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PR, SC – FONASC DIVULGA -ELEICAO CONAMA

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dez
28

FÓRUM DO MOVIMENTO AMBIENTALISTA DO PARANÁ

FEDERAÇÃO DAS ENTIDADES ECOLOGISTAS
CATARINENSES


10 de Dezembro, 2012

Prezados representantes das ONGs ambientalistas cadastradas no CNEA,

 

Em respeito às regras do rodízio eleitoral que as ONGs ambientalistas participam na
Região Sul há mais de 20 anos, e por decisão participativa do Fórum do Movimento
Ambientalista do Paraná (FOMAP) e da Federação das Entidades Ecologistas Catarinenses (FEEC) comunicamos que foram indicadas como candidatas do movimento ambientalista para as vagas ao CONAMA da Região Sul, as seguintes
ONGs:

 

APROMAC – Associação de Proteção ao
Meio Ambiente de Cianorte
, fundada em 1985 no Paraná, com a principal missão de defender e proteger a Natureza das agressões humanas, desde
então desenvolve programas de proteção da fauna e da flora, recuperação de matas nativas, salvamento de animais silvestres e políticas públicas de proteção ambiental, principalmente na área de florestas, segurança química, saúde ambiental e gestão de resíduos na área de óleo lubrificante usado, pilhas e baterias, pneus, resíduos hospitalares, lodo de esgoto na agricultura, resíduos de nanotecnologia e eletroeletrônicos
.

 

ONG Sócios da Natureza,
fundada em 1980 em Araranguá, SC, com objetivo de preservar a natureza e defender uma melhor qualidade de vida para a população. Tem como principal missão o combate à intensa poluição ambiental causada pela exploração e queima do carvão mineral no sul de SC, além de lutar contra outras formas de agressão à biodiversidade.  Foi membro do CoNAMA no período de 2009/2010, quando pleiteou a realização do Encontro Nacional de Entidades Ambientalistas (ENEA) e a normatização das emissões de gases do efeito estufa, dentre outras ações  importantes.


As duas ONGs indicadas têm um histórico de atuação ininterrupta contra a injustiça
ambiental e pela intransigente defesa e proteção do meio ambiente, e comprometem-se a adotar uma conduta ética rigorosa nas suas ações junto ao CONAMA no papel de representantes do movimento ambientalista histórico da Regiã o Sul do Brasil. Ambas as ONGs assinaram e se comprometeram a cumprir a Carta de Princípios do CNEA (em anexo).

 

ONG Sócios da
Natureza
APROMAC
http://www.sociosnatureza.blogspot.com.br

Email: sociosnatureza@contato.nethttp://www.apromac.org.br

Email: apromac02@gmail.com

Por essas razões, as entidades e os respectivos Movimentos Ambientalistas estaduais,
com apoio das ONGs do Rio Grande do Sul, solicitam o seu voto para ONG Sócios da Natureza e APROMAC.

ONG Sócios da Natureza
APROMAC – Associação de Proteção ao meio Ambiente de Cianorte

FEEC – Federação das Entidades Ecologistas Catarinenses

Fórum do Movimento Ambientalista do Paraná

http://feec-santacatarina.blogspot.com.br/                                  http://www.forumambientalistadoparana.org/

*veja os documentos

carta de principios

carta dos ambientalistas

SECRETARIA EXECUTIVA – Juliano Bueno de Araújo

Fórum do Movimento Ambientalista do
Paraná
 
Sede
Estadual
 Curitiba – Paraná – Brasil -  CEP
80.810-210
Rua Gaspar Carrilho Junior 001 – Sala Osvaldo
Cardoso – Bosque Gutierrez – Memorial Chico Mendes – Fundação ANINPA
Brasil
(Reuniões Mensais no Auditório Jorge  Grando)
“Aqui Fazemos o Verdadeiro  Ambientalismo”

FONASC-MG – Projetos de mineração, com megabarragens de rejeitos, ampliação e implantação de cavas e novas pilhas de estéril, suprimirão, caso licenciados, importantes áreas do bioma Mata Atlântica na RMBH.

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dez
24

Projetos de mineração, com megabarragens de rejeitos, ampliação e implantação de cavas e novas pilhas de estéril, suprimirão, caso licenciados, importantes áreas do bioma Mata Atlântica na RMBH.s, trecho de máxima  prioridade da Meta 2014, serão niveladas por baixo.

Se as pretensões da Vale S/A
forem atendidas, cai a  qualidade das águas do Alto Rio das Velha

Gustavo Gazzinelli
Movimento pelas Serras e Águas de Minas-MovSAM
e Fonasc-CBH
Belo Horizonte, 24 de dezembro de
2012

Se o governo do Estado de Minas Gerais levasse a sério a Meta 2014, buscaria elevar a qualidade das águas do rio das Velhas ao patamar dos últimos trechos bem reservados, que se encontram, no momento, seriamente ameaçados por projetos de mineração.

Nos últimos dias 11 a 19/12/2012 quatro audiências públicas sobre a ampliação do complexo Vargem Grande, da Vale,aconteceram  os municípios de Nova Lima, Itabirito, Rio Acima e Belo Horizonte  (MG). Este projeto vem para juntar, em uma só estrutura de produção mineral (de mais de 30 kilômetros de extensão), os complexos Vargem Grande (minas Tamanduá e Capitão do Mato) e Itabiritos (minas do Pico, Galinheiros, Sapecado e Abóboras).O projeto Itabiritos foi anunciado recentemente, em Nova York, como a  prioridade atual da Vale em Minas Gerais, juntamente com a duplicação do complexo Carajás (PA), com o licenciamento da Serra Sul. Para se ter uma noção da escala e área de influência dos complexos Itabiritos e Vargem Grande, acesse a apresentação mostrando a atuação da Vale no território da bacia do Alto Rio das Velhas e avalie a sustentabilidade das  classes Especial e Um de alguns trechos desta.


Quanto ao complexo Vargem Grande-Itabiritos, a MBR-Vale propõe  a implantação de uma megabarragem (capaz de comportar 600 milhões de metros  cúbicos de rejeitos da mineração de ferro) no córrego Fazenda Velha, afluente da margem esquerda do rio das Velhas, à montante da cidade de Rio Acima e da captação de Bela Fama (Nova Lima) para o Sistema Rio das Velhas da Copasa. Bela  Fama é responsável pelo abastecimento de 63% da população de Belo Horizonte e cerca de 45% da Região Metropolitana. Somada à Pilha de Estéril Boiadeiros, que a empresa quer sobre o córrego Boiadeiros, a Vale enterrará 950 hectares de Mata Atlântica em estágios médio e avançado de regeneração, conforme o Estudo de Impacto Ambiental do novo empreendimento.

A ampliação das cavas atuais impactará seriamente o manancial  de Fechos, que abastece o Sistema Morro Redondo da Copasa. Sobre este recomendamos o vídeo apresentado na audiência pública de BH,  realizado pela associação Primatas da Montanha (Primo), que como nenhum outra entidade vem dedicando-se à defesa da Estação Ecológica de Fechos, inclusive  propondo sua ampliação. A Vale também acaba de realizar audiências públicas em Itabirito, sobre o projeto de uma outra grande barragem – Maravilhas 3, que, caso licenciada, somará mais 500 hectares de rejeitos úmidos à região do Alto Rio das Velhas. Para que tenhamos uma ideia de escala, bremos que o Parque Municipal Américo René Giannetti, no centro de Belo Horizonte, tem 18 hectares,o Parque das Mangabeiras, o maior da capital mineira, 230, e o Parque do Ibirapuera, o mais conhecido da capital paulista, tem 158 hectares.

Relatórios do Plano Diretor da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas já indicam o rio Itabirito e a atividade da mineração como o começo  do pesadelo desta bacia, e mais especificamente a mineração de ferro, como a  principal fonte de poluição difusa, por sólidos, estacadamente nas estações chuvosas, assim ocasionando o assoreamento deste e d’outros rios atingidos pela atividade.

Na imagem do fotógrafo Leandro Durães podemos entender o que  significa o encontro do rio Itabirito com o Velhas e a grande contribuição da mineração para o tom da água do rio. A imagem não é muito diferente daquela que captamos no encontro do córrego Vieira (procedente de área onde estão instaladas as minas de Gongo Soco (Vale) e Jaguar Mining ou MSOL (mineração de ouro em concessões arrendadas à Vale S/A) com o rio São João (sub-bacia do rio Piracicaba/bacia do Rio Doce). Verifica-se aí o que turva as águas do rio São João ou Barão de Cocais, que nasce como Classe Especial na vertente leste da Serra do Gandarela, e que é responsável pelo abastecimento de mais de 70% da população de Barão de Cocais.

No segundo semestre de 2011, representantes da área da mineração e indústria, apoiados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e  Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad), tentaram, durante a aprovação do Plano Diretor da Bacia do Rio Doce, desenquadrar as águas da bacia do rio Piracicaba, o que resultaria no enquadramento de toda a bacia como Classe 2, 9433/1997, de muito pior qualidade e sem potabilidade natural. Não fossem algumas presenças e atitudes na reunião do Conselho Estadual de Recursos  Hídricos (CERH), esta tragédia teria acontecido e adquirido força de lei, sem que a sociedade tomasse o menor conhecimento. Um dos principais alvos desta desclassificação seria o trecho 22, o ribeirão Preto, afluente do rio Conceição que está localizado entre as serras do Gandarela e Baú e a Serra do Caraça e enquadrado como Classe Especial, pela Deliberação nº 9/1994 do Copam (que estabeleceu o  enquadramento da bacia do rio Piracicaba). Em outra foto de Leandro Durães, podemos entender o que significa o ambiente do ribeirão Preto, na área destinada a se tornar parte do Parque Nacional da Serra do Gandarela.

Na ocasião da tentativa de desenquadramento citada,encontramos apresentação de um técnico do Instituto Mineiro de Gestão das Águas
(Igam), propondo a alteração do enquadramento do trecho 22 para a Classe 1, bem como de outros trechos (ver abaixo), devido à “pressão da atividade minerária”,que sequer está licenciada nesta região quase paradisíaca. Veja na tabela abaixo o conteúdo de um dos slides: 
 

SUB-BACIAS

[do Rio Piracicaba - DO2]

PROPOSTAS DE ALTERAÇÕES

[na DN Copam 09/94]

ALTO

RIO PIRACICABA

• alterar o enquadramento da classe 1 para  classe 2 em vista da pressão da atividade minerária – trecho 6 [córrego
Jatobá]

ALTO E MÉDIO

RIO SANTA BÁRBARA

 alterar o  enquadramento da classe especial para classe 1 em vista da pressão da atividade   minerária – trecho 22 [ribeirão Preto]• alterar o enquadramento da classe 1 para  classe 2 em vista da pressão da atividade minerária – trecho 30 [rio São  João ou Barão de Cocais, da confluência com o córrego Vieira até rio Congo]

RIO DO PEIXE

•alterar a classe de enquadramento da classe 1  para classe 2 em vista de pressão de esgotos sanitários e efluentes industriais  – trecho 56• alterar a classe de enquadramento da classe 1  para classe 2 em vista de pressão da atividade minerária – trecho 61  [córrego dos Doze, do escoamento da represa de Pontal até a confluência com o rio do Peixe]

BAIXO

RIO PIRACICABA

• alterar o enquadramento de classe 1 para classe  2 em vista de pressão urbana e industrial – trecho  76
Voltando à bacia do rio das Velhas, no atual momento, a Vale  também tenta licenciar duas barragens de rejeitos na sub-bacia do ribeirão da Prata (municípios de Rio Acima, Caeté   Raposos), uma das maravilhas da região do Quadrilátero Aquífero e Ferrífero,  com cachoeiras maravilhosas, e paisagem muito preservada, conforme se verificará no link acima. Somadas a outras estruturas que a empresa quer instalar nesta bacia, serão enterrados cerca de 800 hectares mata atlântica em estágios primário (sic) e avançado de regeneração. Embora enquadrado como Classe 1,exames físico-químicos em diferentes trechos do ribeirão da Prata demonstram que  suas águas têm qualidade compatível com os parametros da Classe Especial.

Trata-se de um ribeirão que ajuda a amenizar os impactos de afluentes impactados e poluídos do Velhas, além de ser um manancial com potencial para futuro abastecimento da RMBH. A Vale quer minerar toda a cabeceira e afluentes do ribeirão da Prata, assim destruindo a maior área contínua de cangas ferruginosas do Paleogeno (63,5 a 23 milhões de anos atrás), ainda preservadas do Quadrilátero Aquífero e Ferrífero de Minas Gerais. O ribeirão da Prata compõe o cenário de uma margem direita do Alto Rio das Velhas, onde há  dominância de sub-bacias classes 1 e Especial, ao passo que a margem esquerda tem predominância de trechos enquadrados como Classe 2 e está já bastante degradada pela atividade minerária. Para quem quiser entender melhor o significado das classes de enquadramento, sugerimos a leitura da Resolução 357/2005 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), especialmente o artigo 4º, que trata do enquadramento de cursos d’água doce.
É preciso reduzir os danos impostos à margem esquerda do alto Velhas e impedir que atividades impactantes se instalem na margem direita, que tem agora a oportunidade única de criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela, que protegerá parte dos rios e a quase totalidade das áreas de recarga e dos aquíferos que os alimentam.
Não há desenvolvimento sustentável sem atitudes sustentáveis.

Gustavo T.
Gazzinelli

FELIZ NATAL

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dez
23

natal

A COORDENAÇÃO DO FONASC DESEJA A TODOS CIDADÃOS E CIDADà,NOSSOS PARCEIROS AMIGOS FILIADOS E COLABORADORES, UM NATAL DE  PAZ COM MAIS  FÉ NA NOSSA CAMINHADA  PARA UMA SOCIEDADE DE ALMA LIMPA, COM  JUSTICA SOCIAL , RESPEITO A DEMOCRACIA COM AS  AGUAS E SONHOS REALIZADOS .

 

FONASC PI – O fim do mundo e a Gestão das Águas no Piauí

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dez
23

O fim do mundo e a Gestão das Águas  no Piaui

                                                                         *Avelar Damasceno Amorim

                                                                 

Anunciaram que o mundo iria se acabar no dia 21 de dezembro de 2012. É o que disseram por aí. Não gosto de numerologia, mas o número 21/12/12 me assusta. É verdade que o mundo já “quase acabou” várias vezes, mas acredito que desta vez a profecia se concretizaria, e se iniciaria pelo Piauí.

Eu acho que o mundo vai “começar acabando” por aqui. Afinal, uma cidade que abriga o maior rio genuinamente nordestino, um dos melhores Shoppings Center do nordeste, a  maior avenida em linha reta do Estado (Av. Frei Serafim), o calor infernal (38 a 40°C) e que possui dois rios (o Parnaíba e o Poti) que já estão no leito de morte por falta de administração hídrica, se juntando no bairro Poti velho da capital para correrem juntos em direção ao oceano (o Atlântico), o resto do país não poderia deixar
de sediar esse tão falado mega-evento (FIM DO MUNDO).

Acho que teríamos uma fantástica explosão, de onde se formaria um grande buraco. Seria mais um grande buraco na cidade de Teresina-PI. Mas não deveríamos culpar o governador Wilson Martins, o  Prefeito Elmano Férrer por este acontecimento.Mas  não estranharia se eles colocassem a culpa em Deus.

Não me preocupo muito em morrer. Isso é natural. Terrível é deixar de viver. Parece que já ouvi isso escrito em matérias publicadas nos jornais, só que com palavras brilhantes de jornalistas sérios, comprometidos com o meio ambiente e os sem nenhum compromisso com a natureza. Eu  estou certo. Viver é bom demais!

Mas morrer no dia que o mundo vai acabar pode ser legal mesmo. É que você sabe que todos vão morrer, não em conjunto ao mesmo tempo. Mas se isso acontecesse à sensação de que você vai “se lascar” de forma conjunta é confortante. É muito solitário isso de morrer sozinho. Sai de retro!

A gente tem que chegar lá no céu é aos bandos, como num bloco. Será um celestial carnaval de Teresina, ao som de um bom trio elétrico, patrimônio imaterial da quase-extinta humanidade. Um lote de piauienses chegando, juntos, no lar do nosso Senhor Jesus. Imagine que farra! Mas chegar juntos não significa chegar unidos, porque piauienses ligados a sociedade civil, aos órgãos públicos e aos usuários de recursos naturais e a classe política é utopia. Ou você nunca ouviu falar na famosa corda de desunidos da classe política piauiense que existe por aqui?

Pois então, diante da certeza dos Maias, que ainda não aconteceu, mas que poderá acontecer com o planeta terra, resultante da ação do próprio homem, finalmente, poderei me despedir dos amigos, da família, dos meus filhos, da minha esposa, dos colegas de trabalho. Direi que amei a (quase) todos. Amei a vida, o Ríver Sport Clube do Antonio Mendes, o Flamengo Sport Clube do Pato Preto e o sorvete de bacuri. Peço perdão pelos meus erros e pelas feridas que abri em cada um de vocês. Perdão pelos
meus longos textos no jornal do SENGE-PI e matérias enviadas através do Facebook que quase ninguém tem paciência de ler – e pelo estupro corriqueiro da língua portuguesa.

Ah! A última coisa que farei minutos antes do mundo acabar? Escutar “Renato e seus Blue Kapes, os Beatles, Roberto Carlos, The Fevers, Luis Gonzaga, João Cláudio Moreno e Amauri Jucá. E depois de morto, como dito, “frevar” na chegada ao céu: “oh, oh, oh saudade, saudade tão grande,…De que adianta se o litoral piauiense, a serra da capivara, sete cidades e os biomas caatinga, cerrados e manguezais estão tão longe, a saudade é tão grande que eu até me embaraço…”

Será um fim do mundo com sonoridade eclética: rock no leito de morte para suportar a adrenalina do grand finale e frevo de Petrolina e Recife-PE e trio elétrico de Juazeiro-BA no post-mortem para descarregá-la.

É preciso saber morrer e ter consciência de que somos finitos. Já o frevo, trio elétrico e minhas músicas  preferidas isso sim, são imortais. Agora desejo UM FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO e um bom fim do mundo a todos!

* AVELAR DAMASCENO AMORIM  Engº Agrº M.Sc. Tecnologia de Sementes. Especialista em Gestão Ambiental e de Recursos Hídricos; Diretor de Meio Ambiente do SENGE;Assessor Técnico da AGESPISA 

FONASC PI -PACTO PELO SANEAMENTO BÁSICO

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dez
23

 

PACTO PELO SANEAMENTO BÁSICO NO PIAUÍ

                                                                         *Avelar Damasceno Amorim

            O Piauí tem uma grande oportunidade de dar um salto na qualidade do saneamento básico. O tema ganha, a cada dia, mais destaque pelo impacto na qualidade de vida, na saúde, na educação, no trabalho e no meio ambiente.  Por outro lado as oportunidades de aprovação de projetos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com robustos recursos. Também as oportunidades através de planejamento, organização e fortalecimento institucional para aperfeiçoar os instrumentos das ações integradas e descentralizadas do governo estadual com os municípios e osdiversos atores que atuam no saneamento básico na busca da universalização. É o que determina a lei nacional do saneamento básico (lei nº 11.445/2007) e quando outras definições prevêem o plano Estadual e os planos municipais.

                O Estado do Piauí tem como metas a regionalização do saneamento básico, a
elaboração do plano estadual e dos planos municipais de gerenciamento integrado  do saneamento básico. A premissa fundamental  deste pacto Estadual é o envolvimento e a participação dos três  níveis de governo – União, Estado e Municípios – a sociedade civil e os usuários dos recursos naturais, isto para o pleno êxito dos planos, onde todos os atores deverão  se reconhecer como protagonistas no planejamento e no esforço pela universalização, conforme as metas do plano. O plano Estadual deverá expressar um compromisso social, econômico, cultural e ambiental nas bacias hidrográficas, com metas e objetivos, visando à redução das desigualdades com inclusão social, e a melhoria da qualidade de vida por meio da universalização do saneamento básico.  VEJA MAIS

Carta Aberta dos povos do Tapajós ameaçados pelo Complexo Hidroelétrico do Tapajós

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dez
21

O Seminário de Formação de Militantes do Movimento Tapajós Vivo, que aconteceu em Jacareacanga, no Pará, foi encerrado com um aviso do povo Munduruku ao governo, sobre o plano de construção das cinco hidrelétricas nos rios Tapajós e Jamanxim. Uma dura crítica tornou a carta ainda mais contundente:

“Queremos saber por que o governo fala que se as barragens forem construídas, vai ter dinheiro para a saúde e a educação dos indígenas. Por que as populações indígenas não podem ter saúde e educação sem a construção das barragens? Nós não temos direito a isso?”

Leia a carta Aberta dos Munduruku: 

ALERTA FONASC – Cianobactérias na Bacia Hidrográfica do Rio Doce .MG/ES

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dez
20

ALERTA FONASC – Cianobactérias na Bacia Hidrográfica do Rio Doce .MG/ES

A ocupação humana desordenada da bacia de drenagem do Rio Doce com a remoção da floresta atlântica e o extermínio da população nativa, provocou ao longo do tempo a  degradação da qualidade da sua água.

O descarte de poluentes industriais, urbanos e da agropecuária, tem provocado o processo de eutrofização que consiste no aumento progressivo da  concentração de nutrientes, levando a um aumento de organismos vivos e matéria orgânica em corpos e cursos d’água.  em níveis que podem interferir nos usos desejáveis da água. Como consequência as águas da Bacia tornaram-se propícias à proliferação excessiva das algas

Algumas cepas de algas, em especial as do grupo cianofíceas ou cianobactérias, podem produzir toxinas altamente potentes (hepatoxinas e neurotoxinas) e podem também produzir metabólitos que causam gosto e odor, alterando as características organolépticas das águas.

Nos últimos anos,  no período de julho a dezembro,  temos verificado a  ocorrência de floração de cianobacterias em vários pontos da Bacia do Rio Doce.

 Nesse ano os sistemas de abastecimento de água das Cidades de Governador Valadares, Alpercata, Conselheiro Pena e Resplendor em Minas Gerais, além de Colatina e Baixo Guandu no Espírito Santo  foram comprometidos pelo gosto desagradável da água tratada pelos sistemas públicos de abastecimento. Esse fato levou o Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Doce a solicitar dos órgãos competentes um estudo técnico acerca do problema que promete se repetir nos próximos anos. VEJA MAIS 

GOVERNO BRASILEIRO SUSPENDE TRANSMISSÃO AO VIVO DAS SESSÕES DO CNRH – CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS

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dez
19

GOVERNO   BRASILEIRO SUSPENDE TRANSMISSÃO AO VIVO DAS SESSÕES DO CNRH – CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS

Hoje, na America Latina, para agressão ao estado democrático , as elites tradicionais  e seus prepostos   não se dão   mais ao trabalho de promover  quarteladas e golpes como antigamente,e sim, através de micro golpes e desastibilização de localizados processos institucionais de democratização e transparencia do Estado.(Entrevista:Rafael Caldera – Presidente do Equador – Conferencia Rio +20)   

Lamentavelmente  dentro desse disiderato de desqualificação da POLÍTICA PARA GESTÃO DAS AGUA S PÚBLICAS BRASILEIRAS atraves do esvaziamento da instância colegiadas máxima da POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS 9 (CNRH) E , agredindo os principios da descentralização e transparencia  inclusos  na legislação, o GOVERNO BRASILEIRO pelos seus prepostos no  MMA não propiciou acesso e condições para a transmissão ao vivo das sessões do CNRH= CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS. JÁ A DUAS SESSÕES. O que se esperava ser um fato pontual nas plenárias do CNRH virou rotina. Novamente o ministério não  disponibilizou condições nas últimas plenárias ordinária e extraoedinária que aconteceu eme 12 e 13 de dezembro último para transmissão via ionternet como vinha acontecendo a mais de um ano . A representação das ONgs organizações civis naquele colegiado feita pelo FONASC tradicionalmente linkava e retransmitia a sessão para o público e isso agora , ao que parece, foi evitado. O FONASC REPUDIA e DENUNCIA  mais essa tática do atual governo NO MMA  para  esvaziar aquele colegiado  , a gestão  colegiada dos rios  e incentivar a centralização .Condutas incompatíveis com a  CONSTRUÇÃO de um estado moderno e deMocrático. A sociedade brasileira precisa saber o que aconteçe nesse quadro ATUAL da governança das águas braSILeiras. Antes voce poderia ver o que aonteçIA  no CNRH   acessando TAMBÉM a TV FONASC

TODOS sabemos  das limitações daquele colegiado marcado por insuficiencias , mas não dá para jogar fora a agua do banho e a banheira e a criança ao mesmo tempo.

FONASC CBH

REPO DAS ORG CIVIS NO CNRH

Preservação ambiental – Fonasc e Comite Infanto Juvenuil do Rio Jeriparana promove e participa de trilha ecológica

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dez
17

Preservação ambiental – Fonasc e Comite Infanto Juvenuil do Rio Jeriparana promove e participa de trilha ecológica

 

Preserção ambiental – Fonasc participa de trilha ecológica

Encerrando as atividades do ano de 2012, o Comitê Infanto Juvenil do rio Jeriparana realizou na semana passada um passeio a trilha ecológica na Apa do Maracanã, que foi acompanhada pela Associação Comunitária Mracanã Turismo.

Durante o passeio várias espécies nativas foram apresentadas. Mas a experiência segundo Thereza Christina, vice coordenadora do Fonasc, foi enriquecedora não só sobre os aspectos  ambientais, mas também no cultural.

“Tivemos a oportunidade conhecer melhor a cultura (dança, folclore e artesanato) da região e ouvimos e cantamos o hino do folclore maranhense Maranhão, meu tesouro meu torrão, de Humberto Maracanã. Foi muito lúdico e até emocionante. Precisamos preservar todo esse acervo”, declarou.

Preocupação

Durante o passeio o Grupo conheceu o canteiro de obras do projeto Minha Casa Minha Vida – pelo qual que estão sendo construídas casas no Maracanã (cerca de 5.000) e questões  sustentáveis vieram a tona: Como será o saneamento, transporte, educação dessa  nova cidade?

 

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