PI – FONASC E ORGANIZAÇÕES CIVIS SAÚDAM DECISAO DA JUSTICA FEDERAL QUE MANDA DISPONIBILIZAR AGUA DE RICO AQUIFERO DO ESTADO DO PIAUI QUE NÃO E UTILIZADO PARA NADA

 

MPF/PI: Justiça determina realização de projeto-básico para Adutora do Sertão do Piauí

Parece ate brincadeira , mas em plena seca QUE ASSOLA A REGIÃO a cultura do carro Pipa SUGERE  uma lucrativa cadeia produtiva de distribuição de água  no Piaui  que depende da seca para reproduzir um modelo injusto e alienador da cidadania com água impedindo  SOLUÇÕES e humanas para as pessoas .

Qualquer cidadão em pleno juízo que viaja PELA REGIÃO SE PERGUNTA , Por que , com tanta sede e cidadãos precisando de água no Sertão  Piauienses   , não se priorizou ate  hoje  a a  construção da adutora que garantiria  o fornecimento de água que esta sendo diperdicada para os 51 municípios que compõem o semiárido cristalino piauiense onde não há água subterrânea

MAS FELIZMENTE A Justiça Federal deferiu, parcialmente, pedido de liminar em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal no Piauí e pelo Ministério Público Estadual, determinando à União, por meio do Ministério da Integração Nacional, que adote todas as providências para a elaboração de projeto-básico da Adutora do Sertão do Piauí, no prazo de quatro meses, sob pena de multa diária de R$ 200 mil. O objetivo da ação civil pública (Processo nº 15781-03.2015.4.01.4000) é cobrar medidas definitivas para as questões que envolvem os poços jorrantes no sul do estado.
A ação destaca que, enquanto grande número de pessoas no Piauí sofre com a seca e depende exclusivamente da “Operação Carro Pipa” para sobrevivência, sobram recursos hídricos que são desperdiçados pela má utilização de poços profundos de alta vazão. Os poços captam água em imenso aquífero existente na região do Vale do Gurguéia (aquífero Cabeças), especialmente nos municípios de Cristino Castro, Alvorada do Gurguéia e outros da região.Na ação civil pública, MPF e MP argumentam que a construção da adutora garantirá o fornecimento de água para os 51 municípios que compõem o semiárido cristalino piauiense onde não há água subterrânea, utilizando-se da água desperdiçada nos poços jorrantes das proximidades, localizado no Vale do Gurguéia.“Se adotada a construção da Adutora do Sertão do Piauí, pelo valor estimado de 950 milhões de reais, seriam resolvidos 300 anos de seca no estado. Ao passo que com a utilização dos carros-pipa, ao custo de R$ 80 milhões (valor gasto pelo Poder Público em 2014) só seria possível resolver o problema, de forma parcial, por apenas 1 ano”, aponta a decisão judicial.A juiza responsável pelo caso ainda destaca que “enquanto o sertanejo passa sede e fome no semiárido cristalino (onde não há água subterrânea) a 120 km dali, onde há um dos maiores depósitos de água subterrânea do mundo, a água é desperdiçada em poços jorrantes construídos com dinheiro público, sem aproveitamento para a população em geral”.Além desse, o Ministério Público, por meio de outros inquéritos civis envolvendo 29 municípios da região sul do Piauí, passou a fiscalizar a ação dos Poderes Públicos na adoção de medidas concretas de combate à seca.Assessoria de Comunicação SocialMinistério Público Federal no Estado do Piauí

 

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