FONASC.CBH DEBATE OS IMPACTOS OCORRIDOS SOBRE AS PESCAS ARTESANAL E TRADICIONAL NA REGIÃO DO PANTANAL

FONASC.CBH DEBATE OS IMPACTOS OCORRIDOS SOBRE AS PESCAS ARTESANAL E TRADICIONAL NA REGIÃO DO PANTANAL


A bióloga e representante do Fonasc.CBH no CEPESCA, Luciana Ferraz durante a sua palestra

 

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 11/10/2019

A convite do Conselho Estadual da Pesca de Mato Grosso (CEPESCA), o Fonasc.CBH apresentou os impactos sobre as pescas artesanal, tradicional e de subsistência na Bacia do Alto Paraguai e Sub-Bacia do Rio Juruena/Rio Arinos, durante encontro que aconteceu no último dia 9, no Auditório Ana Maria do Couto (Plenarinho) da Câmara Municipal de Cuiabá. Durante o encontro que contou com a participação de pescadores e suas entidades de representação, o evento ainda debateu sobre complexos hidrelétricos, licenciamento ambiental e estoques pesqueiros.

O evento teve início com a palestra do pesquisador da Embrapa Pantanal de Corumbá/MS, Agostinho Carlos Catella. Na ocasião ele falou sobre a Gestão Pesqueira e conservação ambiental como sendo um binômio inseparável. Em seguida, ele expôs os diagnósticos de avaliação dos efeitos da implantação de empreendimentos hidrelétricos na Região Hidrográfica do Paraguai e para suporte à elaboração do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Paraguai.

Falar sobre a Ictiofauna, sua dimensão, sua importância ficou a cargo da bióloga da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e membro do CEPESCA, Lucia Aparecida de Fátima.

Em seguida a representante do Fonasc.CBH, bióloga, ecóloga e membro do CEPESCA, Luciana Ferraz fez uma brilhante exposição da percepção sobre as atividades pesqueiras das comunidades ribeirinhas afetadas pela proliferação de hidrelétricas no sistema da Bacia do Alto Paraguai/Pantanal.

O engenheiro de pesca da OPAN e membro do CEPESCA, Ricardo da Costa Carvalho falou sobre o monitoramento da hidrelétricas na sub-bacia do rio Juruena e atividade pesqueira do rio Arinos: o caso da UHE castanheira.

Sobre diagnósticos do patrimônio cultural imaterial da pesca artesanal e gestão de riscos de desastres na Bacia do Alto Paraguai e empreendimentos elétricos falou Luciano Pereira da Silva, arqueólogo e historiador da Associação de Pesquisa Xaraiés/CEPESCA.

Estiveram também falando sobre os impactos da pesca artesanal, Elza Bastos presidente da Colônia Z-2 de Cáceres e conselheira do CEPESCA; Sandro Ronaldo Ferreira, vice-presidente do Cômite da Bacia Hidrográfica do Rio Jauru; Julita Burko Duleba, presidente da colônia Z-16 de Sinop e conselheira do CEPESCA e Belmiro Lopes, presidente da Federação dos Pescadores de Mato Grosso e conselheiro do CEPESCA.

Veja abaixo trechos da palestra da representante do Fonasc.CBH, Luciana Ferraz

WPalestra Luciana Ferraz at 15.41.32

blogs

Vídeo

RECENTES