\u201d, o evento pretende incentivar a agrobiodiversidade em comunidades rurais e ind\u00edgenas, al\u00e9m de promover a produ\u00e7\u00e3o de alimentos saud\u00e1veis e garantir a seguran\u00e7a alimentar das fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SOBRE O PROJETO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto &#8220;Impactos dos Agrot\u00f3xicos em Comunidades de Povos Tradicionais em Mato Grosso do Sul \u2013 Direitos \u00e0 Sa\u00fade Ambiental e Humana&#8221; \u00e9 executado pelo FONASC.CBH (F\u00f3rum Nacional da Sociedade Civil na Gest\u00e3o de Bacias Hidrogr\u00e1ficas), coordenado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e tem como parceiros a Embrapa Pantanal, Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Participam do projeto as comunidades: Retomada Ind\u00edgena Guyraroka, localizada em Caarap\u00f3; Aldeia Jaguapiru, localizada na Reserva Ind\u00edgena de Dourados; Comunidade Quilombola Dezid\u00e9rio Felipe de Oliveira, localizada na \u00e1rea rural de Dourados; e o Centro de Capacita\u00e7\u00e3o e Pesquisa Geraldo Garcia (CEPEGE), do Assentamento Geraldo Garcia, localizado em Sidrol\u00e2ndia, Aldeia Cachoeirinha, de Miranda e Assentamento Ana L\u00facia do munic\u00edpio de Bonito.<\/p>\n\n\n\n<p>Fa\u00e7a o download da cartilha e compartilhe!<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1UbPsRkeKT_WUOc5KaLEWbNLTmHN_lkbn\/view?usp=sharing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1UbPsRkeKT_WUOc5KaLEWbNLTmHN_lkbn\/view?usp=sharing<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O F\u00f3rum Nacional da Sociedade Civil nos Comit\u00eas de Bacias Hidrogr\u00e1ficas (FONASC.CBH) lan\u00e7ou a cartilha educativa intitulada \u201cEra assim ou&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[43,47,1,81,8],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26472"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=26472"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26472\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":27122,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26472\/revisions\/27122"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=26472"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=26472"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=26472"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}