FONASC.CBH PARTICIPOU DE ENCONTRO DE REDES

FONASC.CBH PARTICIPOU DE ENCONTRO DE REDES

Texto: Divulgação
Data: 11/01/2019

Em dezembro passado, aconteceu na sede da Ong Opan (Operação Amazônia Nativa) um encontro de redes com a palestrante Viviane Junqueira. Ela deu início ao encontro com uma mística chamada chipat originada na tribo Mundurucu aonde cada participante escolhe uma figura em desenho e conta uma história dando sequência nas histórias. A facilitadora seguiu falando o que é, como fazer e os tipos de Rede, Centralizada, Descentralizada e distribuída, e como trabalhar a comunicação e o objetivo em comum.

Seguindo o encontro a Facilitadora Viviane pediu para as Redes presentes, Ansa, Isa/Axa, Pacto das águas, Opan, e Fonasc que colocassem em papéis distintos os desafios e as fortalezas de cada instituição. Em comum entre seus arcos de atuações se destacaram como fortalezas: os valores, suas diversidades e diversificações, o engajamento e seus interesses diante das temáticas de cada grupo, o apoio e o encorporamento de outras instituições dentro das principais ações do grupo, a diversidade e heterogenia, o amadurecimento das instituições que reduz as possibilidades de erros e por terem mais tempo de existência apresentam mais credibilidade e segurança.

E entre os desafios citados estiveram: a sobrecarga de trabalho, a falta de comunicação interna e externa, otimização e horizontalização das ações e dos desafios, ampliação de resultados das ações e tarefas, além da potencialização do engajamento e aumento de pessoas nas instituições.

Viviane Amaral a autora do livro Redes falou da importância da descentralização e transparência que dá totalidade e horizontalidade, possibilitando a cooperação principalmente nas culturas ambientais, o desafio de Rede é construir um ambiente aonde todos perdem o medo.

´´Pessoas obedientes tem dificuldades por trabalhar em Redes pois rede é prática cultural, a pessoa tem que ser livre para trabalharem Rede; não é ideia delegar poder e sim deixa lá tomar as ações. Pois Rede é feito de grupo de pessoas e comunidades em diversidades éticas e que querem trabalhar juntos´´, disse Viviane Amaral.

A Rede é produzida a cada interação de pessoas, comunicação interna e externa, a questão tecnológica cria desigualdade por isso é necessário planejamento, reflexão aprofundada, contemplar os interesses de espaços tecnológicos, isso criará uma comunicação entre pessoas, comunidades, e essa intensidade gera um empoderamento. Para que isso ocorra a comunicação precisa circular, tem que haver uma resposta. A essência para que haja um abraço maior entre os grupos é a capacidade de resiliência, a distribuição de poder, para se colocar e interagir com as pessoas, com isso a energia colocada na conversa não é desperdiçada, ela opera por afinidades de ideias e integração de pessoas.

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