PARTICIPAÇÃO E APOIO NA PROGRAMAÇÃO DO II SIMPOSIO DE RECURSOS HÍDRICOS DE RONDONIA
COM PARTICIPAÇÃO E APOIO NA PROGRAMAÇÃO O FONASC APOIA II SIMPOSIO DE RECURSOS HÍDRICOS DE RONDONIA COM OFICINA SOBRE A CONJUNTURA DA POLÍTICA DE RECURSOS HÍDRICOS ATUAL APÓS MAIS DE UMA DÉCADA DA INSTITUIÇÃO DO SINGREH E A IMPORTÂNCIA DE SUA IMPLEMENTAÇÃO NO ESTADO DE RONDÔNIA.
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Os povos da/na Floresta, atualmente se s deparam com questões referentes tanto à quantidade quanto à qualidade dos recursos hídricos em na região. Percepção possível através da vivência neste espaço. Realidade esta que levou, em 2010, ao início do diálogo em busca da socialização das problemáticas e da possibilidade de uma gestão das águas compartilhadas na região amazônica. Dessa forma, em maio de 2011, através da iniciativa do grupo de pesquisa Experimental Diálogos Hídricos Multidisciplinar, ocorreu o I Simpósio.
Os proponentes que possibilitaram a realização desse evento foram: Universidade Federal de Rondônia – UNIR, Faculdade de Rolim de Moura – FAROL, Prefeitura Municipal de Rolim de Moura, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rolim de Moura e Ministério Público de Alta Floresta do Oeste e parcerias estabelecidas entre entidades privadas e públicas.
O Evento foi mola propulsora para que a sociedade pudesse buscar alternativas para os conflitos presentes em busca do DIREITO À ÁGUA POTÁVEL, e iniciou-se uma mobilização em busca de compreender a função dos comitês de bacias hidrográficas, realidade vivenciada na Bacia do Rio Branco.
A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia – SEDAM deu em 2012 um salto gigantesco na efetivação do Conselho de Recursos Hídricos do Estado de Rondônia, passo principal para que as ações de mobilização nas bacias ganhassem legalidade, através da possibilidade da formação dos Comitês de Bacia Hidrográfica.
Até bem pouco tempo atrás essa seria uma pauta desnecessária, porém, o fato é que o espaço Amazônico contemporâneo, vem sendo reflexo de uma ocupação desordenada, que tem em suas águas, devido a influência do homem, a maior testemunha das consequências (pela) da falta de políticas públicas voltadas para conservação dos recursos naturais. Isto fere o Princípio da Precaução, presente na Lei da Política Nacional do Meio Ambiente 6.938/81. Mas o que é uma Lei sem os homens? Fica a reflexão!
Acordar para o desafio de reverter esse quadro se faz necessário para que não deixemos de herança para as futuras gerações, que é presente a partir da nossa, um cenário hídrico como a região Sudeste, Sul e Nordeste que buscam hoje, por intermédio de seus comitês hidrográficos, reverter o quadro de escassez de água potável.
A extensão territorial do Estado de Rondônia vem sendo apontada como uma das que compromete a mobilização e implantação de comitês hidrográficos que atendam às particularidades sócio-territoriais das sub-bacias e principalmente que oportunize uma capacitação das águas. Fato que pode comprometer o diálogo dos usuários da mesma que precisam de espaços para serem ouvidos e juntos buscar a melhor forma de Gestão das Águas locais, para que o direito de um não sobressaia sobre o direito do outro.
A Lei Complementar 225 de 25 de janeiro de 2002, apresenta em seu Artigo 13, parágrafo 4º, a possibilidade da articulação de implantação de comitês em “sub-bacias”, entretanto a nível nacional não há legalmente uma demarcação de extensão para classificar uma bacia podendo variar de metros a quilômetros quadrados, desde que respeite as demarcações físicas que a classificam e o interesse de Gestão sobre a mesma.
Nesse sentido, a Universidade Federal de Rondônia, – campus de Rolim de Moura, vem propor o II Simpósio de Recursos Hídricos: desafios e possibilidades na Amazônia. Para isso, o mesmo conta com o apoio do Programa de Mestrado em Ciências Ambientais, o Laboratório de Geografia e Planejamento Ambiental (UNIR), o Laboratório de Geomorfologia Experimental e Erosão dos Solos (UFRJ), Laboratório de Águas (UNIR), Departamento de Engenharia Florestal, Departamento de Agronomia, História e Veterinária – UNIR (campus Rolim de Moura), a Secretaria de Estado do Meio Ambiente de Rondônia (SEDAM) e o Fórum Nacional da Sociedade Civil Organizada em Comitê de Bacias Hidrográficas, Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais –CPRM, Sistema de Proteção da Amazônia – SIPAM e outros que estão sendo convidados para a parceria do diálogo.
O II Simpósio tem os seguintes objetivos norteadores:-
I – Formar recursos humanos voltados para o estudo da dinâmica dos processos ecológicos e da dinâmica socioambiental da Amazônia. Com isso auxiliará na promoção do debate interdisciplinar e integrado, aperfeiçoando o entendimento dos processos que regem o funcionamento dos ecossistemas, os impactos gerados pelas mudanças de uso da terra e do clima e a dinâmica econômica e social da região amazônica com reflexo nas águas.
II – Divulgar as pesquisas científicas que vem sendo desenvolvidas na Amazônia, com reflexo direto nas águas superficiais ou subterrâneas, urbanas ou rurais.
III – Estimular a criação de comitês de bacia hidrográfica no Estado de Rondônia.
IV – Socializar experiências estadual, nacional e internacional sobre Gestão de Recursos Hídricos e suas expectativas iniciais e atuais.
Os proponentes e co-proponentes, consideram que os Comitês de Bacia Hidrográfica constituem um espaço de explicitação e resolução de conflitos, pois são os fóruns de diálogo por excelência. A criação de novos direitos e o confronto com os instituídos são marcas da democracia. Neste processo dialógico, o papel do Estado, consiste também em promover e assegurar a coexistência dos segmentos sociais e a defesa das regras de um jogo transparente, democrático e participativo, possibilitando uma gestão descentralizada.
Objetivo Geral
Proporcionar um encontro de representantes de todas as esferas sociais e governamentais em prol do diálogo científico e empírico da realidade quali-quantitativa dos recursos hídricos do Estado de Rondônia, identificando as possibilidades e os desafios socioambientais na escala das Águas da Amazônia, provocando a reflexão d
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o relevante papel de cada ator, da bacia hidrográfica em busca de uma sustentabilidade possível.
Conselheiro do FONASC. CBH denuncia os risco da exploração do Gás de Xisto
Heider Matos / Fonasc . CBH
José Alberto Pinheiro Vieira conselheiro do Fonasc. CBH no Conselho Nacional de Recursos Hídricos relatou em entrevista os perigos da extração de gás de xisto. Segundo ele, os perigos da extração e exploração são muito grandes e não devem ser feitos sem, prévio estudo.
Confira a entrevista.
José Alberto falou das atribuições do Fonasc. CBH no CNRH, e, da importância em dar visibilidade ao trabalho da instituição. “O Fonasc dispõe de duas cadeiras no conselho nacional de recursos hídricos e dezoito cadeiras em câmaras técnicas. O CNRH possui dez câmaras e em quase todas temos duas vagas e em outras apenas uma. Há a necessidade de dar visibilidade a participação do Fonasc nas reuniões de câmaras técnicas. Esse vigilante tem que mostrar seu trabalho, para que seja não só conhecido, mas, contestado, para que se formem subsídios de novas participações e também para que tenhamos vitalidade de estarmos participando e contribuindo com o desenrolar dos temas que aqui são tratados.
O conselheiro relatou o papel da sociedade civil no combate à exploração indevida do gás de xisto. “A sociedade civil tem o papel de extrema responsabilidade. É importante que se diga que os aquíferos e toda essa parte geológica não são palpáveis. Então, as prospecções são feitas muito próximas de novas realidades. Fazemos uma prospecção em uma local, mas em outra região, a realidade já é outra. Não sabemos o que há lá embaixo, e, o que está acontecendo. O xisto pode estar debaixo do aquífero guarani, e uma prospecção de gás no xisto pode contaminar as águas pelo sistema que é usado, pela forma que é feita essa extração. E esse assunto já trouxe preocupações em muitos países, em alguns, houve um problema de contaminação de água muito grande, em função, do desaviso da utilização deste processo de extração do gás. E como sabemos o xisto, está presente em grande parte do subsolo brasileiro, então existe uma disposição em buscar essa riqueza. Só que os dispositivos atuais de captação do gás de xisto oferecem muitos riscos, além dos investimentos altos. Quem iniciar o processo não vai querer retroceder. Por que o investimento feito, será muito grande. Só que o custo ambiental também é muito grande. No momento estamos frontalmente contra qualquer ação desse sentido, afim de que nós possamos preservar a qualidade das águas subterrâneas, Para que por uma prospecção de pouco conhecimento deixe seqüelas irreversíveis para o futuro.
Sobre o Aquífero Guarani, José Alberto falou preocupado, os ricos da experiências feitas no Aquífero.“Qualquer ação hoje no aqüífero guarani é um temeridade muito grande, por que se temos o Guarani como a água do futuro das próximas gerações. Não podemos fazer experiências em suas proximidades. O aquífero é a pedra da rainha. Não podemos mexer nela. O trabalho da sociedade civil que o Fonasc. CBH representa, é fazer com que as boas águas permaneçam e que as águas que não estão boas sejam recuperadas. Nós precisamos de muita água. Na natureza o processo de recarga obedece aos seus movimentos e nem sempre tem lugares que podem fazer essa recarga” disse.
O conselheiro denunciou os discursos empregados para que haja a exploração do gás de xisto. “Temos que tomar cuidado com os discursos que estão sendo empregados. Pois são muito coincidentes, eles não podem derivar e nem deslizar para situações de risco como esta de retirar o gás de xisto”, disse.
Por fim, o conselheiro enfatizou a importância de mobilização e do apoio da sociedade. “A sociedade pode se mobilizar dando atenção à fala de quem está dentro desses colegiados. A sociedade precisa apoiar entidades como o Fonasc. CBH. Precisamos que ela nos ouça, nos apóie e se intere dos perigos e dos riscos que estão correndo. Há vinte ou trinta anos atrás quando falávamos que os lixões era um grande foco de desenvolvimento de doenças, e, que trariam consequências a sociedade, na maioria das vezes, não fomos ouvidos. Hoje percebemos que, os lixões, contaminaram as águas, além do próprio entorno de muitas cidades. Hoje existe uma preocupação muito grande para acabar com os lixões. È preciso tirar de debaixo do nariz da sociedade por que é um vetor de desenvolvimento de doenças, mas precisou trinta anos de trabalho e uma insistência muito grande de entidades como o Fonasc. Hoje estamos nos antecipando e saindo em direção contraria, de fazer procedimento dessa ordem principalmente com a tecnologia existente no momento”, disse.
SÃO LUÍS – Fonasc.CBH – Progranma de Educação Ambiental e Mobilização Social realiza visita ao Rio Anil –
SÃO LUÍS – Fonasc.CBH – Programa de Educação Ambiental e Mobilização Social realiza visita ao Rio Anil -
SÃO LUÍS – Na manhã desta sexta-feira (23), crianças do ensino fundamental da escola comunitária Casulo, visitaram uma nascente do Rio Anil, localizado no bairro da Aurora. A visita é parte de um conjunto de atividades do projeto desenvolvido pela Escola em parceria com o Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacia Hidrográfica (Fonasc. CBH). Cerca de vinte crianças da escola participaram das atividades. Na semana passada alunos no maternal e do infantil, participaram das atividades.
Olhares atentos a tudo que se mostrava, as crianças da escola se deparam com um rio repleto de sujeira e com um odor desagradável. As nascentes do Rio Anil foram completamente tomadas por uma grande quantidade de lixo e poluição. Na mata ciliar foram construídas, casas, ruas e avenidas. O jovem Erickson Vinícius do quinto não se conformou com tamanho descaso e perguntou aos orientadores. “Não há lei que impeça a poluição dos rios?” Indagou.
Em meio a visita a professora Joana Monteiro, denunciou as dificuldades enfrentadas pela escola. “Acordo às três horas da manhã para encher água, para que quando as crianças chegarem possa ter água para beber, e para que possamos limpar o prédio”, disse.
O projeto
Água, o mundo desperdiça, a natureza reclama. Este é o projeto da escola comunitária Casulo do Bairro da Aurora em São Luís em parceria com o Fórum Nacional civil nos Comitês de Bacia Hidrográfica (Fonasc. CBH). A escola desenvolve um projeto interdisciplinar, água que falta faz numa valorização desse bem precioso do planeta, destacando também outros expoentes da natureza.
Diante do grande problema em relação ao desperdício de água e a poluição dos rios e mares, o trabalho do Fonasc. CBH e da Escola Casulo têm como proposta desenvolver um projeto que estimule os estudantes a refletirem sobre a preservação da água e as atividades sustentáveis que ajudem a preservar o planeta.
Nessa perspectiva, o projeto busca a conscientização dos estudantes para a importância desse líquido e de sua preservação, visualizando os problemas que podem acontecer sem o manejo adequado desse líquido e com isso pode afetar o bem estar do planeta.
Paralisada a gestão da água na bacia do Piracicaba MG.
Paralisada a gestão da água na bacia do Piracicaba MG.
Gestão de recursos hídricos é constituída de ações integradas que objetivam regular, controlar e proteger os recursos hídricos sob as diretrizes da Lei das Águas e da Política Nacional de Recursos Hídricos.. É implementada a partir de projetos e ações de promoção, recuperação, bem como da preservação das águas e a manutenção das bacias hidrográficas, considerando a quantidade e a qualidade deste recurso.
Para cumprir o que determina a legislação em vigor sua gestão deve ser descentralizada e participativa. Obedecendo estes princípios no estado de
Minas Gerais temos o Sistema Estadual de Recursos Hídricos, composto pela SEMAD – Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, o IGAM – Instituto Mineiro de Gestão das Águas, o CERH - Conselho Estadual de Recursos Hídricos, os CBH – Comitês de Bacias e as AGB – Agências de Águas.
O Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Piracicaba – MG um dos pioneiros do estado foi criado em 2000 pelo Decreto nº 40.929 -16/02/2000 e
possui 72 conselheiros, dentre titulares e suplentes..Recentemente , completando as exigências legais para se iniciar a cobrança pelo uso da água na bacia, foi escolhida uma entidade para se equiparar à Agencia de Bacia e desta forma a cobrança passou a vigorar na Bacia do Piracicaba. Os recursos obtidos com a cobrança estão sendo aplicados de acordo com o PIRH – Plano Integrado de Recursos Hídricos da Bacia do rio Doce e com o Plano de Aplicação Plurianual do CBH Piracicaba.
O regimento Interno do CBH Piracicaba estabelece um mandato de 4 anos para seus membros e no artigo 7º § 8º que o IGAM coordenará o processo de
eleição, que deverá iniciar-se 06 meses antes do fim do mandato em vigor, contando com a participação de uma Comissão Eleitoral composta de 01 membro de cada segmento do Comitê designados em reunião, para este fim.
O Processo eleitoral do CBH Piracicaba teve inicio com a abertura de inscrições no dia 15/02/2013 se desenrolando sem maiores percalços até a reunião
dos seguimentos realizada dia 09/05/2013, onde foram eleitos os representantes para comporem o comitê. Neste ponto o processo parou. O Ato de nomeação dos conselheiros e a sua Posse para o novo mandato ainda não foi providenciado pelo IGAM.
O mandato dos conselheiros e da diretoria anterior esta sendo prorrogado sem nenhum motivo aparente. O Comitê entrou em estado de dormência,
desmobilização e falta de motivação. Nenhuma noticia e satisfação é dada aos novos conselheiros eleitos. Esta situação se repete nos demais comitês da bacia
do rio Doce.
Enquanto isto o Plano Integrado de Recursos Hídricos, o Plano de Aplicação Plurianual e o desempenho da Agencia de Bacia estão sem o devido
acompanhamento e fiscalização do Comitê do Rio Piracicaba.Esperamos que o IGAM providencie o mais rapidamente possível a
solução deste grave desvio para que a água é um bem público com valor econômico do qual todos têm direito, seja gerida de forma eficaz conforme estabelecida na legislação em vigor.
FONASC DIVULGA – SENADO FEDERAL # COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE DISCUTE IMPACTO ECONÔMICO E AMBIENTAL DA EXPLORAÇÃO DE GÁS DE XISTO
SENADO FEDERAL # COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE DISCUTE IMPACTO ECONÔMICO E AMBIENTALDA EXPLORAÇÃO DE GÁS DE XISTO
BRASÍLIA (Agência Senado) – A inclusão de áreas de gás natural não convencional, conhecido como gás de xisto, no próximo leilão da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em novembro, motivou o pedido de realização de audiência pública na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), marcada para esta terça-feira (27).
A grande vantagem do produto estaria no custo – o preço do gás de xisto vendido nos Estados Unidos é 80% menor que o gás natural BRASIleiro. Já a desvantagem está na dificuldade de obtenção do produto e nos impactos ambientais decorrentes da exploração dos campos em bacias sedimentares.
Enquanto o gás natural convencional fica armazenado em espaços entre as rochas, o gás de xisto encontra-se impregnado na própria rocha e sua extração requer a chamada fratura (fracking, no termo em inglês) hidráulica. Para liberar o gás, são necessárias explosões e a injeção de bilhões de litros de água misturados a produtos químicos, podendo ocasionar vazamentos e a contaminação de aquíferos de água doce.
Os riscos desses vazamentos levaram a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) a enviar, no início de agosto, carta à presidente Dilma Rousseff, pedindo que seja sustada a licitação de áreas de exploração do gás de xisto anunciada pela ANP.
Os cientistas também temem que a própria captação de água usada na técnica de fracking resulte em ncorrência com outros usos preferenciais, como o abastecimento humano.
Essas mesmas questões, somadas à preocupação com as consequências do baixo preço do gás de xisto nos Estados Unidos sobre a competitividade da indústria brasileira, levaram o senador Luiz Henrique (PMDB-SC) a propor o debate na CMA. Por sugestão do parlamentar,FORAM convidados o diretor de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente,Marcelo Medeiros; o secretário executivo de Exploração e Produção do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, Antônio Guimarães; e o secretário De esenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Álvaro Prata.
Também devem participar da audiência pública o chefe de Gabinete da Agência Nacional do Petróleo, Sílvio Jablonski; e Reginaldo Medeiros, presidente da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia, este último por sugestão do senador Delcídio o Amaral (PT-MS). O debate terá início às 8h30, na sala 6 da Ala Nilo Coelho, no Senado.
O FONASC FEZ ENCAMINHAMENTOS JUNTO AO CNRH E O ASSUNTO FOI PAUTADIO NA REUNIÃO DA CTAS EM 22 08
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Representante do FONASC NA CTAS DO CNRH COBRA PROVIDENCIAS QUANTO A LEGISLAÇÃO DO GÁZ DE XISTO
Representante do FONASC NA CTAS DO CNRH COBRA PROVIDENCIAS QUANTO A LEGISLAÇÃO DO GÁZ DE XISTO
O gás de xisto e sua exploração no Aquifero Guarani foi um dos temas abordados nas reuniões das Câmaras técnicas do Ministério do Meio Ambiente. A especialista Gislene Margarida Pereira, Geógrafa, pós-graduada em Educação Ambiental e representante do Movimento Articulação Popular São Francisco Vivo, E DO FONASC NA REUNIÃO foi à oradora responsável por tratar do tema na reunião de Câmaras Técnicas do Meio Ambiente, CTAS (Câmaras Técnicas de Águas Subterrâneas) e CTGRHT (Câmara Técnica de Gestão de Recursos Hídricos Transfronteiriço), antes da palestra a geógrafa conversou conosco sobre o tema.
O gás de Xisto. “É uma rocha sedimentar, que está a mais de 1500 metros de profundidade, para sua extração é necessário uma bomba injetora com água, areia, e produtos químicos, que com uma grande pressão vai fraturar a rocha. E nessa fratura é liberado o gás. Porém quando libera o gás, acontece uma grande possibilidade de contaminação do lençol freático”.
Gislene ressaltou os perigos e consequências da extração do gás. “Os perigos de contaminação são muitos grandes, Além de pouco estudo, o método é muito caro. Com a extração pode ocorrer à contaminação do solo, dos lençóis freáticos e do ar (com a liberação do metano). E por fim, abalos sísmicos, local, regional e global. O método é proibido em vários países da Europa como França e Bulgária”, disse.
Sobre a forma com que está sendo tratado o tema da exploração do gás de xisto no Aquífero Guarani, a geógrafa disse preocupada, como está sendo levado o assunto no Brasil. “Tudo está sendo feito por debaixo dos panos, passei a ficar incomodada com o esconderijo do processo. Comecei a denunciar nos comitês e conferencias de Meio Ambiente. Percebi, nos olhos das pessoas, que todos ficavam apavorados. E, não sai nada mídia. O que tem saído é na internet. Recebi por email uma carta de publicação do Jornal da Ciência da presidente da SBPC, com o relato da presidente Dilma Roussef colocando todos os perigos ambientais da exploração do gás do xisto e grande perigo da contaminação do Aquífero Guarani, quer dizer em uma época em que o planeta está sofrendo a possibilidade de falta de água, nossas bacias sedimentares vão ficar todas contaminadas? Por que, além de todos os perigos, tem a devolução da água, totalmente contaminada por produtos químicos, por metais encontrados na rocha. Como que fica esta água caindo no Rio São Francisco? E o povo ribeirinho usando ela? O São Francisco é um testemunho de clamor em nome de todos os rios brasileiros. E como é que fica o Aquífero Guarani que é a maior reserva transfrontericia do mundo?” Indagou.
Em relação ao interesse internacional, a especialista diz que não podemos comparar as situações de Brasil e Estados Unidos. “Existe um interesse internacional, é como se fosse um boom mercadológico. Não podemos comparar a nossa situação com a dos Estados Unidos. Os americanos têm uma dependência com o petróleo, tem uma super industrialização, nós não temos esta necessidade de fazer uma exploração sem estudos. Desrespeitando a comunidade técnica, cientifica e civil por que ela não foi consultada em nenhum momento.
E por fim, Gislene ressaltou a importância da mobilização por parte da sociedade civil. “Nós tivemos uma grande aula, em junho. Nosso povo foi às ruas, por insatisfação com a crise urbana. Temos que ir às ruas. Acredito que há um consenso para adiar a questão do gás de xisto para estudos. Se um futuro distante, precisarmos de uma fonte energética, que haja estudos comprovados, que tenha participação da comunidade científica e que ela não seja desprezada, como foi o caso da transposição do rio São Francisco. Eu acredito que todos têm uma parcela de compromisso”.
Saiba Mais
O gás de xisto é considerado atualmente a nova promessa energética mundial. Mas, a grande preocupação, trazida por sua exploração são os impactos ambientais. Entre eles está: Ameaça às reservas subterrâneas de água; A exploração de gás de xisto no Brasil também pode comprometer a busca por alternativas energéticas renováveis; E, por fim, a emissão de resíduos tóxicos no meio ambiente.
Para se ter uma idéia o processo de extração, chamado de fraturamento hidráulico, usa grandes quantidades de água. A estimativa é que um poço use 15 milhões de litros de água, e a metade retorna à superfície contaminada por produtos químicos. Como mostra o infográfico abaixo.
O Aqüífero Guarani é o maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do mundo. O Aquífero constitui-se em uma importante reserva estratégica para o abastecimento da população, para o desenvolvimento das atividades econômicas e do lazer.
Ficou acertado uma nova reunião da CTAS EM SETEMBRO para apresetnação da ANP sobre esse priocesso de licitação. Após os esclarecimetno dessa Agencia a CTAS ira dá encaminhamentos necessários em cuprimentos da lçegislação. O FONASC CONTINUARÁ NMOS SEUS ESFORÇOS PARA O ANDAMENTO DESSA DEMANDA.
A CIDADANIA HIDRICA DE JULIO GOMES GUARDIÃO DAS ÁGUAS DO GANDARELLA
A CIDADANIA HIDRICA DE JULIO GOMES GUARDIÃO DAS ÁGUAS DO GANDARELLA
O FONASC CELEBRA A CIDADANIA HIDRICA DE JULIO GOMES GRANDE PARCEIRO E GUARDIÃO DAS ÁGUAS DO CORREGO SAO JOAO E NASCENTES DA SERRA DA GANDARELLA
Ele foi um dos pioneiros em defesa DA SERRA DA GANDARELLA E SUAS ÁGUAS , junto com sua querida companheira, e nossa amiga também, Glória. Ambos têm sido os guardiões do coração do Gandarela Sua garra, dedicação, alegria e coerência nos acompanharam sempre ao longo destes anos de muita luta. Por isso, TODA COMUNIDADE AMBIDENTALISTA E gandarelenses que tomaram conhecimento, estão muito tristes com sua partida tão inesperada.ALÉM DE LIDER CIOMUNITÁRIO ELE FOI PRESIDENTE DOS TRABALHADORES RURAIS DE SANTA BARBARA-MG
O Julio com sua sabedoria, simplicidade e coragem empreendeu esforços e ações significativas para preservação da região, além de disseminar práticas agroecológicas verdadeiramente sustentáveis nas comunidades, fora a atuação no sindicato no trabalho na defesa dos direitos dos trabalhadores rurais. O seu corpo foi velado a partir das 15 horas na sede do sindicato dos trabalhadores rurais de Santa Bárbara
TODA COMUNIDADE DAS SERRAS E DAS ÁGUAS DE MINAS GERAIS AGRADECEM E VIVE A FELICIDADE DE TER COMPARTILHAR A VIDA CONOSCO DE JULIO GOMES – NOSSO FAMOSO querido JULIÁO.
FONASC -CBH NA Educação Ambiental – Escola comunitária realiza visita ao Rio Anil
FONASC -CBH NA Educação Ambiental: Escola comunitária realiza visita ao Rio Anil
SÃO LUÍS – Água, o mundo desperdiça, a natureza reclama. Este é o projeto da escola comunitária Casulo do Bairro da Aurora em São Luís em parceria com o Fórum Nacional DA SOC civil Nos comitês de bacia hidrográfica (Fonasc. CBH). A escola desenvolve um projeto interdisciplinar, água que falta faz numa valorização desse bem precioso do planeta, destacando também outros expoentes da natureza.
Na manhã desta quinta-feira, crianças do maternal e do infantil da escola, visitaram uma nascente do Rio Anil, localizado no bairro da Aurora. A atividade veio colaborar com a campanha do ano internacional da água.
A professora Ana Regina Silva, ressaltou a importância da educação ambiental nas séries iniciais. “Estamos inserindo a educação ambiental, para que estas crianças possam entender a importância da preservação dos nossos rios”.
O Rio Anil foi considerado por muito tempo, o rio mais importante da Ilha de São Luís. Por ele, a antiga fabrica de tecidos (atual Colégio Cintra) transportava os produtos produzidos. As crianças pareciam não acreditar, que aquele córrego cheio de lixo, era um rio. Alecsandro Silva de quatro anos, atento a tudo que era explicado, perguntou aos professores, “onde está o rio?”.
Diante desta pergunta, Ney Robert, pai do aluno Cauã Lucas, relatou a importância da educação ambiental. “Acredito ser fundamental para a formação das crianças”, disse.
FONASC- PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO MA participa de inauguração de bibliotecas do Projeto Rede Leitora
Fonasc. CBH participa de inauguração de bibliotecas do Projeto Rede Leitora
SÃO LUÍS: O Fonasc. CBH participou na manhã deste sábado (10), da carreata de inauguração das bibliotecas comunitárias do projeto Rede Leitora Terra das Palmeiras. A carreata percorreu as ruas e avenidas dos bairros: Cidade Operária, Santa Clara, Vila Janaina e Cidade Olímpica, todos em São Luís.
Foram inauguradas cinco bibliotecas comunitárias na área da Cidade Operária. São elas: Arthur Azevedo (Santa Clara), Paulo Freire (Vila Janaina), Monteiro Lobato (Cidade Operária), Portal da Sabedoria (Cidade Olímpica), Josué Montello (Cidade Olímpica). Em cada inauguração foram feitas ações de leitura com declamações de poemas e poesias de grandes autores da literatura brasileira e portuguesa, como Fernando Pessoa, Gonçalves Dias e alguns poemas de autoria de alunos.
Clenilde Castro, gestora do Colégio Nossa Senhora da Conceição no bairro da Cidade Olímpica, falou da importância do e do surgimento do projeto. “No dia 25 de julho de 2005, o Clube de Mães Santa Luzia, entidade mantenedora do Colégio Nossa Senhora da Conceição, em parceria com AEC/MA, o BNDS e AEC/Brasil, com o intuito de abrir espaços de leitura nas comunidades, deu o primeiro passo para o acesso ao livro, com capacitação para professores e gestores sobre espaço, acervo, catalogação e pesquisas. Depois de toda essa formação e preparação do espaço, foi inaugurado no dia 19 de março de 2006 o Espaço de Leitura “Portal da Sabedoria”. Hoje estamos reabrindo esse espaço em parceria com o Instituto C&A e as instituições que formam a rede Leitora “Terra das Palmeiras”, não só como espaço de leitura, mas como Biblioteca Comunitária Portal da Sabedoria”, disse.
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