FONASC.CBH DIVULGA ARTIGO – ROMPIMENTO DE BARRAGENS EM MARIANA E BRUMADINHO – MG: DESASTRES COMO MEIO DE APROPRIAÇÃO DE TERRITÓRIOS POR MINERADORAS

 FONASC.CBH DIVULGA ARTIGO –  ROMPIMENTO DE BARRAGENS EM MARIANA E BRUMADINHO – MG: DESASTRES COMO MEIO DE APROPRIAÇÃO DE TERRITÓRIOS POR MINERADORAS

Barragem de Mariana rompida

Barragem de Mariana rompida

Texto: Ascom Fonasc.CBH mais divulgação
Data: 26/07/2019

Nesta semana, a ruptura da barragem de Córrego Feijão, em Brumadinho-MG, completou 6 meses e os prejuízos e os impactos no meio ambiente ainda permanecem, sem contar com a dor dos parentes das vítimas, que perderam seus entes queridos em uma dos maiores acidentes ambientais do mundo.

O Fonasc.CBH divulga o artigo do professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Minas Gerais, Klemens Laschefski que aborda os dois desastres ambientais (Mariana e Brumadinho) como meio de apropriação de territórios por mineradoras.

No preâmbulo de seu artigo, o professor afirma que “a ruptura de duas barragens em Mariana (MG), 2015, e Brumadinho (MG), 2019, custou centenas de vidas e destruiu a maior parte das bacias do Rio Doce e do Paraopeba. Esses eventos são o auge dos desastres que começaram com o licenciamento ambiental e continuaram com a gestão ineficiente da reparação de danos, causando ainda mais sofrimento social. Após os desastres, as instituições públicas não fortaleceram o marco regulatório, mas aceleraram sua flexibilização. Como resultado, as empresas de mineração são capazes de introduzir a cultura do neocoronelismo nos sistemas de governança. Dessa forma, as empresas não somente fortaleceram seus interesses frente às demandas das vítimas, mas também o controle territorial em áreas afetadas por desastres por meio de “grilagem oculta de terras””.

Leia o artigo completo abaixo

Artigo Klemens Laschefski

blogs

Vídeo

RECENTES