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MA – FONASC FAZ ASSEMBLÉIA EM SÃO LUIZ E RETORNA ENGA TEREZA CRISTHINA PARA REP DAS ENTIDADES CIVIS DO NORTE NORDESTE NA PLENARIA DO CNRH

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jan
30

MA – FONASC FAZ ASSEMBLÉIA EM SÃO LUIZ E RETORNA ENGa. TEREZA CRISTHINA PARA REP DAS ENTIDADES CIVIS DO NORTE NORDESTE  NA PLENARIA DO CNRH

APÓS ASSEMBLEIA QUE ACONTECEU no dia 22 DE Jneiro NA SEDE DO FONASC EM SÃO LUIZ -MA - EXPRESSIVO NUMERO DE ENTIDADES QUE CONSTITUEM  O COLETIVO QUE FORMA O FONASC NO NORDESTE, DECIDIRAM RETORNAR A PARTICIPAÇÃO DA VICE COORDENADORA DO FONASC A COMPAHHEIRA  THEREZA CRISTHINA PARA A REP DAS ORG CIVIS NA PLENÁRIA DO CNRH. A COOPERMIRA QUE É ENTIDADE ELEITA  PELO COLETIVO REUNIDA COM  SUAS CONGENERES DECIDIRAM PROMOVER A ALTERAÇÃO DA REPRESENTAÇÃO DO SEGMENTO ORGANIZAÇÕES CIVIS NAQUELE COLEGIADO SUBSTITUINDO O COMPANHEIRO LAERCIO ARAUJO ATRAVES DE CARTA QUE ESTA SENDO ENVIADA AO MMA . CONTAMOS COM A EXPERIENCIA E a legitimidade DO TRABALHO DA Enga THEREZA  CRISTHINA e nos demais companheiros do Nordeste para o enfrentamento do processo de esvaziameno DA POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS E  dos principios de descentralização e participação na atual conjuntura do país.

A  rep das organizações civis no CNRH agora está composta pelos seguintes cidadãos FONASQUIANOS

EFETIVOS

JOSE ALBERTO -CBH PIRATININ- RGS  FONASC  

                    TEREZA CRISTHINA – MA – COOPERMNIRA -MOV DAS               ESCOLAS    COMUNITÁRIAS – MA

SUPLENTES

ISABELA CANCADO

MACACA- MOV ART CULTURAL CAETE MG

MARIA APARECIDA

ESC COMUNTARIA NS APARECIDA- MA

PROAN-SP

ASS DEF AMB BEZERROS – PE

 civisno CNRH BH S OERG COIVIS

MG FONASC INFORMA – COORDENAÇÃO DO FONASC INDICA NOVO REPRESENTANTE NO CBH FEDERAL PARANAIBA

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jan
30

MG FONASC INFORMA – COORDENAÇÃO DO FONASC INDICA NOVO REPRESENTANTE NO CBH FEDERAL PARANAIBA

A PARTIR DE FEVEREIRO 2013 A REPRESENTAÇÃO DO FONASC  NO CBH PARANAIBA FEDERAL SERÁ EXERCIDA PELO COMPANHEIRO GUSTAVO MALLACO – O FONASC JA ENVIOU CARTA DE INDICAÇÃO . ELE E BIOLOGO E  PARTICIPA E APOIA AS DEMANDAS DA SOC CIVIL NOS AFLUENTES MINEIROS DO RIO PARANAIBA NO CBH ARAGUARI E PN1 .FOI MEMBRO REP DO FONASC NA CTPLANO DO CNRH – NOSSOS VOTOS DE SUCESSO NA DEFESA E CONQUISTA DE DIREITOS E CIDADANIA PELAS AGUAS COM  EXITO NESSE COLEGIADO. VEJA MAIS EM http://fonasc-cbh.org.br/?s=MALLACO E http://fonasc-cbh.org.br/?p=6469

 

RIO PRETO DF – BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO PEDE PROVIDENCIAS DESDE 2005

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jan
22

RIO PRETO DF-BACIA Bacia dos DO SÃO FRANCISCO PEDE PROVIDENCIAS DESDE 2005

Prezados Companheiros do FONASC-CBH, Boa Noite!

A mensagem abaixo foi encaminhada ao Ministério Público do Estado de Goiás, a respeito da retirada de argila para elaboração de telhas e tijolos, próximo a Escola Classe Cerâmica Dom Bosco – na divisa do DF com GO – Município de Formosa.

Acredito, que cabe uma ação conjunta da Secretaria de Estado do Entorno do Distrito Federal – Comitê da Bacia do Rio Preto com o Ministério Público do Estado de Goiás, para a tomada de todas as providências em relação a recuperação das áreas degradadas e pagamento de compensação ambiental pela degradação promovida no local.

Desta forma, estamos a disposição para as ações necessárias, quanto a orientação e recuperação das áreas afetada, por pertencer a Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco.

Destaco ainda, que a mensagem vai com cópia para o envolvimento da SEMARH – Conselho de Recursos Hídricos, Presidente da Bacia Hidrográfica do Rio Preto e Rio São Francisco, para ações em conjunto com o Poder Público, Empresários e Institutos Ambientais interessados pelo caso.
Att.,
Prof. Davi Silva Fagundes
Membro do Fórum da Agenda 21 do Distrito Federal
Contato: 8453-0308

Mensagem enviada do Ministério Público do Estado de Goiás – em 21/01/2013

Possuímos um caso com vocês, a respeito de degradação ambiental no Município de Formosa-GO.
Fizemos encaminhamento em 2005 ao MPGO a respeito do caso.

Histórico da situação

Uma grande área de preservação permanente do Rio Preto, pertencente a Bacia do Rio São Francisco – divisa DF/GO, empresários do ramos de telhas e tijolos, fazem escavação no local para retirada de argila para manter o empreendimento.

Pelo que sabemos até o presente momento, as APP, Nascentes e cursos d’água do Rio Preto, estão diretamente afetados pela retirada da matéria prima no local.

Gostaria da realização de uma Pesquisa a respeito e verificar se o processo teve um desfecho positivo, quanto a recuperação das áreas degradadas, na Bacia do Rio Preto – afluentes da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco.

Pelo tempo decorrido, a solicitação pode estar no meu nome ou da Comissão Permanente de Defesa do Meio Ambiente de Planaltina-Distrito Federal.

Segue em anexo, algumas imagens atualizadas com posição latitude e longitude do local afetado.

Agradecido pela atenção e ajuda.
Att.,
Prof. Davi Silva Fagundes
Membro do Fórum da Agenda 21 do Distrito Federal
Contato: (61) 8453-0308

FONASC MS -Determinada nova suspensão de hidrelétricas no Pantanal

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jan
19

FONASC MS -Determinada nova suspensão de hidrelétricas no Pantanal

— última modificação 17/01/2013 15:43

87 licenciamentos ambientais paralisados até estudo de impacto cumulativo. Liberadas apenas usinas que já têm a licença de operação.

Os Ministérios Públicos Federal (MPF) e Estadual de Mato Grosso do Sul (MP/MS) conseguiram nova ordem de paralisação dos projetos de hidrelétricas no pantanal de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, após a decisão anterior da Justiça Federal de Coxim – de agosto de 2012 -, ser cassada e o processo transferido para Campo Grande.

A Justiça acatou os argumentos do Ministério Público e proibiu liminarmente a concessão de novas licenças ambientais prévias e de instalação para hidrelétricas na Bacia do Alto Paraguai. A proibição vale até que seja realizada a avaliação ambiental estratégica, que considera o impacto de todos os empreendimentos hidrelétricos no ecossistema do Pantanal. O estudo deve ter como base bibliografia especializada e contar com a participação de setores científicos e da sociedade civil organizada.

Baseada em pesquisas científicas, a ação buscava a realização de uma Avaliação Ambiental Estratégica em toda a Bacia do Alto Paraguai para dimensionar o impacto e os riscos das hidrelétricas na planície pantaneira. Segundo pesquisadores, se todos os empreendimentos fossem instalados, o ciclo das cheias no Pantanal seria alterado, provocando danos em todo o bioma.

O Pantanal é considerado Patrimônio da Humanidade e Reserva da Biosfera pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura – Unesco.

Foi fixada multa de R$ 50 mil por licença expedida. A decisão impacta diretamente 87 empreendimentos que estão em fase de estudos ou projeto. 29 barragens em operação e 10 em construção tiveram confirmada a licença de operação.

As licenças ambientais são concedidas individualmente a cada empreendimento hidrelétrico. Para o Ministério Público, em um bioma complexo e sensível como o Pantanal, não basta somar os impactos individuais, é preciso analisá-los em conjunto, considerando toda a Bacia do Alto Paraguai.

A decisão cita que “os responsáveis por (hidrelétrica) autorizada a funcionar na Bacia do Alto Paraguai não levaram em conta a afetação, seja ela positiva, negativa ou neutra, da sua operação em toda a bacia, que abrange território nacional, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e internacional, Paraguai e Bolívia”.

Decisão anterior favorável

Em agosto de 2012, os Ministérios Públicos Federal (MPF) e Estadual (MP/MS) ingressaram com ação civil pública na 1ª Vara Federal de Coxim(MS) para suspender a instalação de 126 empreendimentos hidrelétricos no entorno do Pantanal.

A ação foi movida contra a União Federal, Estados de Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso, Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto do Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul (Imasul).

A Justiça Federal de Coxim concedeu a liminar e determinou a paralisação de todos os 126 empreendimentos hidrelétricos em operação ou planejamento para o Pantanal, tanto em MT quanto em MS. Os réus ajuizaram recurso no Tribunal Regional Federal (TRF-3), que cassou a liminar e determinou a transferência do processo para a Justiça Federal de Campo Grande.

Referência processual na Justiça Federal de Campo Grande: 0000521-24.2012.403.6007

Assessoria de Comunicação Social
Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul
(67) 3312-7265 / 9297-1903
(67) 3312-7283 / 9142-3976
www.prms.mpf.gov.br
ascom@prms.mpf.gov.br
www.twitter.com/mpf_ms

O FONASC DESENVOLVE NA REGIÃO EM PARCERIA COM ENTIDADES LOCAIS O PROGRAMA DE MOBILIZAÇÃO DENOMINADO “PERCEPÇÃO DAS COMUNIDADES RIBEIRINHAS DO ECOSISTEMA DO PANTANAL COM APOIO DA IUCN – HOLANDA E CASA

Conteúdo relacionadoMPF/MS: Suspensa instalação de novas hidrelétricas no Pantanal
Ministério Público busca na Justiça suspensão de hidrelétricas no Pantanal

Ações do documento

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Ações

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O FONASC DESENVOLVE NA REGIÃO EM PARCERIA COM ENTIDADES LOCAIS O PROGRAMA DE MOBILIZAÇÃO DENOMINADO “PERCEPÇÃO DAS COMUNIDADES RIBEIRINHAS DO ECOSISTEMA DO PANTANAL COM APOIO DA IUCN – HOLANDA E CASA

FONASC BA – MP PEDE AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE DA NOVA LEI AMBIENTAL DA BAHIA

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jan
11

ACESSE MP PEDE AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE DA NOVA LEI AMBIENTAL DA BAHIA

http://almacks.blogspot.com.br/2013/01/nova-lei-de-meio-ambiente-da-bahia-e.html?spref=fb

FONASC DF DIVULGA – RELATORIO DE ATIVIDADES DA AGENDA XXI TAGUATINGA

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jan
11

FONASC DIVULGA -MG – ULTIMAS SOBRE O PARQUE NACIONAL DA GANDARELLA

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jan
10

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30-01 FONASC DIVULGA – ULTIMAS SOBRE O PARQUE NACIONAL GANDARELLA

ulimas noticias acesse

movimentogandarela@gmail.com ou www.aguasdogandarela.org E VEJA

PARQUE NACIONAL DA SERRA DO GANDARELA

INSTITUTO CHICO MENDES ENVIA PROJETO AO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) cumpriu seu importante papel e entregou ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) o projeto de criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela, incluindo o processo, as justificativas e as minutas do ofício e do decreto que a Ministra do Meio Ambiente deverá enviar à Presidente Dilma Roussef. Dessa forma também honrou com o pacto firmado pelo órgão junto ao Poder Judiciário, em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF).

Atendendo à nossa demanda, nos enviou o documento que o Presidente do ICMBio, Sr. Roberto Vizentin, encaminhou no dia 9 de janeiro ao Secretário Executivo do MMA, Sr. Francisco Gaetani. A partir das coordenadas mencionadas na minuta do decreto e dos documentos relacionados com a solicitação pelas comunidades da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) anteriormente consultados em Brasília, apresentamos abaixo o mapa do Parque Nacional da Serra do Gandarela e da RDS, que juntas representam a proposta do ICMBio expressas nesse documento.

No documento fica claro que o ICMBio manteve o posicionamento técnico que levou às consultas públicas, realizadas em maio de 2012, com limites que já tinham a chancela do Governo do Estado e do Ministério do Meio Ambiente, o que revela coerência e competência em sua atuação como órgão do MMA que propõe a criação de Unidades de Conservação importantes para o Brasil e os brasileiros.

Não vamos nos aprofundar sobre o item 6 do Ofício do ICMBio nº 13/2013, porque consideramos inadmissível que “últimos acertos técnicos relativos ao refinamento da dimensão definitiva do Parque e suas correlatas coordenadas geográficas” sejam realizados nesta etapa da criação da Unidade de Conservação, ainda mais quando se coloca como objetivo “compatibilizar os objetivos da conservação e o desenvolvimento regional, notadamente no que diz respeito às atividades minerárias”. Acreditamos que ao Ministério do Meio Ambiente/ICMBio e à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (SEMAD) não resta outra alternativa senão a criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela, agora oficialmente referendado pelo ICMBIO.

Nos últimos meses divulgamos diversos comunicados sobre ameaças à proposta defendida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e já chancelada pelos governos estadual e federal, devido às pressões da Vale SA. para conseguir novas alterações nos limites do Parque Nacional da Serra do Gandarela, para além dos 1.719 hectares já retirados da proposta técnica preliminar – com o qual não concordamos – a partir de um acordo político entre os governos para permitir as atividades da empresa na Serra do Gandarela, com a chamada Mina Apolo.

Salientamos, mais uma vez, que as alterações pretendidas ameaçavam os principais atributos ecossistêmicos, turísticos e hídricos do Parque Nacional da Serra do Gandarela, destacadamente as maiores extensões de cangas ferruginosas preservadas, ecossistema associado às maiores áreas de Florestas Estacionais Semideciduais (Bioma Mata Atlântica) da Região Metropolitana de Belo Horizonte. As cangas ferruginosas do período Paleogeno (65,5 a 23 milhões de anos atrás) são as mais impactadas pela atividade de mineração e não há no Brasil até o momento nenhuma unidade de conservação federal de proteção integral que as proteja.

Assim, o documento enviado pelo ICMBio ao Ministério do Meio Ambiente, representa para nós mais um importante passo dado para a criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela, agora associado a uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável que amplia ainda mais as perspectivas dessas duas importantes unidades de conservação, tanto no que se refere à preservação de todos os atributos que a região do Gandarela possui como à garantia de água para o abastecimento público dos municípios do entorno e da Região Metropolitana de Belo Horizonte e perspectivas de geração de emprego e renda a partir do turismo e outras atividades associadas à preservação deste região.

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MOVIMENTO PELA PRESERVAÇÃO DA SERRA DO GANDARELA

movimentogandarela@gmail.com

www.aguasdogandarela.org

03012013

O futuro do Parque Nacional da Serra do Gandarela foi tratado nesta terça-feira (08-01-2013) na Cidade Administrativa do Governo de Minas Gerais, com participação da Vale S.A., e sem representantes dos movimentos sociais que desde o início defendem a criação do Parque.

A agenda do presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Roberto Vinzentin, desta terça-feira (08/01/2013) registrou como única atividade sua participação em reunião na Cidade Administrativa para tratar do Parque Nacional da Serra do Gandarela. Segundo o site do ICMBio a reunião deve ter contado com a participação do Secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adriano Magalhães, e do secretário executivo e ministro substituto do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Francisco Gaetani, além de outros representantes do ICMBio, e da Vale S/A.

É sabido que a Vale S.A. vem pressionando diretamente o gabinete da Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira pela retirada de áreas vitais da proposta do Parque Nacional da Serra do Gandarela (Parna Gandarela). Francisco Gaetani vem coordenando as reuniões do que vem chamando “negociação tripartite” (MMA-Governo de Minas-Vale).

Lembramos que, de acordo com proposta da Vale, praticamente todo o maciço principal da serra do Gandarela seria minerado. Do futuro parque, este trecho é a área mais próxima de Belo Horizonte e aquela dotada de maior interesse turístico e de recreação (devido às dezenas de cachoeiras, com águas de alta pureza, e aos mirantes e paisagens monumentais); de grande importância ambiental (devido aos recursos hídricos e aquíferos guardados nas formações ferríferas e à densa mata atlântica ali encontrada, inclusive com trechos de mata primária já identificados); e ao valor científico (as cangas ferruginosas associadas à mata atlântica, um sítio paleontológico e cavidades de máxima e alta relevância) a serem protegidos pelo Parque.

VEJA O MAPA

http://fonasc-cbh.org.br/wp-content/uploads/securedownload.jpg

O Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela mantém sua defesa do posicionamento técnico do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), e espera que não haja retrocesso em relação à proposta levada, em maio de 2012, às consultas públicas pelo órgão, já com a chancela do Governo do Estado, como resultado das discussões do Grupo de Trabalho, que realizou mais de 15 reuniões entre dezembro/2011 e fevereiro/2012, com participação de representantes do governo estadual, federal, municípios, mineradoras e movimento socioambiental.

Qualquer afronta à proposta até aqui defendida pelo ICMBio ameaçará os principais atributos ecossistêmicos, turísticos e hídricos do que até aqui se propõe seja o Parna Gandarela – preservar, destacadamente, além dos aspectos acima mencionados, as maiores extensões de cangas ferruginosas preservadas, ecossistema associado às maiores áreas de Florestas Estacionais Semideciduais (Bioma Mata Atlântica) da Região Metropolitana de Belo Horizonte. As cangas ferruginosas do período Paleogeno (65,5 a 23 milhões de anos atrás) são as mais impactadas e a retirada da maior área ainda preservada de toda a região, do Parque Nacional da Serra do Gandarela, implicará em dano irreversível para o meio ambiente e a natureza a ser legada às futuras gerações.

Não há no Brasil nenhuma unidade de conservação federal de proteção integral, preservando as cangas ferruginosas associadas ao bioma mais impactado do país. Minas Gerais, faça-se o registro, continua na liderança dos desmates de remanescentes da Mata Atlântica no Brasil, acompanhado por Santa Catarina e a Bahia.

Desde o início, o Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela, integrado por várias organizações sociais e ambientais e por diferentes comunidades, ressalta que, depois de ter sido exportado quase todo o minério com maior concentração de ferro do Quadrilátero, alavancando a o superávit da balança comercial do país, ao governo federal cabe o dever moral de preservar dignamente a principal área que sobrou: a Serra do Gandarela. Além desse dever para com Minas Gerais, a correta criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela protegerá as áreas de recarga e as nascentes da maior parte dos córregos e ribeirões classes Especial e 1, em excelente estado de conservação nas bacias do alto rio das Velhas (a montante da captação do Sistema Rio das Velhas, da Copasa) e do alto rio Santa Bárbara/Piracicaba, bacia esta altamente impactada pela mineração e os agrotóxicos despejados pela monocultura do eucalipto.

MOVIMENTO PELA PRESERVAÇÃO DA SERRA DO GANDARELA
movimentogandarela@gmail.com
Site: www.aguasdogandarela.org
Leia o jornal O Gandarela 2: http://www.aguasdogandarela.org/page/o-gandarela-jornal
Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ebnNURo7KQc
Veja as entrevistas recentes:
pontototerra.org.br/programa-ecologia-e-cidadania-24http://www.youtube.com/watch?v=IWTMa9BH5ig&feature=relmfu]

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ALERTA FONASC MACEIÓ -Cemitérios públicos contaminam solo e lençol freático de Maceió

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jan
8

ALERTA FONASC MACEIÓ -Cemitérios públicos contaminam solo e lençol freático

contamicnação aguas cemiterios maceio al

Um problema silencioso e invisível aos olhos pode estar escorrendo pelas torneiras de muitos maceioenses, que moram no entorno de alguns cemitérios localizados na parte baixa da capital alagoana e que fazem uso de água de poços escavados clandestinamente.

Estudo recente mostra que a qualidade da água em alguns bairros tem sido comprometida não só pela falta de saneamento, mas pelo líquido que sai dos corpos em decomposição e atinge diretamente as águas subterrâneas. É o necrochorume, que possui uma aparência viscosa de cor castanho-acinzentada e é formado por bactérias que podem acarretar sérios problemas para a saúde humana.

O modelo de sepultamento adotado pelos cemitérios públicos da capital está ultrapassado e é apontado como uma das causas do problema ambiental e de saúde pública. No Cemitério São José, localizado no bairro do Trapiche da Barra, os corpos são sepultados em covas rasas, sem nenhum tipo de proteção que possa evitar a contaminação do solo por meio da infiltração do necrochorume.

A falta de manutenção dos túmulos pelas famílias responsáveis também é outro problema. Muitos deles estão quebrados ou possuem grandes rachaduras, o que facilita a exposição das pessoas, inclusive aos restos mortais. E não é preciso procurar muito para encontrá-los. Pedaços de ossos estão espalhados por todas as partes. Alguns túmulos ficam completamente abertos, e sacos plásticos contendo os restos mortais do sepultado estão expostos para quem quiser ver.

A Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU) está ciente da situação e admite que os cemitérios públicos de Maceió possuem um modelo ultrapassado e estão com a capacidade esgotada. A contaminação do solo e dos poços também não é novidade para o órgão.

Fonte: Gazeta de Alagoas

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