MG – A última grande área significativamente preservada de áreas de canga (3,…5 mil ha), essenciais para a recarga dos aquíferos que abastecem a Região Metropolitana de Belo Horizonte

FONASC PI – Segurança de governador do PI arranca e rasga cartaz de sertanejo pedindo água.
Segurança de governador arranca e rasga cartaz de sertanejo pedindo água

FONASC.MA Mobilização e Educação Ambiental “Lendo na Praça” leva milhares de crianças ao Viva Cidade Operária
FONASC.MA Mobilização e Educação Ambiental “Lendo na Praça” leva milhares de crianças ao Viva Cidade Operária
RIO PARAGUAI – FONASC APOIA ” Diálogos de Saberes: Os impactos das represas e da fragmentação dos rios na pesca artesanal e modos de vida locais. “
RIO PARAGUAI – FONASC APOIA ” Diálogos de Saberes: Os impactos das represas e da fragmentação dos rios na pesca artesanal e modos de vida locais. “

Prezados
| DATA |
O QUE |
LOCAL | HORAS |
Responsável |
| 12/10/13 | Celebração de Abertura do Mês do Rio Paraguai | Jd. Do Trevo | 19:00 |
Fé e Vida Comitê |
| 16/10/13 | Manifestação Pública dos Povos do Campo, das Águas e das Florestas | - Nas ruas de Cáceres. | 09:00 | Movimento
Unitário Fé Vida |
| 23/10/13 | Noite Cultural Pantaneira –
|
Cuiabá- FETAGRE-MT
|
19:00 | GRUPO RAÍZES |
| 25/10/13 | Encontro Pantanal/Bioma Medicinal –
|
Chácara Tuiuiú | 09:00 | Fé e Vida |
| 30/10/13 | Caravana da Agroecologia rumo ao 3º-ENA | PRAÇA BARÃO | 17:30 | FASE |
| 30/10/13 | FORÚM DA SOCIEDADE CIVIL- PACTO DAS NASCENTES | SESI | 10:00 | Comitê P. e Pacto
|
| 06/11/13 | Assembleia da Criação do Comitê de Bacia do Rio Cabaçal
|
Local: RESERVA DO CABAÇAL | 09:30 | COMITÊ E
GAIA |
| 10/11/13 | LIMPEZA DO RIO PARAGUAI – | Saída Rampa da CEMAT | 07:00 | Capitão Renato |
| 12 a 14/11/13 | Encontro Internacional de Pesca | Hotel Village
|
09:00
|
GAIA
|
| 14 e 15/11/13 | ASSEMBLEÍA DA REDE PANTANAL- | Local: Chácara Tuiuiú | 18:00 | GAIA
|
| 10 a 14/11
2013 |
ARTICULAÇÃO NAS ESCOLAS
Secretaria M. de Educação Projeto Lobo Guará |
ESCOLAS | COMITÊ
POPULAR |
|
| 14/11/13
Assembleia Popular RIO PARAGUAI/ PANTANAL
PRAÇA BARÃO |
· 06:00- Romaria Fluvial do Rio Paraguai
· 07:00- Ato Público pelo Rio- Caís da Praça Barão · 07:30- Feira Pantaneira- Praça Barão · 10:30- Representantes de ONGS, MUNICIPIOS, COMITÊS, ORGÃOS PÚBLICOS, SINDICATOS, ASSOCIAÇÕES e outros documentar encaminhamentos. Local: SEMATUR · 14:00- Compromisso e Encerramento PRAÇA BARÃO |
Comitê
Popular/ GAIA/ FÉ E VIDA RAÍZES GUARÁ |
||
MARQUE SEU ENCONTRO COM O RIO PARAGUAI/ PANTANAL
GAZ DE XISTO -O FONASC-CBH participou da 85a. Reunião do CTAS do CNRH Conselho Nacional de Recursos Hidricos, em conjunto com a ANP no sentido de construir as regulamentações e normatizações, referentes a Exploração de Gaz de Xisto.
Gas de Xisto – O FONASC-CBH esteve participando através dos ambientalistas Conselheiros Gislaine Margarida Pereira – FONASC-MG/Articulação Popular São Francisco Vivo e GT MA APH e Juliano Bueno de Araujo – FONASC-SUL e FONASC-SC e FONASC-RS / FEPAM / Fórum do Movimento Ambientalista do Paraná. – nos dias 23 24 de Outubro na 85a. Reunião do CTAS do CNRH Conselho Nacional de Recursos Hidricos, em conjunto com a ANP no sentido de construir as regulamentações e normatizações, referentes a Exploração de Gaz de Xisto.
O FONASC-CBH e o Fórum do Movimento Ambientalista do Paraná, através de um Convênio e Parceria, tiveram relevante participação, garantindo aprovação e encaminhamento de uma Moção Regulatória onde foi aprovasdo a criação de GT do Gaz de Xisto, Garantindo desta forma copntinuidiade de discussão para uma ampla pesquisa, estudos e o pleno desenvolvimento das regulações e normatizações para que se garanta Máxima de Segurança Hídrica.
http://www.anp.gov.br/

FONASC-CBH e FÓRUM AMBIENTALISTA DO PR REALIZA A CONSTRUÇÃO DE UMA AGENDA COMUM.
“SOMOS 265 ONGS -AQUI FAZEMOS O VERDADEIRO AMBIENTALISMO”
FONASC-CBH e FÓRUM AMBIENTALISTA REALIZA A CONSTRUÇÃO DE UMA AGENDA COMUM.
No dia 24/10/2013 em Brasília, na Casa das Redes – Fora do Eixo - www.foradoeixo.org.br – Ambas instituições estarão assinando o protocolo de intenções, parceria e convênio, na construção e ampliação da Agenda de ambos os Fóruns.
REDE AMBIENTAL DO PIAUÍ – Artigo SANEAMENTO AMBIENTAL EM BACIA HIDROGRÁFICA
REDE AMBIENTAL DO PIAUÍ – SANEAMENTO AMBIENTAL EM BACIA HIDROGRÁFICA
*Avelar Damasceno Amorim
Examinar os serviços de
saneamento ambiental nas bacias hidrográficas do Piauí compreende uma importante vertente de análise sobre essa questão, uma vez que as 12 (doze) sub-bacias hidrográficas – bacias difusas litorâneas, bacias difusas do baixo Parnaíba, bacias difusas do médio Parnaíba, bacias difusas da barragem de boa esperança, bacia hidrográfica do rio Pirangi, bacia hidrográfica do rio Longá, bacia hidrográfica do rio Poti, bacia hidrográfica do rio Canindé/Piauí, bacia hidrográfica do rio Itaueira, bacia hidrográfica do rio Gurguéia, bacia hidrográfica do rio Uruçuí vermelho – da grande região hidrográfica do rio Parnaíba, segunda em importância do nordeste brasileiro, está sendo regulamentado o uso das águas em suas delimitações.
A bacia hidrográfica, com suas especificidades geológicas, pedológicas, geomorfológicas e Biológicas atuando na captação, infiltração e escoamento da água, permiti o estudo da movimentação
da quantidade e qualidade para o atendimento da demanda pela população humana e animal.
O recorte do Estado do Piauí em bacias hidrográficas vai contribuir para os estudos da onservação e preservação dos nossos biomas – caatinga, cerrados e manguezais – e dos serviços ambientais. Tais serviços podem ser exemplificados, como aqueles de provisão e de suporte ( produção de matérias-primas, formação do solo, alimentos, etc.), de regulação (do clima e ciclo hidrológico) e culturais (educação, bem-estar emocional, etc.).
Nesse sentido, informações sobre população, uso do solo e água, produção em quantidade e qualidade de água e alimentos, saneamento ambiental na zona urbana e rural, bem como o uso adequado da mesma, são informações que permitem compreender os graus de vulnerabilidade dos recursos naturais, sociais e econômicos presentes nas bacias hidrográficas, bem como os serviços ambientais existentes.
O Brasil, desde 1997, instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos com o estabelecimento da lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997 – também conhecidas como lei das águas – que adota a divisão do território brasileiro em bacias hidrográficas. No Piauí, desde 2000, foi instituída a Política Estadual de Recursos Hídricos, com o estabelecimento da lei nº 5.165/2000. Assim, inovações consubstanciadas nos
princípios gerais de proteção ao meio ambiente e de desenvolvimento sustentável foram estabelecidas.
As bacias hidrográficas dos Brasil e em especial do Piauí, passaram a serem as unidades de planejamento territorial de gestão hídrica e ambiental e a água passou a ser considerada bem de domínio público, cuja gestão deve ser integrada, participativa e descentralizada. A água passa, ainda, a ser
dotada de valor econômico e sua gestão deve proporcionar o acesso e uso harmônico entre os diferentes setores usuários de água – indústrias, domicílios, comércio, agricultura (irrigação), pecuária, reendimentos
hidrelétricos, sistema de abastecimento de águas – SAAE’s, companhias de águas e esgotos – nas áreas urbanas e rurais.
O mapeamento da água distribuída per capita em nossas bacias hidrográficas, o estágio atual do esgotamento sanitário, a drenagem das águas pluviais, a limpeza urbana e a coleta, transporte, tratamento e destino final dos resíduos sólidos permite a elaboração de estatísticas relativas às sedes municipais da região hidrográfica ou aquela voltada à gestão política de somente um território municipal.
A bacia hidrográfica passa a ser, assim, na atualidade, um agregado territorial de importância estratégica para divulgação das pesquisas de tratamento d’água, esgotamento sanitário, drenagem de águas pluviais e manejo de resíduos sólidos, notadamente daquelas que incorporam a problemática ambiental
entre as questões levantadas, como é o caso da pesquisa nacional de saneamento básico.
Sem dúvida, um dos principais agentes poluidores das bacias hidrográficas é o esgoto sanitário. O alto número de municípios no Estado do Piauí, que não coletam e tratam seus esgotos torna a situação muito preocupante, principalmente nas cidades de maior adensamento populacional. Se considerarmos o percentual de esgoto tratado dos municípios, a situação é ainda mais crítica, pois nem todo esgoto coletado recebe tratamento, sendo jogado a céu aberto .
Finalmente, levando-se em conta estimativas da produção média de esgotos por habitante, de resíduos sólidos e demanda por água tratada e distribuição a população, é possível verificar que na maioria das bacias hidrográficas, a situação é crítica precisando urgentemente da construção do instrumento gerencial de saneamento urbano e rural – Plano municipal ou regional de saneamento básico.
______________________
Engº grº M.Sc. Especialista em gestão ambiental e de recursos hídricos; Ex preente do EMATER-PI; Ex-Superintendente do INCRA-PI; Diretor de Meio abiente do SENGE-PI; Representante do CREA-PI no Conselho Estadual de Meio mbiente-CONSEMA-PI; Coordenador da REDE AMBIENTAL DO PIAUÍ-REAPI.
FONASC RO – ENTREVISTA : O ESTADO DA ARTE DA CIENCIA E TECNOLOGIA NA POLITICA DE GESTÃO DAS ÁGUAS NA VISÃO DA REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL E MOVIMENTOS SOCIAIS REPRESENTADOS PELO FONASC NO CNRH E MMA.
A representação do FONASC-CBH na CTCT – CAMARA TÉCNICA DE CIENCIA E TECNOLOGIA DO CNRH – Conselho Nacional de Recursos Hídricos entrevistou o Prof. Rosalvo Stachiw da Universidade Federal de Rondônia que nos relata os desafios para levar as demandas da sociedade civil naquele colegiado sobre esse tema. Ele possui Bacharelado em Química pela Universidade Federal de Mato Grosso (2001), atuou na indústria de alimentos (ADM Company) em 2001/2002 no controle de qualidade, fez mestrado em ciências (química analítica/quimiometria) no CEFETPR
(2004) e doutorado em ciências na UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) em 2008, com o trabalho intitulado Modelagem e Simulação do Processo de Adsorção de Compostos Orgânicos em Xisto, Catalisador Exaurido de FCC e Carvão Ativado em Pó. Lecionou na Universidade Estadual e na Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Mato Grosso e, desde 2009, é professor Adjunto da Universidade Federal de Rondônia – UNIR, onde ministra aulas de Química Geral, Analítica e Orgânica. Além disso, faz parte do corpo editorial da Revista Brasileira de Ciências da Amazônia e é orientador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da UNIR. Atua em projetos de Extensão e Científicos. É membro representante do FONASC na Câmara Técnica de Ciência e Tecnologia do Conselho Nacional dos Recursos Hídricos. É coordenador do Laboratório de Análise de Águas da UNIR e concentra suas ações no tema Recursos Hídricos. e-mail: rosalvo_stachiw@yahoo.com.br.
O Prof Rosalvo traz essas informações no bojo de um intensa mobilização social que ora o FONASC apoia naquele
estado para que se institua a política Estadual de Recursos hídricos respeitando os princípios da participação e descentralização.Numa conjuntura marcada pelo apoio do FONASC PARA REALIZAÇÃO DE EVENTOS MOBILIZADORES da sociedade de Rondonia em prol das águas como aconteceu agora em Agosto com o SIMPOSIO DE RECURSOS HÍDRICOS DE RONDONIA .
Veja abaixo:
A CTCT tem uma agenda relacionada à questão da ciência e tecnologia nos usos dos recursos hídricos. O que ela pode
contribuir com novas referências para gestão das águas no país?
A CTCT pode contribuir com o desenvolvimento de mecanismos para o surgimento de novas técnicas, equipamentos e métodos que assegurem o uso múltiplo e democrático da água, fazendo com que a boa disponibilidade hídrica seja mantida para esta e futuras gerações.
Os temas são de interesse da sociedade civil? e os movimentos sociais?
Totalmente, pois tudo que é tratado em termos de ciência e tecnologia na Câmara Técnica tem o princípio básico para assegurar a universalização do uso da água e do uso racional deste bem, ou seja, melhorar constantemente a relação humana com os recursos hídricos. Nesta reunião que tive a oportunidade de participar foram tratados dois assuntos importantíssimos, sendo um deles o que mais assola a comunidade, as cheias. Neste sentido, foram apresentados temas relacionados ao desenvolvimento tecnológico para suporte a previsão de eventos extremos, alerta de cheias e plano de contingência como aperfeiçoamento de rede hidrométrica e sistemas de alerta em tempo real. A tradução prática disso é possibilitar que a população de modo geral, especialmente a menos favorecida, seja retirada de áreas sujeitas a cheias antes que ela aconteça. É preciso reconhecer que muitas vezes não é apenas a mais alta tecnologia disponível que trará o benefício necessário, mas o uso inteligente dos dados obtidos com esta tecnologia. Falta convergência do uso dos dados hidrométricos, onde não há uma
socialização dos mesmos, dificultando as ações de prevenção citadas acima.
Outra constatação é a dificuldade da sociedade utilizar estes dados, por exemplo, apesar de existir os dados, o morador próximo de uma área de risco de cheia não consegue acessar facilmente os dados que demonstrem os parâmetros hidrométricos daquele local. Neste sentido, é preciso trabalhar melhor este acesso a informações e colocar de um modo mais amplo para que sejam acessados e utilizados por todos. Outro ponto foi sobre o reuso agrícola e urbano. Pela definição de reuso, temos que o mesmo fará com que a disponibilidade hídrica aumente. De fato, o reuso aumenta a disponibilidade hídrica, pois economiza água de melhor qualidade e dá um fim mais nobre aos efluentes, sejam eles urbanos ou domésticos. Na questão do reuso agrícola, temos o maior impacto positivo, pois o esgoto já tratado (com cerca de 5 a 10% da carga poluidora
inicial, portando água poluída) não seria lançado no corpo receptor e sim destinado, parte dele, à agricultura para aproveitar os nutrientes necessários à produção agrícola. As divergências são na cobrança por este novo “insumo agrícola” que requer legislação específica. Aliás, o reuso ainda não tem legislação específica, outro entrave na exploração desta técnica mundialmente aplicado para a maior disponibilidade hídrica.
Na reunião 82 quais foram os temas mais importantes de interesse da sociedade civil?
Além daqueles citados acima, fiz três falas que considero importantíssimas para a sociedade. A primeira delas foi exatamente ao acesso à
informação das câmaras técnicas e dos dados do próprio Conselho Nacional dos Recursos Hídricos. Estas informações e discussões realizadas são normalmente compactados em arquivos do tipo .rar ou .zip. Estes arquivos não são encontrados em uma busca, como por exemplo, no site www.google.com.br . Logicamente que a maneira mais “adequada” de se buscar algo é entrando diretamente no site e vasculhando a informação desejada. Mas no estágio atual da tecnologia, todos colocam as palavras chaves no referido site para obter as informações, não encontrando, assume-se não existir. Não podemos retroceder, temos que ter estas informações a um nível de livre e irrestrito acesso, pois do jeito que está isso não ocorre. O problema, segundo os administradores da página do CNRH é que a mesma só comporta este formato [?] e que estaria passando por reformulação. Estarei cobrando isso nas próximas reuniões.
Outro ponto levantado na reunião, apesar de não ser pauta, é a necessidade de formar recursos humanos para o setor HÍDRICO, algo semelhante ao que ocorre na Agência Nacional do Petróleo – ANP, através dos Programas de Recursos Humanos para o setor (PRH/ANP). O PRH da ANP é em partes responsável pelo destaque mundial da Petrobrás, pois através deste programa ocorre a formação específica para o setor. Para que isto ocorra na ANA, por exemplo, é preciso mudar a essência jurídica da Agência, passando de apenas Reguladora para de Fomento também, assim como ocorreu na ANP e agora está ocorrendo no setor elétrico. O benefício prático desta mudança é proporcionar a alunos de graduação, mestrado e doutorado bolsas para custear seus estudos e o maior avanço neste setor, com desenvolvimento de tecnologias, métodos e práticas que ajudem a preservar os recursos hídricos no Brasil.
Outro assunto polêmico que tem dominado as rodas de conversa entre especialista e a sociedade como um todo é a exploração do gás de xisto no Brasil. Este não ficou de fora, embora não tivesse na pauta de discussões da câmara, solicitei que houvesse um especialista da ANP para dar melhores explicações sobre a “exploração” do gás de xisto através do processo de fraturas hidráulicas. Neste momento me comunicaram que estava sendo negociado para que um especialista da ANP viesse palestrar na Câmara Técnica de Águas Subterrâneas. No final da sessão, ví a carta confirmatória desta vinda. Entretanto, apesar de o processo industrial de obtenção do gás trazer graves ameaças às Águas Subterrâneas, não deixa de ser Ciência e Tecnologia e, portanto, diz respeito a nossa câmara também. O bom disso tudo é que a ANP já percebeu que não vamos engolir este processo sem comprovação de que isso não vá contaminar o lençol freático como tem acontecido nos Estados Unidos. O Brasil ainda não tem nenhuma linha de pesquisa nesta área. Falo isso com conhecimento de causa. Estive organizando recentemente um livro que trata das pesquisas realizadas no Brasil com o xisto Brasileiro e entrei em contato com pesquisadores do Brasil todo e em nenhum caso houve esta informação de linha de Pesquisa. Este livro, com publicação para início de 2014 pela editora CRV traz como título XISTO: Pesquisas, Revisões e Ensaios Realizados no Brasil e conta com a participação de pesquisadores renomados na área de xisto. O grande problema em se explorar o gás é a pequena relação entre o custo e o benefício, por que a realidade do xisto no Brasil pode ser a mesma daquela nos Estados Unidos em termos de quantidade disponível, neste sentido, cito a reflexão dada pelo professor e pesquisador Dr. Cláudio da
Costa Neto sobre o gás de xisto naquele país: “No próprio Estados Unidos, origem de toda a ‘febre do gás de xisto’, estimativas iniciais contavam com 827 trilhões de pés cúbicos de gás natural recuperável. Medidas recentes, no entanto, reduziram este total para 480 trilhões de pés cúbicos, uma redução de 42 %. As reservas do xisto de Marcellus, que compreende regiões na Pensilvânia, Nova York e Virgínia oeste, estimadas em 2011 em 410 trilhões de pés cúbicos de gás, suficientes para a demanda em gás dos Estados Unidos por 17 anos (em nível
de 2010), foram reduzidas para 141 trilhões de pés cúbicos (-66%), suficientes,agora, para 6 anos apenas” Este texto foi extraído do livro acima citado no capítulo Xistoquímica: Uso da Ciência,da Técnica e da Consciência para a Utilização Certa e Justa dos Xistos Oleígenos,por Claudio Costa Neto).
A contaminação da água subterrânea pelo coquetel químico utilizado na extração do gás traz o grande temor sobre esta exploração. É bem verdade que o xisto possui certa capacidadede retenção de material orgânico e inorgânico. No meu estudo de doutorado,verifiquei esta possibilidade para o xisto da formação Irati que é minerado pelo processo PETROSIX em São Matheus do Sul-PR, em termos retenção de
compostos orgânicos. Isto pode significar que estes contaminantes poderiam estar sendo retido lá em baixo pelo próprio xisto, mas inexistem estudos com este xisto e com este tal “coquetel”.Isto tudo se traduz no seguinte: É preciso pesquisas para declarar que a extração não trará contaminação para os aquíferos.
Quais impactos na questão dos usos e qualidade das águas dos rios esses temas podem afetar?
Destaco principalmente a questão do reuso, que melhora a oferta de água pela redução no consumo e por impedir o lançamento de água contaminada nos corpos receptores (rios de modo geral). Veja por exemplo, no caso do reuso agrícola,a ideia de utilizar a água vinda do esgoto tratado (porém ainda com carga orgânica e mineral) na irrigação de culturas é uma passo largo na economia dos recursos hídricos, pois coloca de forma inteligente a ciência e tecnologia a serviço da sociedade. Neste caso ao invés de se utilizar a água do rio para a irrigação em conjunto com fertilizantes, utiliza-se o esgoto tratado, que contém expressivas cargas orgânica e mineral, ambas necessárias ao cultivo de
espécies. Deste modo, o corpo receptor receberá menor carga de poluição, impedindo a contaminação de água na cidade e aumentando a oferta de água na cidade e no campo, com reflexo na qualidade e preço dos produtos agrícolas. Existem gargalos tecnológicos e legais a serem superados para que isso se torne realidade sólida no brasil. Estou disposto a continuar atuando para que isso ocorra. No caso da exploração do gás do xisto, o risco é eminente de contaminação do aquífero e, por conseguinte, impacto negativo na qualidade da água de modo geral, impossibilitando o uso múltiplo deste recurso.
Como a sociedade deve se organizar para se apropriar dessas discussões tratadas na reunião?
Nós precisamos criar mecanismos para que todos façam parte das discussões, não apenas as tratadas nesta reunião, mas em todas elas. Por isso é importante as representações nas câmaras técnicas e a cobrança destes por resultados que atendam as necessidades da sociedade. O caminho inicial é a convergência de interesses e a maior divulgação do que ocorre dentro das câmaras técnicas seja por disponibilização de arquivos em formatos mais acessíveis, seja por sistemas de vídeo acompanhamento (ex. tv senado), entre outros.Isto seria um avanço muito grande, pois qualquer pessoa poderia acompanhar o que está sendo discutido e feito de fato pela melhor gestão hídrica do país.
Sobre o autor: Rosalvo Stachiw possui Bacharelado em Química pela Universidade Federal de Mato Grosso (2001), atuou na indústria de alimentos (ADM Company) em 2001/2002 no controle de qualidade, fez mestrado em ciências
(química analítica/quimiometria) no CEFETPR (2004) e doutorado em ciências na UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) em 2008, com o trabalho intitulado Modelagem e Simulação do Processo de Adsorção de Compostos Orgânicos em Xisto, Catalisador Exaurido de FCC e Carvão Ativado em Pó. Lecionou na Universidade Estadual e na Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Mato Grosso e, desde 2009, é professor Adjunto da Universidade Federal de Rondônia – UNIR, onde ministra aulas de Química Geral, Analítica e Orgânica. Além disso, faz parte do corpo editorial da Revista Brasileira de Ciências da Amazônia e é orientador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da UNIR. Atua em projetos de Extensão e Científicos. É membro representante do FONASC na Câmara
Técnica de Ciência e Tecnologia do Conselho Nacional dos Recursos Hídricos. É coordenador do Laboratório de Análise de Águas da UNIR e concentra suas ações no tema Recursos Hídricos.e-mail: rosalvo_stachiw@yahoo.com.br
FONASC.CBH parabeniza profissionais da educação. Leia!
FONASC.CBH parabeniza profissionais da educação. Leia!
O dia 15 de outubro gera a cada ano diversas reflexões em relação à profissão de professor, atividade fundamental no processo educacional. Na lógica, sem este profissional não haveria educação de qualidade. Passa por este profissional a responsabilidade de formar outros profissionais, para um mundo cada vez mais globalizado e mais exigente.
No Brasil, a principal reflexão se dá por questões básicas, mas, que não se encontram explicações plausíveis. De fato, há uma contradição. Percebam! Por que um profissional com tamanha importância na formação educacional não é valorizado? Por que a remuneração não é condizente com a sua importância, já que de fato, é este o profissional responsável por formar os mais diversos profissionais? Diante de tais dilemas, há quem encontre nesta profissão sua realização profissional, mesmo com tamanho descaso. Iole Cutrim, professora na rede estadual do Maranhão, recentemente falou de sua profissão, e destacou com orgulho, a diferença que fez e segue fazendo até o momento. “Essa é minha vocação, sou feliz sendo professora, pois tenho o privilegio de dizer que já ajudei muitas pessoas a se realizar na vida… Acreditem sou muito feliz sendo professora… Claro que se fosse bem remunerada seria melhor! Sou professora tenho orgulho de dizer… que eu faço a diferença… doa a quem doer… aos outros profissionais que me digam quem já passou pela vida sem ter um professor! presidente (a), juiz, médico, advogado, enfermeiro, sociólogo… enfim aquele que nunca teve um professor que atire o primeiro LIVRO!” Relatou.
O FONASC. CBH parabeniza os profissionais da educação pelo seu dia e pela sua luta diária. Através de seus programas de Educação Ambiental, do Comitê Infanto Juvenil do Rio Jeniparana e de suas parcerias com escolas Comunitárias, o FONASC. CBH reforça a importância deste profissional que é fator essencial para que se alcance a educação. “Entendemos que este profissional é de fundamental importância para a educação em um país que carece de incentivos educacionais,” ressaltou Theresa Cristina vice-coordenadora do FONASC. CBH.
O professor é fator preponderante para educação e para formação de todo e qualquer cidadão. Por isso, o FONASC. CBH incentiva e apóia os profissionais das escolas parceiras entre elas: Instituto Assistencial Nossa Senhora Aparecida, Escola Comunitária Irmã Maria do socorro, Betesda, Instituto educacional Cosme e Damião, Escola Comunitária Educando, Escola Comunitária Casulo e Colégio Nossa Senhora da Conceição.
História
No dia 15 de outubro de 1827, D. Pedro I, Imperador do Brasil baixou um decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados.
A ideia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima – caso tivesse sido cumprida. Mas, foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia efetivamente dedicado ao professor.
A COORDENAÇÃO DO FONASC CUMPRIMENTA E CELEBRA TODOS OS PARCEIROS E AMIGOS PROFESSORES QUE DESENVOLVEM O PROGRAMA DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL E CAPACITAÇÃO PARA GESTÃO DOS RECURSOS HIDRICOS ATRAVÉS DO PROJETO CBH- JERIPARANA – COMITE INFANTO JUVENIL DO RIO JERIPARANA SEM QUE A DEDICAÇÃO E ESFORÇOS DE TODOS OS PROFESSORES E PARCEIROS DO FORUM DAS ESCOLÇAS COMUNTÁRIAS DE SÃO LUIZ ESSE TÃO BELO PROJETO NÃO SE EFETIVARIA. PARABENS aos amigos professores e parceiros desse programa exemplo para o MARANHÃO E PARA O BRASIL
acesse:https://www.facebook.com/#!/pages/Comite-Infanto-Juvenil-da-Bacia-Hidrogr%C3%A1fica-do-Rio-Jeniparana/261292233992802
FONASC CUMPRIMENTA E CELEBRA DIA DO PROFESSOR E CBHJ JERIPARANA S LUIZ
A COORDENAÇÃO DO FONASC CUMPRIMENTA E CELEBRA TODOS OS PARCEIROS E AMIGOS PROFESSORES QUE DESENVOLVEM O PROGRAMA DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL E CAPACITAÇÃO PARA GESTÃO DOS RECURSOS HIDRICOS ATRAVÉS DO PROJETO CBH- JERIPARANA – COMITE INFANTO JUVENIL DO RIO JERIPARANA SEM QUE A DEDICAÇÃO E ESFORÇOS DE TODOS OS PROFESSORES E PARCEIROS DO FORUM DAS ESCIOLÇAS COMUNTÁRIAS DE SÃO LUIZ ESSE TÃO BELO PROJETO NÃO SE EFETIVARIA.
PARABENS aos amigos professores e parceiros desse programa exemplo para o MARANHÃO E PARA O BRASIL
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