{"id":20281,"date":"2018-12-06T17:47:43","date_gmt":"2018-12-06T17:47:43","guid":{"rendered":"http:\/\/fonasc-cbh.org.br\/?p=20281"},"modified":"2018-12-07T19:53:24","modified_gmt":"2018-12-07T19:53:24","slug":"fonasc-pe-relatorio-revela-violacao-de-direitos-humanos-e-ambientais-do-complexo-de-suape","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/?p=20281","title":{"rendered":"FONASC-PE &#8211; RELAT\u00d3RIO REVELA VIOLA\u00c7\u00c3O DE DIREITOS HUMANOS E AMBIENTAIS DO COMPLEXO DE SUAPE"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<header>FONASC-PE &#8211; RELAT\u00d3RIO REVELA VIOLA\u00c7\u00c3O DE DIREITOS HUMANOS E AMBIENTAIS DO COMPLEXO DE SUAPE<br \/>\n<strong>Texto:<\/strong> Divulga\u00e7\u00e3o (extra\u00eddo do <a href=\"http:\/\/marcozero.org\">Portal Marco Zero<\/a>)<br \/>\n<strong>Data:<\/strong> 06\/12\/2018<\/header>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\">As estruturas grandiosas do Complexo Industrial Portu\u00e1rio de Suape enchem os olhos e, n\u00e3o \u00e0 toa, se tornaram s\u00edmbolo do crescimento econ\u00f4mico em Pernambuco. Mas o aparato industrial impressionante de algum modo tamb\u00e9m serve para disfar\u00e7ar tens\u00f5es sociais presentes no territ\u00f3rio de 135 quil\u00f4metros quadrados, onde moram 6,8 mil fam\u00edlias. S\u00e3o situa\u00e7\u00f5es de viola\u00e7\u00e3o de direitos humanos e ambientais propositadamente escondidas pela administra\u00e7\u00e3o do porto-ind\u00fastria por tr\u00e1s do discurso desenvolvimentista. Agora, esses fatos foram revelados e devidamente documentados em um relat\u00f3rio da Plataforma de Direitos Humanos (Plataforma Dhesca). O material in\u00e9dito, antecipado pela\u00a0<strong>Marco Zero Conte\u00fado<\/strong>, ser\u00e1 lan\u00e7ado na tarde desta quinta-feira (6), no Recife.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u201crelat\u00f3rio Complexos Industriais e Viola\u00e7\u00f5es de Direitos: o Caso de SUAPE\u201d \u00a0\u00e9 fruto de um trabalho da Dhesca Brasil com parceiros locais como o F\u00f3rum Suape, o Centro Dom Helder C\u00e2mara de Estudos e A\u00e7\u00e3o Social (Cendhec), o Centro das Mulheres do Cabo, o Gabinete Assessoria Jur\u00eddica Organiza\u00e7\u00f5es Populares e a\u00a0<strong>Marco Zero Conte\u00fado<\/strong>. O material re\u00fane os achados da relatoria do direito humano ao meio ambiente da Plataforma Dhesca, que colheu presencialmente den\u00fancias de moradores e lideran\u00e7as populares nos munic\u00edpios do Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca, entre os dias 07 e 11 de maio de 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As rela\u00e7\u00f5es conflituosas entre o Estado, a iniciativa privada e as fam\u00edlias que tradicionalmente ocupam o territ\u00f3rio do complexo industrial portu\u00e1rio est\u00e3o detalhadas em v\u00e1rios pontos do relat\u00f3rio. Na avalia\u00e7\u00e3o da Plataforma Dhesca, em Suape \u201co Estado sacrifica a qualidade de vida de uma parcela da popula\u00e7\u00e3o em troca de investimentos industriais, que supostamente trar\u00e3o prosperidade ao pa\u00eds\u201d. \u00c9 o que os relatores chamam de \u201czona de sacrif\u00edcio\u201d. Esse entendimento cabe perfeitamente no conceito de racismo ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para os relatores, a estratifica\u00e7\u00e3o social pernambucana \u00e9 tamb\u00e9m \u00a0uma estratifica\u00e7\u00e3o racial, considerando que as popula\u00e7\u00f5es que vivem nesses territ\u00f3rios s\u00e3o majoritariamente negras e pobres. \u201cEssas comunidades passam ao largo das preocupa\u00e7\u00f5es do Estado e das empresas. S\u00e3o grupos secundarizados pelo poder p\u00fablico, desconsiderados em sua hist\u00f3ria e em suas demandas. Essas rela\u00e7\u00f5es s\u00f3 s\u00e3o poss\u00edveis porque s\u00e3o baseadas em injusti\u00e7as sociais hist\u00f3ricas\u201d, diz Cristine Faustino, uma das relatoras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Irregularidades<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O material que d\u00e1 voz aos moradores silenciados de Suape tamb\u00e9m exp\u00f5e ilegalidades na instala\u00e7\u00e3o das empresas do complexo. Os relatores encontraram irregularidades tanto nas obras do porto como em processos de licenciamento de empreendimentos \u00e2ncora do complexo industrial, a exemplo da Refinaria Abreu e Lima, da petroqu\u00edmica e dos estaleiros. O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e os Relat\u00f3rio de Impacto Ambiental (Rima) das pr\u00f3prias obras de amplia\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o do atracadouro, nos anos 2000, foi elaborado por um escrit\u00f3rio de advocacia. Essa pr\u00e1tica fere o estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso mesmo, no caso das obras de infraestrutura do porto n\u00e3o h\u00e1, por exemplo, nos EIA-Rima, explica\u00e7\u00f5es mais amplas sobre a quantidade de poluentes gerados nas atividades, nem embasamento para medidas de mitiga\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m \u00e9 incompleta a avalia\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico existente no per\u00edmetro das constru\u00e7\u00f5es de infraestrutura de Suape. A Plataforma Dhesca ainda alerta para a omiss\u00e3o de outros poss\u00edveis desdobramentos, a exemplo dos impactos sobre esp\u00e9cies marinhas como os tubar\u00f5es, cujos ataques recorrentes nas praias da Regi\u00e3o Metropolitana do Recife est\u00e3o associados \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do porto, para alguns estudiosos.<\/p>\n<aside><em>\u201cDe 2009 a 2018, a Ag\u00eancia Estadual de Meio Ambiente-CPRH aplicou, pelo menos, 30 autos de infra\u00e7\u00e3o por irregularidades ambientais a SUAPE \u2013 Complexo Industrial Portu\u00e1rio Governador Eraldo Gueiros \u2013 21 deles foram multas. Em 2013, ap\u00f3s cinco meses de investiga\u00e7\u00e3o, a autarquia ambiental aplicou pena de R$ 2,5 milh\u00f5es ao CIPS, pelo uso de explosivos na remo\u00e7\u00e3o de arrecifes com a inten\u00e7\u00e3o de ampliar a \u00e1rea de passagem de navios. A a\u00e7\u00e3o industrial teria provocado a morte de recifes e corais e morte de animais marinhos protegidos por lei, como o peixe mero e o boto cinza.\u201d<\/em><em>Trecho do relat\u00f3rio da Plataforma Dhesca<\/em> <\/aside>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as empresas instaladas, os estudos de impacto ambiental analisados por amostragem pela relatoria tamb\u00e9m n\u00e3o d\u00e3o conta de todos os danos causados pelas opera\u00e7\u00f5es. Para se ter ideia, o licenciamento ambiental da Energ\u00e9tica Suape II S.A., conhecida como Suape Energia, foi renovado ilegalmente pela CPRH. J\u00e1 os relat\u00f3rios de impactos ambientais da Refinaria Abreu e Lima s\u00e3o imprecisos quanto ao n\u00edvel de emiss\u00e3o de poluentes da opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda h\u00e1 inconsist\u00eancias nos estudos de impacto dos estaleiros Atl\u00e2ntico Sul (EAS) e Promar. No primeiro caso, o pr\u00f3prio EIA-Rima assume que o EAS traria riscos \u00e0 vida marinha e \u00e0 pesca artesanal, atividade tradicional dos moradores da Ilha de Tatuoca, onde o empreendimento est\u00e1 instalado. J\u00e1 os estudos do Promar n\u00e3o detalham sequer a emiss\u00e3o de poluentes da planta naval.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Territ\u00f3rio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os impactos ambientais dos empreendimentos de Suape degradam o ecossistema, mas tamb\u00e9m a sa\u00fade, a moradia e atividades econ\u00f4micas que garantem a sobreviv\u00eancia das popula\u00e7\u00f5es do territ\u00f3rio. A natureza exuberante que fornecia alimento \u00e0s comunidades rurais da regi\u00e3o est\u00e1 hoje maculada por dejetos industriais jogados nos rios e no mar, gases poluentes na atmosfera e produtos que intoxicaram o solo. A cada avan\u00e7o do porto-ind\u00fastria, a situa\u00e7\u00e3o dessas comunidades se agrava.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O desequil\u00edbrio ambiental e a ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio pelas ind\u00fastrias inviabiliza a agricultura familiar e a pesca artesanal. Sem op\u00e7\u00f5es de sobreviv\u00eancia, as fam\u00edlias buscam um modo de vida nas promessas de emprego e renda de Suape, mas se tornam dependentes das ind\u00fastrias e mais vulner\u00e1veis \u00e0s oscila\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas. Mas muitas vezes, a pretensa prosperidade trazida pelo porto-ind\u00fastria custa a sa\u00fade e a qualidade de vida dessas pessoas. Por causa do aumento de emiss\u00e3o de poluentes, por exemplo, de 2002 a 2016, houve um o aumento de mortes por c\u00e2ncer nos munic\u00edpios do Cabo e de Ipojuca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As remo\u00e7\u00f5es integrais ou parciais das comunidades de seus territ\u00f3rios tamb\u00e9m amea\u00e7am a sobreviv\u00eancia dessas popula\u00e7\u00f5es. Esses processos come\u00e7aram ainda na d\u00e9cada de 70, com o in\u00edcio da implanta\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es do porto-ind\u00fastria. Demandadas tanto pelo poder p\u00fablico, como pelas empresas, a retirada for\u00e7ada das fam\u00edlias, em troca de baixa ou nenhuma indeniza\u00e7\u00e3o, retirou milhares de pessoas de suas terras e novas retiradas ainda est\u00e3o previstas no Plano Diretor de Suape para os pr\u00f3ximos anos. Entre as den\u00fancias mais graves do relat\u00f3rio est\u00e3o depoimentos de moradores do territ\u00f3rio que denunciaram o ass\u00e9dio da pol\u00edcia e da seguran\u00e7a patrimonial de Suape, que tenta coagir as comunidades a deixarem suas moradias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em muitas situa\u00e7\u00f5es, a atua\u00e7\u00e3o violenta \u00e9 feita por grupos armados que impedem atividades de plantio, de pesca e de constru\u00e7\u00e3o de casas. Relatos de persegui\u00e7\u00e3o \u00e0s lideran\u00e7as comunit\u00e1rias, confisco de instrumentos de trabalho e de constru\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da destrui\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis e de planta\u00e7\u00f5es que geraram mais de 90 Boletins de Ocorr\u00eancia (BOs) entre 2009 e 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A relatoria tamb\u00e9m teve acesso a outros 32 BOs com den\u00fancias de agress\u00e3o f\u00edsica e verbal acompanhada de algum tipo de preju\u00edzo patrimonial dos moradores de Suape relacionadas a esses grupos. Por Lei Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o (LAI), \u00a0a Pol\u00edcia Civil informou \u00e0 Dhesca que de 2009 a 2017, 189 casos de agress\u00f5es semelhantes foram registrados. \u201cA viol\u00eancia \u00e9 f\u00edsica e psicol\u00f3gica. Ouvimos v\u00e1rios relatos de pessoas que ficaram deprimidas em decorr\u00eancia dessas situa\u00e7\u00f5es e at\u00e9 de um caso de suic\u00eddio de um pescador que teria rela\u00e7\u00e3o com a sua remo\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio\u201d, destaca a relatora Cristiane.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 importante destacar que, partir dos anos 2000, os despejos em massa em Suape em troca de indeniza\u00e7\u00f5es foram substitu\u00eddos por uma pol\u00edtica de reassentamento.S\u00e3o residenciais como o Vila Nova Tatuoca e o Nova Vila Claudete \u2013 Governador Eduardo Campos. Contudo, segundo o relat\u00f3rio, \u00a0a mudan\u00e7a trouxe novos problemas. Reassentadas em unidades habitacionais de 40 metros quadrados, em \u00e1rea urbana, distante do mangue e do mar, sem terras para a lavoura, comunidades rurais foram privadas de seus meios de trabalho. Os reassentamentos tamb\u00e9m n\u00e3o foram conclu\u00eddos. As obras de terraplanagem do Nova Vila Claudete, por exemplo, foram iniciadas em novembro de 2014 e, at\u00e9 novembro deste ano, as 2.620 casas n\u00e3o haviam sido entregues. Enquanto isso, as fam\u00edlias retiradas de seus territ\u00f3rios tradicionais deixaram de receber o aluguel social.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Impactos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O crescimento de Suape impactou as comunidades que j\u00e1 pertenciam ao territ\u00f3rio, como tamb\u00e9m reconfigurou a popula\u00e7\u00e3o local. Os fluxos de migrantes atra\u00eddos pela alta oferta de emprego, a partir dos anos 2000, resultou no incha\u00e7o populacional do Cabo, de Ipojuca e de outros munic\u00edpios vizinhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ocupa\u00e7\u00e3o desordenada sobrecarregou equipamentos p\u00fablicos de sa\u00fade e de educa\u00e7\u00e3o, por exemplo, e trouxe outras consequ\u00eancias, sobretudo para p\u00fablicos mais vulner\u00e1veis como mulheres jovens e negras. O ac\u00famulo de demandas n\u00e3o atendidas das popula\u00e7\u00f5es do territ\u00f3rio de Suape explodiu no empobrecimento populacional, na precariza\u00e7\u00e3o da moradia e na viol\u00eancia urbana. Grupos mais vulnerabilizados como as mulheres negras foram duramente afetadas por essas mudan\u00e7as, tanto que h\u00e1 um aumento do n\u00famero de gravidez indesejada entre as jovens, registra a Plataforma Dhesca. A juventude negra ainda sofre com a viol\u00eancia. Nos anos de 2014 e de 2017, o Cabo de Santo Agostinho foi a cidade brasileira mais violenta para um jovem negro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Cabo e Ipojuca tamb\u00e9m superam \u00edndices nacionais de viol\u00eancia, a taxa de estupros de 38,5 e 36,1 por 100 mil habitantes em Ipojuca e Cabo, respectivamente. A m\u00e9dia nacional foi de\u00a0 24.\u00a0 Os munic\u00edpios tamb\u00e9m tiveram um crescimento de 60% do n\u00famero de v\u00edtimas de crimes violentos letais intencionais de 2012 a 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Recomenda\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao mesmo tempo em que elenca os problemas, o relat\u00f3rio da Plataforma Dhesca tamb\u00e9m aponta solu\u00e7\u00f5es. O material inclui recomenda\u00e7\u00f5es ao Estado, \u00e0 empresa Suape, aos Minist\u00e9rios P\u00fablicos, \u00e0 Superintend\u00eancia de Patrim\u00f4nio da Uni\u00e3o em Pernambuco \u00e0 Ordem de Advogados do Brasil e \u00e0 sociedade civil. Entre elas est\u00e1 a coibi\u00e7\u00e3o definitiva de abusos de for\u00e7as com poder de pol\u00edcia e a conclus\u00e3o de reassentamentos das fam\u00edlias, al\u00e9m da investiga\u00e7\u00e3o das den\u00fancias de viol\u00eancia citadas no trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o no Recife, no pr\u00f3ximo dia 10, o relat\u00f3rio ser\u00e1 lan\u00e7ado em Bras\u00edlia (DF), em \u00a0audi\u00eancia p\u00fablica do Conselho Nacional dos Direitos Humanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Leia o relat\u00f3rio completo ao final do texto do link abaixo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/marcozero.org\/relatorio-revela-realidade-de-violacoes-que-suape-tenta-esconder\/\">http:\/\/marcozero.org\/relatorio-revela-realidade-de-violacoes-que-suape-tenta-esconder\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja mais sobre o posicionamento hist\u00f3rico do FONASC em rela\u00e7\u00e3o a esses projetos<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; FONASC-PE &#8211; RELAT\u00d3RIO REVELA VIOLA\u00c7\u00c3O DE DIREITOS HUMANOS E AMBIENTAIS DO COMPLEXO DE SUAPE Texto: Divulga\u00e7\u00e3o (extra\u00eddo do Portal&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1,8],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/20281"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=20281"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/20281\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20283,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/20281\/revisions\/20283"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=20281"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=20281"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fonasc-cbh.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=20281"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}