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GAZ DE XISTO – Fonasc-Cbh apresentou uma moção que foi aprovada na 4a Conferência Nacional de Meio Ambiente,

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nov
27

O Fonasc-Cbh apresentou moção que foi aprovada na Conferência, como Moção de Apoio #19

Destinatário: Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), Câmara Técnica Águas Subterrâneas (CTAS), Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA); Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Congresso Nacional Entidade/Instituição Proponente: Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas (FONASC-CBH) e Fórum Ambientalista do Paraná Proponente: Juliano Bueno de Araújo

Número de assinaturas: 148

Os membros Delegados da 4ª Conferência Nacional do Meio Ambiente apóiam a criação dos GTs (Grupos de Trabalho) do CNRH – CTAS – GT gás do xisto que visa normatizar, pesquisar e definir se há riscos na exploração de gás de xisto / shale gás, pois o Brasil ainda não tem estudos técnicos e científicos que garantam a segurança da exploração do gás de xisto, sem afetar o meio ambiente, e, principalmente o lençol freático e os aqüíferos do país, colocando em risco a segurança hídrica nacional e suas reservas de águas subterrâneas. Requerendo portanto recursos inanceiros , humanos e científicos técnicos aos Conselhos CNRH e CONAMA, especialmente à CTAS-CNRH da GT do gás do xisto / GT-xisto, bem como recomenda a não exploração e explotação destas reservas naturais de gás não convencional, gás de xisto – shale gás, às quais à ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Bicombustíveis quer leiloar em sua 12ª rodada de licitações no dia 28/11/2013 no RJ, os quais neste momento podem gerar severos riscos à segurança nacional hídrica e também à segurança nacional, alimentar.

veja mais em

http://www.conferenciameioambiente.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/Mo%C3%A7%C3%B5es_4CNMA.pdf

riscos

Conheça aqui todas as moções aprovadas na 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente.

saiba mais.

Juliano Bueno de Araujo

Fonasc. CBH/MA apoia II Semana de Engenharia/Arquitetura da Faculdade Pitágoras

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nov
21

SÃO LUÍS – O Fonasc. CBH/ MA apoiou a II Semana de Engenharia/Arquitetura da Faculdade Pitágoras em São Luís – MA. Com o tema: “A Engenharia e a Arquitetura do futuro e o atual cenário tecnológico”, o evento tinha como objetivo oferecer atividades que complementem a formação acadêmica e profissional dos graduandos.
A semana trouxe um espaço privilegiado de atualização de conhecimento técnico e interdisciplinar, e tinha como visão “tornar-se um evento reconhecido como fonte de conhecimento pela comunidade de Engenharia e Arquitetura maranhense, assim como, servir de referência no meio acadêmico”.
A Palestra Tecnologia EPs ministrada pelo Engenheiro Civil Álvaro Nasser, Engenheiro Civil e pelo Engenheiro Agrônomo Jorge Cunha, ganhou destaque na Semana de Engenharia. Os Engenheiros explicitaram o modo de construção de casas por meio da Tecnologia de EPs.
Com o apoio a Semana de Engenharia O Fonasc. CBH/MA fortalece o seu papel social.

Casas em EPS

A construção de uma casa em EPS é muito mais barata que uma casa convencional, logo se torna acessível a um público maior de pessoas com menor renda. É super leve já que 98% do material são formados por ar e 2% de poliestireno expandido, com isso não polui, e não prejudica estradas com caminhões super pesados, facilitando a logística na hora da entrega. É resistente a altos níveis de terremoto, a incêndio, bolor, e outros acidentes, e não absorve água, então sem umidade, dando mais segurança nos valores investidos para aquisição do imóvel. É rápida, pois não necessita de vigas e colunas, além de ficar mais barata já que o EPS é leve o gasto com a estrutura fica menor, pois planeja se uma algo para sustentar um peso menor. É termo acústico, controla a temperatura reduzindo os custos com ar condicionado, e dando conforto em relação a sons. O máximo disso tudo é o não desperdício e obra limpa. Os andaimes são utilizados ao mesmo tempo para nivelarem as paredes.

Tecnologia EPS
Fonte: Strataus

EPS é a sigla internacional do Poliestireno Expandido, este plástico celular rígido foi descoberto pelos químicos Fritz Stastny e Karl Buchholz quando trabalhavam nos laboratórios da Basf na Alemanha.
Os sistemas construtivos em EPS são atualmente o que há de mais avançado na construção civil na Europa, Estados Unidos e Canadá, onde sua aplicação alcança índices de crescimento acima do normal para economias estáveis como os países do primeiro mundo. Sistemas monolíticos, ICF (Insulating Concrete Forms), SIP (Strutural Insulating Panels) são soluções para a construção civil moderna, preocupada com o meio ambiente, redução de custos, racionalização de energia, além de conforto térmico acústico dos usuários. Com o avanço da tecnologia o poliestireno expandido cada vez mais faz parte das nossas vidas. Atualmente, está sendo utilizado na substituição da cerâmica da laje de concreto, sob a forma de caixão perdido e formas para concreto. Aos poucos esta tecnologia está revolucionando a construção civil, facilitando a edificação, pois é muito mais leve (98% do seu volume é constituído de ar), além de ser térmico, ter alta resistência à compressão, à vibração mecânica e baixa absorção de umidade. Mas o grande atrativo está na queda dos custos para edificação de uma laje, seja ela de cobertura ou piso.

Composição do sistema:
- Blocos em EPS;
- Concreto Líquido;
- Aço 3/8, 5/16;
- tela estruturante para o chapisco;
- Chapisco rolado ( argamassa aditivada aplicada com rolo de textura );
- Reboco ou revestimento a gosto…

Aplicação:

Blocos de encaixe, vazados em isopor ( 1,25 de comprimento x 0,30 de altura x 0,25 de espessura ), para a construção de casas, prédios, piscinas, muros de arrimo, escadas, galpões, hospitais, igrejas, escolas, … Alvenaria estrutural revestida de EPS.

Vantagens:

- Obra Limpa;
- 50% mais rápida;
- Ecologicamente Correta;
- Menos de 2% desperdício;
- Não exige mão de obra especializada para a execução;
- Conforto térmico e acústico;
- Paredes sem mofo e infiltrações;
- Economia de até 20% no global da obra.

FONASC PR – FRACKING NO ESTADO DO PARANÁ NÃO – STOP FRACKING

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nov
20

FONASC PR – FRACKING NO ESTADO DO PARANÁ NÃO – STOP FRACKING

Hoje a FEPAM/FÓRUM AMBIENTALISTA/FONASC-CBH esteve em reunião com o Deputado Estadual Rasca Rodrigues – PV e construiu uma agenda comum na questão do Fracking – O Eng. Juliano Bueno de Araujo, representando o FONASC-CBH, FEPAM Federação Paranaense de Entidades Ambientalistas, Fórum Ambientalista do Paraná, onde aprovou no CNRH Conselho Naciol de Recursos Hídrico s através da CTCT e CTAS – Nota Técnica e Moção à Resolução que define a Moratória Técnica e os riscos a exploração do Xisto /Fracking bem como os impactos aos recursos hídricos, riscos a saúde, riscos aos trabalhadores, etc.

Acompanhou ainda o processo de construção conjunta do : FRACKING NO PARANÁ NÃO – STOP FRACKING, o ambientalista Roberto Gava.

Portanto no dia 6 de Dezembro as 8:30 teremos uma audiência pública na ALEP Assembléia Legislativa do Paraná – com a Apresentação Técnica dos Impactos no Estado do Paraná, onde a chamada da audiência esta sendo realizada pelo Deputado Estadual Rasca Rodrigues-PV teremos ainda a participação do SINDIPETRO, Deputado Tadeu Veneri-PT, Representante do CNRH,Representante do CONAMA, Fórum do Movimento Ambientalista do Paraná.

Hoje teremos ainda palestra na UFPR Campus Litoral sobre o assunto : http://sagaufpr.wix.com/saga#!programacao/c7ms

Nas próximas semanas esta agendado : UEM, UEL, UEPG, UNICENTRO, PUC-PR, e DIVERSAS CÂMARAS MUNICIPAIS.

FONASC MA – Audiência Pública no plenário da Câmara Municipal de São Luís, objetivando a criação e implantação de projeto de parceria intergovernamental para despoluição e revitalização do Rio Anil

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nov
20

FONASC MA – Audiência Pública que esta Casa Legislativa realizará dia 21/11/13, às 14h, no plenário da Câmara Municipal de São Luís, objetivando a criação e implantação de projeto de parceria intergovernamental para despoluição e revitalização do Rio Anil

A Comissão Permanente de Meio Ambiente da CÂMARA DOS vereadores DE SÃO LUIZ ,PROMOVE E CNVIDA PARA participar de Audiência Pública que esta Casa Legislativa realizará dia 21/11/13, às 14h, no plenário da Câmara Municipal de São Luís, objetivando a criação e implantação de projeto de parceria intergovernamental para despoluição e revitalização do Rio Anil e urbanização das suas margens. Essa audiência se faz pela importância do Rio Anil que é um dos principais rios maranhenses, sendo que às margens deste rio foi fundado o primeiro núcleo do que viria a ser a atual cidade de São Luís. As águas do Rio Anil foram utilizadas por muito tempo para o consumo humano, para a pesca e na década de 60 teve um papel de grande importância para o desenvolvimento de São Luís, servindo desde meio de comunicação a via de transporte de diversos gêneros como produtos agrícolas e matéria-prima para as indústrias. Milhares de pessoas dependiam diretamente das águas do Rio que nos últimos 20 anos tem sido alvo de lançamento de esgoto, lixo e desmatamento e atualmente, encontra-se com altos índices de poluição, sendo necessário urgente a execução de um projeto com caráter mencionado, inclusive objetivando potencializar as nascentes para não ocasionar a morte total do Rio.

Indústria do Gás de Xisto é nova frente de riscos exploratórios e conflitos, por Oswaldo Sevá

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nov
20

Indústria do Gás de Xisto é nova frente de riscos exploratórios e conflitos, por Oswaldo Sevá

Os gases das camadas de xisto, em profundidades entre dois mil e mais de três mil metros, vêm sendo extraídos em várias bacias sedimentares pelo mundo afora por um método que os norte-americanos popularizaram como fracking, uma corruptela de hydraulic fracturing, ou seja, fraturamento hidráulico.alt

Mesmo sem ser especialista nessas técnicas de perfuração e produção de gás, considero esta uma tecnologia do tipo “raspar o fundo do tacho”, “torcer a toalha até a ultima gota” .

Objetivamente, pode-se indicar com alguma precisão, por meio de levantamentos sísmicos e modelos computacionais, onde está e quais as dimensões de cada camada rochosa de xisto, que é uma espécie de carvão mineral e, como este, contém hidrocarbonetos gasosos em seus poros, interstícios e óleos entranhados.

Mas… não se pode saber o quanto existe nem quanto pode ser coletado do tipo similar ao gás natural, com boa proporção de metano (CH4), de interesse comercial já estabelecido.

Bota pra quebrar: atrás do xisto

O fracking pode ser assim resumido:

- no ponto escolhido para perfuração – que pode estar numa fazenda, numa comunidade rural, numa área protegida, no subúrbio de uma cidade –, montam-se torres com brocas, constroem-se galpões e tanques para os insumos, estacionam-se caminhões especiais e outras máquinas pesadas, como geradores e compressores, funcionando 24 horas por dia.

- gasta-se uma enorme quantidade de borra composta de água, areia refinada e produtos químicos variados, e também uma boa proporção de combustível e eletricidade para poder retirar restos de hidrocarbonetos gasosos entranhados nas camadas de xisto por meio de um procedimento invasivo destrutivo: aumentar e ampliar as fissuras, fraturar as rochas, quebrá-las de modo praticamente incontrolável, introduzindo essa borra química sob pressão em uma tubulação vertical, até alcançar a “rocha-mãe” do xisto, e depois, perfurando-a na horizontal, entrando no miolo da rocha, botando pra quebrar!

- a borra retornada para a superfície é uma espécie de salmoura contendo os gases que interessam, que são separados, tratados e despachados por gasodutos até os centros de consumo.

- a borra contém compostos químicos contaminantes e deveria ser tratada em estações específicas, caras, e cujo subproduto também é de difícil destinação; muitas vezes a opção das empresas é estocar a borra de retorno em bacias de rejeito na superfície (como as da mineração) e depois fazer a reinjeção no subsolo; aí reside um dos grandes riscos aos lençóis freáticos e aos poços artesianos – os compostos químicos podem migrar no subsolo e atingir grandes profundidades, com o que também os aquíferos profundos correm risco de contaminação.

Mundo afora: resistências à velocidade do fracking e os impactos sociais e ambientais

Pelo mundo afora, o fracking se amplia vorazmente e, junto com ele, reclamações, desconfianças, protestos e tentativas de enquadrar, controlar as consequências, restringir a atividade nos EUA, Argentina, Tunísia, Argélia, Espanha, França, Ucrânia, dentre outros.

Nos EUA, estima-se que 90% dos poços de gás natural sejam do tipo faturamento hidráulico, respondendo por cerca de 25% da produção total de GN. As principais operadoras são as nossas conhecidas Exxon Mobil, BP, Conoco Phillips, Chevron e as menos conhecidas Cheseapeke Energy, considerada a maior operadora internacional de gás de xisto, mais a Anadarko, Devon, Southwestern e outras cujos nomes que certamente estarão no Brasil nas rodadas de licitações da ANP.

Um dos sites que melhor acompanham a luta política e os movimentos sociais naquele país, o “Truthout”, mantém aberto um dossiê para acompanhar os protestos e manifestações públicas nos 31 Estados onde as perfurações avançaram nos últimos anos -

http://truth-out.org/news/item/8740-gas-rush-fracking-in-depth

Ali se pode saber das propostas do governo do Estado de Nova York para interditar a atividade em áreas próximas das captações de água para as cidades e nas terras públicas.

Em muitos outros locais, há suspeitas de que a ampliação do fracking possa comprometer o suprimento público de água, e há ainda alguns casos famosos em áreas rurais com poços artesianos, onde a água da torneira pega fogo…

Outras matérias tratam das manobras legislativas e tributárias das operadoras que não estariam pagando os royalties devidos aos proprietários dos locais de perfuração e aos governos.

Além disso, as empresas não revelam, resistem a informar ao próprio governo exatamente quais compostos químicos entram na lama de perfuração, e fazem lobby constante para afrouxar requisitos ambientais, licenciamentos pela agência EPA e para rebaixar os padrões de contaminação da água e do subsolo.

As poucas pesquisas tornadas públicas mostram níveis elevados de contaminação da água subterrânea por metais pesados; por exemplo, na Pensilvânia, entidades médicas reivindicam do governo estadual que faça estudos dos efeitos sobre a saúde pública antes de autorizar as perfurações.

Problemas também se somam nas áreas de extração de areia, onde dunas e morros são desmontados rapidamente para suprir o insumo mais ponderável da borra de fraturamento. E o cerco do shale gas vai apertando: áreas suburbanas também vão sendo perfuradas, com problemas ainda maiores afetando moradores, suas atividades produtivas e o funcionamento dos serviços coletivos.

No Estado de Ohio, há evidências de que tremores de terra e pequenos terremotos estariam sendo provocados pelo fracking. Pode-se ver a respeito, no mesmo site “Truthout”, a investigação do jornalista Mike Ludwig: http://truth-out.org/news/item/10606-special-investigation-the-earthquakes-and-toxic-waste-of-ohios-fracking-boom

Outros informes bem detalhados podem ser obtidos no site “ProPublica Journalism in the public interest”, cuja linha principal é acompanhar os casos de saúde pública, os problemas das coberturas de saúde pública e privada, as relações entre médicos e laboratórios e outros casos de ética médica. E que também colocou em destaque uma série especial sobre a rápida expansão do fracking em tantas localidades norte-americanas – http://www.propublica.org/series/fracking

No Canadá, províncias como British Columbia e Alberta oferecem vantagens para empresas perfurarem, enquanto na província de New Brunswick, em 17 de outubro desse ano, uma tropa de duzentos homens da Polícia Montada canadense reprimiu com violência grupos indígenas que protestavam contra o fracking, bloqueando a rodovia de acesso à empresa petrolífera Southwestern em suas terras – http://www.truth-out.org/news/item/19496-canadian-police-use-military-tactics-to-disperse-indigenous-anti-fracking-blockade

O enfrentamento na Argentina versus passividade brasileira

Na vizinha Argentina, o desembarque de las petroleras na busca do gás de xisto foi recebido com bastante resistência em várias localidades, como no caso das províncias de Chubut, Entrerios, Neuquén, Mendoza. Por conta dos problemas da indústria petrolífera no país, que persistem há décadas, uma frente de entidades de populações atingidas e de militantes mantém o excelente site “Observatório Petrolero Sur” -http://www.opsur.org.ar/blog/

Monitorando de perto os desmandos e manobras da indústria e mobilizando campanhas nacionalmente, já editou o segundo número de uma revista chamada Fractura expuesta – cujo editorial qualifica a expansão do gás de xisto naquele país como uma Blitzkrieg , uma guerra relâmpago. Interessante que o fato de a YPF ter sido retomada pelo governo de Cristina Kirchner, expropriando a espanhola Repsol, parece não alterar a disposição da frente anti-petroleiras – o que no Brasil seria considerado uma heresia, imaginem! questionar a Petrobrás…

“Transcurrido un año de la expropiación a Repsol, la formación Vaca Muerta sigue siendo un horizonte: lo que la empresa no pudo avanzar en la explotación, por falta de recursos financieros y tecnológicos, lo hizo en el plano publicitario, no sólo presentándose como una alternativa confiable para el desarrollo nacional, sino como posibilidad de ahorro ante la inflación y el cepo al dólar. También ganó en publicidad lanzando al ruedo otras formaciones que se suman a la batalla por una “Argentina Potencia no convencional”: las formaciones Pozo D-129 y Aguada Bandera, estrellas de la Cuenca del Golfo San Jorge; Los Molles, Agrio y Las Lajas, en la Cuenca Neuquina, con menos prensa que su par bovina; Cacheuta, en Mendoza, la guarnición novedosa del banquete de Chevron; y Los Monos, en Salta, precalentando para entrar a la cancha” – http://www.opsur.org.ar/blog/2013/07/04/descargate-invasion-fracking-el-segundo-numero-de-fractura-expuesta/

No mesmo editorial, o pessoal do Opsur ressalta a entrada da Chevron em território argentino com essa tecnologia de faturamento como parte de uma estratégia das oil sisters na ótica da chamada segurança energética… dos EUA. Uma das matérias da revista trata da atuação intensa do Departamento de Estado dos EUA, que propagandeia a “revolução dos não-convencionais” e instrumenta intercâmbios e programas de capacitação com diversos países. Outra matéria destaca as idas e vindas desde a primeira proibição parcial do fracking em 2011 pela Assembleia Nacional francesa, até a tramitação, em 2013, de um novo projeto de lei apresentado por um deputado da maioria socialista-ecologista de François Hollande, para ampliar o conceito de faturamento hidráulico e proibi-lo de forma geral.

Aqui também os contrastes com o Brasil são inevitáveis, e de novo ficamos em inferioridade: o governo nada socialista de Rousseff e Temer jamais proibiria qualquer expansão projetada pela indústria petrolífera. A Chevron fez o que fez no campo de Frade, Rio de Janeiro, de certo modo foi acobertada pela Petrobras e, desde o início, francamente blindada pela grande mídia. Passado um ano e pouco, na prática, a Chevron ficou impune e está de novo posando como parceira em importantes projetos considerados de interesse nacional – a ver nos próximos dias, em quantos dos blocos da 12a. rodada ela vai se apresentar e levar a prenda.

Enfim, a conjuntura brasileira de novembro de 2013 será marcada pela 12a. rodada de licitações da ANP, prevista para os dias 28 e 29. O fracking é denominado marotamente de “não convencional”, e seriam “leiloados” duzentos e quarenta blocos territoriais com áreas variando de dezenas de km2 até mais de dois mil km quadrados, nos Estados do Acre, Amazonas, Piauí, Maranhão, Goiás, Tocantins, Sergipe, Alagoas, Bahia, Mato Grosso. No caso do Oeste de São Paulo e do norte do Paraná, é sabido que no subsolo dessa região, que a ANP chama de Bacia sedimentar Paraná, encontra-se o valioso Aquífero Guarani, com vários trechos de afloramento e de recarga em áreas onde a invasão fracking se prepara.

Último ponto, e motivação principal desse artigo: os questionamentos vindos da oposição e da esquerda sobre as decisões de governo e da agência reguladora são sempre de ordem econômica, da renda petrolífera, e relativos à soberania. São em geral críticas justas, pertinentes, mas parece que seus autores não sabem – ou, se sabem, não dão valor – dos graves e disseminados problemas de poluição e de riscos de acidentes.

Também é como se não existissem as numerosas situações de desrespeito aos direitos humanos e políticos, que caracterizam a espoliação das populações residentes nas áreas eleitas para sediar os projetos de prospecção, exploração e as infraestruturas dessa toda poderosa indústria petrolífera.

Mais que nunca, é uma indústria sem pátria, corruptora de autoridades e de pesquisadores, modeladora das pautas da mídia, incansavelmente antidemocrática. Agora, ela vai botar pra quebrar com o gás de xisto.

Que sejam ouvidos pelos de mente aberta, que sejam benvindos às nossas lutas aqueles que criticarem, resistirem e enfrentarem o fracking.

Oswaldo Sevá é professor aposentado do Departamento de Energia da FEM e participante do Doutorado em Ciências Sociais, da Unicamp

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FONASC PI – PARTICIPAMOS E APOIAMOS O SEMINARIO DA COMISSAO INTERINSTITUCIONAL PRO COMITE DE BACIA DO RIO PARNAIBA

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nov
19

http://fonasc-cbh.org.br/wp-content/uploads/Convite-Bacia-Hid.jpg

FONASC APOIA PROPOSTA DE NOTA TÉCNICA DA CTCT sobre Estudos , Desenvolvimento Tecnlógico e Moratória Técnica sobre a Exploração e Explotação de “Shale Gas – Gas de Xisto – Gas não convencional” .

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nov
15

FONASC APOIA PROPOSTA DE NOTA TÉCNICA DA CTCT sobre Estudos , Desenvolvimento Tecnlógico e Moratória Técnica sobre a Exploração e Explotação de “Shale Gas – Gas de Xisto – Gas não convencional”

Na 83a reunião da CTCT CÄMARA TECNICA DE CIENCIA E TECNOLOGIA DO CNRH, O FONASC ENGENDROU ESFORÇOS PARA QUE O CNRH SE POSICIONE A CERCA DA EXPLORACAO DE GAS DE XISTO . NA OPORTUNIDADE NOSSA REPRESENTACAO, ATRAVES DO COMPANHEIRO ENGO JULIANO BUENO DE ARAUJO DO FORUM PARANAENSE DE MEIO AMBIENTE PROPOS E FOI APROVADA MANIFESTACAO DESSA CAMARA SOBRE A EXPLORACAO DE GAS DE XISTO NO QUE FOI ENCAMINHADO A PRESIDENCIA DO CNRH NOTA TÉCNICA DESSA CAMARA sobre “Estudos , Desenvolvimento Tecnlógico e Moratória Técnica sobre a Exploração e Explotação de “Shale Gas – Gas de Xisto – Gas não convencional” . QUE PODE SER acessada no link http://fonasc-cbh.org.br/?wpfb_dl=370 veja

FONASC REIVINDICA ATUALIZACAO E INFORMACOES SOBRE PLANOS DA MARGEM DIREITA DA BACIA DO AMAZONAS E ARAGUAIA TOCANTINS NA 78º Reunião da CTPNRH

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nov
15

FONASC REIVINDICA ATUALIZACAO E INFORMACOES SOBRE PLANOS DA MARGEM DIREITA DA BACIA DO AMAZONAS E ARAGUAIA TOCANTINS NA 78º Reunião da CTPNRH

DENTRE OS INSTRUMENTOS DA POLITICA DE RECURSOS HIDRICOS A IMPLEMENTACAO DOS PLANOS DE BACIAS SAO DE IMPORTANCIA ESTRATEGICA POIS TENTAM FUNDAMENTAR BASE LEGAL PARA A IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS QUE HOJE SE MOSTRA QUESTIONAVEIS SIB PONTO DE VISTA ECONOMICO AMBIENTAL E SOCIAL , EIVADOS QUE ESTAO DE DESVIOS LEGAIS E LEGITIMADOR DE INTERESSES PRIVADOS .

TEM SIDO UMA CONSTANTE O ESFORCO DAS REPRESENTACOES DO FONASC NO CNRH , AO LONGO DO TEMPO , PARA QUE A ADOCAO DESSE INSTRUMENTO HOUVESSE DE MANEIRA A NAO LEGITIMAR ILEGALIDADES E AGRESSOES AO MEIO AMBIRNTE E AOS GRUPOS SOCIAIS NOTADAMENTE NAS BACIAS DO ARAGUAIA TOCATINS E AMAZONAS. O QUE VEIO A ACONTECER COM A APROVACAO PELO CNRH DOS PLANOS QUE DENOMINAMOS NA EPOCA PLANOS MEIA SOLA PARA REGIAO AMAZONICA E TOCANTINA ATRAVES DAS RESOLUCOES.. A Resolução nº 128, de 29 de junho de 2011 QUE Aprovou o Plano Estratégico de Recursos Hídricos dos Afluentes da Margem Direita do Rio Amazonas e a .Resolução nº 101, de 14 de abril de 2009 que aprovou o Plano Estratégico de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica dos rios Tocantins e Araguaia. E a Resolução nº 129, de 29 de junho de 2011 que Estabeleceu diretrizes gerais para a definição de vazões mínimas remanescentes. Esta ultima veio mostrar o terrível engodo que na verdade serviu-se do CNRH para facilitar atraves de facilitação para legitimação e implantação de empreendimentos minerários em terras indígenas na área de implantação DA UHE BELO MONTE conf publicamos no site http://fonasc-cbh.org.br/?p=9496 – Um péssimo e nefasto uso desse instrumento da politica das aguas associado a uma grande desinformação social sobre os instrumentos de gestão das aguas

A APROVACAO dessas resolucaoes aconteceu a revelia das constantes manifestações da representação do FONASC quanto aos riscos á comunidades e ao Estado de Direito expressadas atraves dos documentos e avaliaçoes do FONASC constantes nos pareceres http://fonasc-cbh.org.br/?wpfb_dl=17 e http://fonasc-cbh.org.br/?wpfb_dl=75

ATRAVES DO RELATÓRIO E DOCUMENTACAO E e Encaminhamentos na 78º Reunião da CTPNRH DE 13 DE NOVEMBRO ESTAMOS ENGENDRANDO ESFORCOS PARA REVISAO DESSES NORMATIVOS CONFORME SOLICITACAO AFIRMADA NA CTPNRH CONSTANTE NO RELATO E PROGRAMACAO DAS ATIVIDADES DESSA CAMARA ABAIXO

Prezados,

Conforme solicitado na reunião da CTPNRH realizada em 13 de novembro de 2013, segue em anexo: a apresentação do MPOG; o Informe sobre a Execução das Prioridades do PNRH para 2012-2015; a tabela de prioridades da CTPNRH e a proposta de enquadramento da Bacia do Rio Paranaíba.

Os encaminhamentos para a próxima reunião:

- Reunião conjunta da CTPNRH com a CTPOAR para discutir a proposta de enquadramento da Bacia do Rio Paranaíba (em anexo);
- Apresentação da Minuta de Resolução da instância de acompanhamento dos planos, formada pelo grupo: Adriana Lustosa (SRHU); José Luiz Zoby (ANA); João Clímaco (ONG); Zeila Piotto (Indústrias) e Lucia Minervino (MME);
– Relato sobre o andamento do Plano de Bacia do Alto Paraguai;
- Apresentação do ZEE (SRHU);
- Apresentação do Plano Estadual de SP;
- Contribuições da CTPNRH ao Programa Gestão e Conservação do PPA (disponível no link que está ao final da apresentação do MPOG em anexo);
- Apresentação do Plano da margem direita do Amazonas; e
- Eleição da presidência da CTPNRH.

Informamos ainda o cronograma de reuniões de 2014 da CTPNRH: 11 e 12 de fevereiro 2014 (essa data será confirmada com a CTPOAR e informada aos membros); 08 e 09 de abril de 2014; 05 e 06 de agosto de 2014; 07 e 08 de outubro de 2014; 02 e 03 dezembro de 2014.

Qualquer dúvida ou informação adicional, favor entrar em contato com Juliana Guedes C. Bezerra – relatora da CTPNRH, pelo telefone (61) 2028-2626 ou pelo e-mail: juliana.bezerra@mma.gov.br.

Atenciosamente,
Secretaria Executiva do CNRH
Consulte a Agenda de reuniões do Conselho em nossa página na internet
www.cnrh.gov.br/agenda/main.htm
Antes de imprimir, pense em seu compromisso com o Meio Ambiente

FONASC-CBH APOIA DIVULGA E PARTICIPA DO SEMINARIO MEIO AMBIENTE E CIDADES RESILIENTES

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nov
14

FONASC-CBH APOIA DIVULGA E PARTICIPA DO SEMINARIO MEIO AMBIENTE E CIDADES RESILIENTES

 

Veja  a programacao aqui

Fonasc. CBH-MA -PROGRAMA DE MOBILIZACAO E EDUCACAO AMBIENTAL participa de reunião do CIJBHRJ

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nov
13

Fonasc. CBH-MA participa de reunião do CIJBHRJ-Comitê Infanto Juvenil da Bacia do Rio Jeniparana

SÃO LUÍS – Cumprindo a agenda de trabalho do Comitê Infanto Juvenil da Bacia do Rio Jeniparana no último sábado aconteceu mais uma reunião do CIJBHRJ no Colégio Nossa Senhora da Conceição, secretaria executiva do CIJBHRJ. A pauta era extensa e começo pela avaliação do processo de participação nas  IV Conferencia  Infanto-Juvenil de Meio Ambiente e na  IV Conferencia de Meio Ambiente. Foi emocionante e gratificante o depoimento do aluno João Lucas de Araujo  Oliveira da Escola Educando e membro do CIJBHRJ que representou a Rede de Escolas Comunitárias que relatou aos presentes a experiência vivida por ele em todo o processo afirmando que fora gratificante e que iria levar essa experiência para o resto de sua vida.

Em seguida a Profª Gracy da Escola Irmã Maria do Socorro Que participou da IV Conferencia Nacional de Meio Ambiente em Brasília em seu depoimento trouxe pontos importantes como as percepção da importância de nossos processos formativos e de capacitaçã , da união de todos em prol do trabalho de todos nós , e da relação muito intrínseca entre recursos hídricos e resíduos sólidos. E nos deu uma boa notícia  que havia sido aprovada a moção apresentada pelo Maranhão  que tratava da urgência na criação dos CBH’s no nosso estado.

O CIJBHRJ aceitou o convite feito pela Rede Coroado de Natal Para Participar no próximo dia 1 de dezembro do 7º Coroado de Natal a ser realizado no Viva Luciano Moreira no Alto do São Sebastião- Coroadinho , realizando palestras para as crianças da Bacia do Rio Bacanga.

Ainda como item da pauta foi discutido o processo de mobilização e articulação para as próximas eleições do CIJBHRJ  que deverão ocorrer no início de 2014 e com posse da nova diretoria em 22 de março de 2014. Como encaminhamento tirado da reunião já podemos dizer que teremos a participação de novas escolas : Escola Shalom  e a Associação das Crianças Carentes da Vila Santa Clara ambas também inseridas na bacia hidrográfica do Rio Jeniparana.

A reunião contou com participação do engenheiro ambiental Wellington  Cunha dos Santos – que  seu TCC de final de curso estudou a bacia hidrográfica do Rio Jeniparana e em de seus capítulos faz referência ao trabalho do CIJBHRJ e da técnica de meio ambiente Gislene que conheceram o trabalho do CIJBHRJ pelo facebook e atenderam o convite de esta presente a reunião e já se tornaram parceiros das ações do CIJBHRJ e no nosso próximo dia 23 já participam do trabalho.

Estamos todos de parabéns, o Fonasc. CBH- MA, O  CIJBHRJ, as escolas comunitárias, os nossos parceiros e apoiadores. Chegamos  ao final de 2013 colhendo os frutos de muitas e muitas horas de trabalho, de muita competência, de seriedade e de dedicação disse Thereza Christina ao encerrar a reunião

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