Navegando em todos os artigos NOTÍCIAS

INFORMATIVO FONASC.CBH #118

Postado Postado por Destaques, NOTÍCIAS     Comments Sem comentários
jun
27

.


Notícias das Águas do Brasil. Acompanhe a nossa atuação pelo País.

INFORMATIVO # 118
 27 de Junho de 2019
Notícias do Fonasc.CBH 
Veja a nossa atuação pelo País
Protagonismo juvenil 

Membros do Comitê Infanto Juvenil da Bacia Hidrográfica do Rio Jeniparana participaram do Fórum Protagonismo Infanto Juvenil e deram seu recado de que o meio ambiente e os recursos hídricos devem fazer parte dos debates.

SAIBA MAIS

Fonasc.CBH participou de evento sobre água da UFMG

O coordenador nacional do Fonasc.CBH, João Clímaco e o representante do Fonasc.CBH no Rio de Janeiro, Markus  Budzynkz participaram do projeto “Desconstruções”, cujo tema foi “O dilema do acesso à água: desafios e oportunidades”, promovido pelo Núcleo de Estudos Organizacionais e Sociedade – NEOS – da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
 

Fonasc.CBH fala sobre as bacias hidrográficas MA

A vice-coordenadora do Fonasc.CBH, Thereza Christina Pereira Castro concedeu entrevista para falar das bacias hidrográficas no Maranhão, a situação atual e as soluções. Confira.

LEIA MAIS
Mais notícias
Análise da conjuntura dos recursos hídricos
Em 2007, o coordenador nacional do Fonasc.CBH, João Clímaco concedeu entrevista para publicação GEO Brasil: Recursos Hídricos – componente da série de relatórios sobre o Estado e persectivas do Meio Ambiente no Brasil. A pergunta é: O que mudou? Confira a entrevista.

SAIBA MAIS


Fonasc.CBH celebra o dia do Rio Jauquara
Representantes do Fonasc.CBH estiveram no evento e falaram da importância do rio e de seus usos múltiplos. Na ocasião, o Fonasc.CBH deu inicío ao projeto de capacitação e mobilização das lideranças locais.

SAIBA MAIS

INTERNACIONAL

Pesquisadores descobrem gigantesca reserva de água doce em sedimentos porosos debaixo do oceano Atlântico. São quase 3 mil quilômetros cúbicos de água doce presa nos sedimentos. 

SAIBA MAIS

Rápidas
Carta ao Meio Ambiente
Pesquisadores e professores elaboram documento em defesa do meio ambiente.
Planetas Água
Planetas totalmente cobertos de água podem ser comuns no universo, diz astronômo.
Água em lata
Água de leve sabor em latas de alumínio é a nova moda para salvar os oceanos.
Economia de água
Tecnologias de irrigação estão em teste no Semiárido Mineiro para economia de água.
Galeria
IMAGENS DA DUAS REUNIÕES SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL. A PRIMEIRA OCORREU NO FÓRUM DESEMBARGADOR SARNEY COSTA E A SEGUNDA NA SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE.
Contatos
Escritório Central (Rua Leôncio José Rodrigues, Jardim Felicidade, nº 00172, Belo Horizonte-MG )
(31) 3786-8514
Escritório Maranhão (Rua 03, Qda 15, Casa 03 – Planalto Anil Pingão – São Luís-MA – CEP: 65060-490)
(98) 3303-6557
fonasc.maranhao@yahoo.com.br – contato@fonasc-cbh.org.br
www.fonasc-cbh.org.br

Facebook

Twitter

YouTube

Instagram

Website

Google Plus
Ver este email no navegador
Você recebeu esse email por causa da sua relação com Fonasc.CBH. Por favor, reconfirme aqui o seu interesse em receber os nossos e-mails, ou, caso não queira mais recebê-los, remova a sua inscrição aqui.
This message was sent from contato@fonasc-cbh.org.br to contato@fonasc-cbh.org.br
contato@fonasc-cbh.org.br

Update Profile/Email Address | Forward Email | Report Abuse

FONASC.CBH PARTICIPA DE REUNIÕES QUE TRATAM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Postado Postado por Destaques, FONASC MARANHAO, NOTÍCIAS     Comments Sem comentários
jun
27

FONASC.CBH PARTICIPA DE REUNIÕES QUE TRATAM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 27/06/2019

A vice-coordenadora nacional do Fonasc.CBH, Thereza Christina Pereira Castro participou nesta terça e quarta-feira de reuniões cuja pauta é o andamento da Política Estadual de Educação Ambiental no Maranhão (PEEA/MA).

A primeira reunião ocorreu na sala dos direitos difusos do Fórum Desembargador Sarney Costa, na última terça-feira, com representantes da sociedade civil, poder público e membros do judiciário maranhense. A pauta foi discutir o Regimento Interno do Fórum Maranhense de Educação Ambiental, eleger seus coordenadores, calendário de reuniões e ações de implementação da PEEA.

Na quarta-feira, foi a vez da subcomissão de normas e legislação da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental – CIEA que discutiu ações e estratégias para criação de CIEA’s municipais.

 

COMISSÃO PRÉ-COMITÊ DA BACIA DO RIO TURIAÇU PROTOCOLA DOCUMENTO AO CONERH

Postado Postado por Destaques, FONASC MARANHAO, NOTÍCIAS     Comments Sem comentários
jun
27

COMISSÃO PRÉ-COMITÊ DA BACIA DO RIO TURIAÇU PROTOCOLA DOCUMENTO AO CONERH

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 27/06/2019

A comissão Pré-Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Turiaçu protocolou nesta quarta-feira, 26, documento endereçado ao presidente do Conselho Estadual de Recursos Hídricos, o secretário de Meio Ambiente, Rafael Carvalho.

O documento informa que em julho de 2017 foi iniciado o processo de mobilização e articulação dos diversos atores (sociedade civil, poder público e usuários de água) inseridos dentro da bacia, com o objetivo de criar o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Turiaçu.  Informa ainda que após seguir toda a legislação e seus passos para criação de Comitê, a comissão Pré-Comitê de Bacia do Rio Turiaçu foi constituída, inclusive a representação da Secretaria Estadual de Meio Ambiente esteve presente na formalização do Pré-Comitê.

Diante do breve histórico, o documento requer que a Comissão Pré-Comitê da Bacia do Rio Turiaçu seja formalizada dentro da instância do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CONERH) e que os documentos anexos ao ofício protocolado siga para o conhecimento, encaminhamentos e providências cabíveis para tramitação deste processo de criação de mais um Comitê de Bacia Hidrográfica do Maranhão.

INTERNACIONAL – CIENTISTAS DESCOBREM ÁGUA DOCE DEBAIXO DO OCEANO ATLÂNTICO

Postado Postado por Destaques, INTERNACIONAL, NOTÍCIAS     Comments Sem comentários
jun
27

INTERNACIONAL – A gigantesca reserva de água doce escondida debaixo do Oceano Atlântico

Texto: Redação BBC News Mundo
Data: 27/06/2019
OceanoDireito de imagem GETTY – Especialistas acreditam que reservatórios do tipo são abundantes, mas pouco se sabe sobre seus volumes e sua distribuição no planeta

O fundo do Oceano Atlântico esconde um tesouro muito mais valioso do que qualquer navio pirata: água doce.

Embora soe estranho, um grupo de geólogos da Universidade de Columbia, em Nova York, afirma que na costa nordeste dos Estados Unidos há quase 3 mil quilômetros cúbicos de água doce presa em sedimentos porosos sob a água salgada do mar.

A descoberta, embora surpreendente, era algo do qual já se suspeitava. Especialistas acreditam que esses tipos de depósito de água doce são abundantes, mas muito pouco se sabe sobre seus volumes e sua distribuição no planeta.

Os cientistas acreditam que este aquífero é o maior já encontrado. Eles o avaliam como “gigantesco”.

Segundo seus cálculos, a reserva vai da costa do estado de Massachusetts até New Jersey e abrange cerca de 350 km da costa do Atlântico nessa região dos Estados Unidos.

Se a reserva estivesse na superfície, formaria um lago de cerca de 40 mil km2.

Imagem mostra o mar, com o sol se pondo, ao fundoDireito de imagem GETTY – A “água fóssil” pode estar sob o mar desde a Era do Gelo

Como a reserva foi encontrada?

Para detectar a reserva d’água, os pesquisadores usaram ondas eletromagnéticas.

Uma pista que eles já tinham é que, nos anos 70, algumas companhias petroleiras que perfuravam a costa não extraíam petróleo, mas sim água doce. Os pesquisadores, no entanto, não sabiam se eram apenas depósitos isolados ou algo muito maior.

Agora, para conhecer a área em detalhes, eles lançaram sondas a partir de um barco para medir o campo eletromagnético nas profundezas.

A água salgada é melhor condutora de ondas eletromagnéticas do que a água doce, então, pelo tipo de sinais de baixa condutância que receberam, eles puderam concluir que havia água doce lá embaixo.

Eles também concluíram que os depósitos são mais ou menos contínuos, estendendo-se da linha da costa até cerca de 130 km mar adentro. Em sua maioria, eles estão entre 180 metros e 360 ​​metros abaixo do fundo do oceano.

Imagem mostra embarcação usada por pesquisadores
Direito de imagemKEY PERRY – Os pesquisadores usaram ondas eletromagnéticas para mapear a rede de água

Como a água chegou lá?

Os geólogos acreditam que a água doce pode ter se armazenado ali de duas maneiras.

Por um lado, acredita-se que no final da Idade do Gelo, grandes quantidades de água doce acabaram presas em sedimentos rochosos, algo que os especialistas chamam de “água fóssil”.

Mas pesquisas recentes mostram que os reservatórios provavelmente também se alimentam de chuva e de corpos de água que se infiltram através dos sedimentos na terra e alcançam o mar.

Ela pode ser consumida?

Os pesquisadores dizem que, de maneira geral, a água do aquífero é mais doce perto da costa e mais salgada à medida que entra no mar. Isso pode significar que, com o passar do tempo, os dois tipos de água vão se misturando.

Imagem mostra água de torneira caindo em mãos de pessoas negrasDireito de imagemGETTY
Image captionOs aquíferos submarinos poderiam abastacer regiões áridas do planeta

A água doce terrestre geralmente contém sal em quantidades inferiores a uma parte por mil. Esta é a mesma quantia que encontraram na reserva aquática perto da costa. Em seus limites externos, o aquífero alcança 15 partes por mil. Em comparação, a água do mar normalmente tem 35 partes por mil.

Segundo explica o geofísico Kerry Key, co-autor do estudo, para usar água das partes mais distantes do aquífero seria preciso dessalinizá-la para a maioria de sua utilização, mas, em todo caso, o custo seria menor do que processar água do mar.

O estudo de Key sugere que essas reservas poderiam ser encontradas em muitas outras partes do mundo, e poderiam fornecer água potável a lugares áridos que precisam urgentemente dela.

“Provavelmente não tenhamos que fazer isso nesta região”, disse Key em um comunicado. “Mas se pudermos demonstrar que existem grandes aquíferos em outras regiões, isso poderia representar um recurso adiconal em lugares como o sul da Califórnia, a Austrália ou a África.”

FLASCH BACK – ANALISE DA CONJUNTURA DOS RECURSOS HIDRICOS EM 2007 – O QUE MUDOU – Entrevista em 2007 com Cons JOAO CLIMACO DA COORDENAÇÃO DO FONASC

Postado Postado por Destaques, FONASC DF, NOTÍCIAS     Comments Sem comentários
jun
23

Entrevista em 2007 com Cons JOAO CLIMACO DA COORDENAÇÃO DO FONASC  divulgada na publicação abaixo

A342g GEO Brasil : recursos hídricos : componente da série de relatórios sobre o estado e perspectivas do meio ambiente no Brasil. / Ministério do Meio Ambiente ; Agência Nacional de Águas ; Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Brasília : MMA; ANA, 2007. 264 p. : il. (GEO Brasil Série Temática : GEO Brasil Recursos Hídricos) ISBN: 978-85-89629-19-5 1. Recursos Hídricos. 2. Gestão de Recursos Hídricos. 3. Relatório. I. Ministério do Meio Ambiente. II. Agência Nacional de Águas (Brasil). III. Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. CDU 556.18 (81) (047.32)

 

- Qual a avaliação geral sobre a implementação do SINGREH?

O SINGREH é uma modernidade de proposta de política pública e uma necessidade da sociedade brasileira. Vai-se legitimando como operador dessa política para gestão de um bem público, mas infelizmente não tem conseguido transmitir a contento essa noção, mas sim a legitimação da água como bem econômico. Afirma-se como processo em construção que alimenta esperanças desproporcionais aos resultados. A sociedade ainda espera sua eficiência e eficácia como política pública de um bem público. Isso acontece em função de ser ainda um locus privilegiado da afirmação de setores corporativos e patrimonialistas cuja lógica que lhes são pertinentes não possibilita o retorno ideal para a sociedade que o financia. Aos poucos as organizações da sociedade civil, superando uma primeira fase de indução para participação por parte do Estado, começam a ter um papel mais “instituinte”, apropriando-se e participando do sistema. Pela primeira vez, há representação das organizações da sociedade civil no CNRH através do FONASC-CBH, eleito por grande parte de ONGs que atuavam de maneira mais periférica e estas articuladas em uma rede a partir de uma experiência de base. No “mercado político da água”, a inserção de novos atores democratiza as informações, contribui para despatrimonializar e superar os interesses corporativistas e melhorar a legitimidade, a representatividade das demandas sociais e a construção de um Estado democrático e de direito através da gestão da água. -

Qual a identificação possível sobre avanços concretos, promovidos a partir do SINGREH, na melhoria dos recursos hídricos?

O país dispõe hoje de um arcabouço legal, uma estrutura administrativa, uma política de estado e um plano estratégico para atuar no problema da escassez e acesso à água nos seus usos múltiplos nos tempos atuais e futuros. As águas mostram que podem contribuir para consolidar direitos a partir de novos paradigmas, que o arcabouço de normas do sistema não consegue contemplar. Se o SINGREH melhorar seus regimentos para possibilitar uma maior inclusão de atores sociais poderá trazer saltos positivos rápidos para atingir seus objetivos. A emergência do Sistema ampliou a agenda de discussões da sociedade em relação ao modelo de desenvolvimento socioambiental que o país necessita. A sensibilização de parte importante do setor econômico é ponto importante para consolidar a política e o sistema. Os avanços para consolidação da gestão integrada em apenas algumas bacias economicamente importantes do país mostram-nos os desafios que ainda temos de superar e os pontos onde o SINGREH tem de aprimorar-se.

- Que prioridades devem ser definidas entre: Amazônia, Pantanal, problemas ambientais urbanos e problemas de escassez no semi-árido?

Prioritariamente entendemos que os problemas ambientais urbanos e o uso do solo, tanto urbano como rural, aparecem como mais emergentes para ser enfrentados inclusive no semi-árido. Carece-se de redimensionamento do papel da ANA, ainda muito influenciada pela força e pela experiência recente da implantação do sistema na bacia do rio Paraíba do Sul. Enxergamos sua importância e legado no contexto da construção de tecnologias de gestão, mas está na hora de a ANA constituir-se numa verdadeira Agência Nacional de Águas e não parecer uma estrutura que se legitima pelo esforço quase voltado para aquela bacia e pelo dispêndio de recursos de maneira heterogênea em relação a outras bacias importantes do país. Nesse sentido, o Pantanal e a Amazônia já deixaram de ser secundárias há muito tempo. Isto é um exemplo de patrimonialismo associado ao corporativismo. -

Que papel o SINGREH poderia exercer para a integração com outras políticas setoriais, especialmente de setores usuários das águas?

A água traz consigo o eixo e novos paradigmas e a possibilidade para a emergência de novas práticas e novos conceitos, inclusive pela sua possibilidade integradora de pessoas e políticas, porém o aparato institucional e burocrático atual nem de longe está compatível com essas dimensões. Essa situação coloca-nos diante também de possibilidades para construção dessa integração. O que pode contribuir mais para essa integração é a capacidade de resposta dos outros setores para as demandas da sociedade civil organizada no sistema principalmente pelo Estado, que deveria ser efetivamente garantidor de direitos socioambientais coletivos. A adequação do SINGREH ao aprimoramento desses pressuposto na sua prática traz embutida a maior possibilidade de integração com outras políticas públicas setoriais, sobretudo na saúde, demais políticas sociais e uso do solo e pautar pontos importantes para construção de um modelo de desenvolvimento sustentável. A ANA, nesse contexto, poderá rever suas possibilidades como Agência realmente nacional e trabalhar mais efetivamente em articulação com outros órgãos. -

Quais os papéis específicos esperados dos usuários e de representantes da sociedade civil no âmbito de comitês e nas atividades a cargo das agências de bacia hidrográfica?

O SINGREH, no que diz respeito ao papel da sociedade civil e de usuários, nasceu com uma deficiência conceitual congênita quando coloca no mesmo estatuto legal: “sociedade civil organizada”, o setor técnico (universidades), os usuários e os próprios comitês de bacias que são entes de Estado e não organizações da sociedade civil. A Resolução n0 05 do CNRH consolida esse equívoco e determina sua permanência no âmbito do gerenciamento nas instâncias de gestão tais como CBHs e Agências, com conseqüências nos papéis desses atores políticos nessas instâncias e limitando a representatividade desses atores. Hoje há uma enérgica construção ideológica para garantir, ante a visão mercantilista da água, que ela é antes de tudo alimento e direito fundamental humano, e, como tal, não deveria estar subalternizada por nenhuma outra construção ideológica pautada no seu “valor econômico”. A sensibilidade do sistema contudo parece ainda limitada para as grandes questões de fundo no CNRH e para resolver de fato os problemas locais dos cidadãos nos CBHs.

Entrevista: João Climaco Soares de Mendonça Filho (representante da sociedade civil no Conselho Nacional de Recursos

FONASC.CBH PARTICIPA DE EVENTO SOBRE ÁGUA PROMOVIDA PELA UFMG

Postado Postado por Destaques, FONASC MG, NOTÍCIAS     Comments Sem comentários
jun
21

FONASC.CBH PARTICIPA DE EVENTO SOBRE ÁGUA PROMOVIDA PELA UFMG

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 21/06/2019

O coordenador nacional do Fonasc.CBH, João Clímaco e um dos representantes do Fonasc.CBH no Rio de Janeiro, Markus Budzynkz participaram no último dia 19, do projeto “Desconstruções”, cujo tema foi “O dilema do acesso à água: desafios e oportunidades”, promovido pelo Núcleo de Estudos Organizacionais e Sociedade – NEOS – da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no auditório 2 da FACE, na Universidade.

Para os representantes do Fonasc.CBH o evento merecia mais destaque, pois infelizmente contou com uma participação tímida de representantes, mesmo tento entre os debatedores do tema o ex-ministro de Meio Ambiente José Carlos Carvalho. Ainda participaram da mesa dos debates Marcus Vinícius Polignano, Presidente do Fórum Mineiro de Comitês de Bacia Hidrográfica e da professora e pesquisadora Fernanda Matos que é Sub-Coordenadora geral do Projeto Governança e Recursos Hídricos, financiado pela CAPES/ANA.

Com o tema o NEOS, realizou o 1º ciclo de debates “DesConstruções” de 2019, cujo objetivo era discutir novas perspectivas sobre os recursos hídricos no Estado.  Diante de um cenário de escassez de água, espaço para produção industrial, geração de energia e água de qualidade para as demandas populacionais, os organizadores do evento sentiram a necessidade de discutir qual deve ser o papel da água no nosso futuro, incentivando a discussão sobre como entendemos, valoramos e administramos a água, para contribuir para a tomada de decisões políticas sobre nossos recursos hídricos.

FONASC.CBH PARTICIPA DO DIA DO RIO JAUQUARA

Postado Postado por Destaques, FONASC MT, NOTÍCIAS     Comments Sem comentários
jun
21

Fonasc.CBH participa do Dia do Rio Jauquara

Celebração ao Rio Jauquara

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 21/06/2019

O Fonasc.CBH foi convidado pela ONG Fé e Vida a participar do Dia do Rio Jauquara, cuja data de celebração é no dia 28 de abril. As representantes do Fonasc.CBH Débora Calheiros e Lediane Oliveira deram uma palestra onde falaram sobre a importância dos rios e seus usos múltiplos, bem como destacaram a relevância do Rio Jauquara, para a região do Pantanal. Elas deram início a um projeto de capacitação e mobilização das lideranças e professores das comunidades.

Para celebrar o dia do rio a equipe do Comitê Popular do Rio Paraguai chegaram com representantes da escola de ativismo, para um encontro com lideranças das comunidades. As boas-vindas da celebração foi dada por Isidoro Salomão, da ONG Fé e Vida,que falou da preservação dos rios e dos impactos das Usinas, relatando experiências dos 20 anos de trabalhos que a ONG vem fazendo no Pantanal. Em seguida foi servido um café da manhã feito com alimentos típicos da comunidade do Baixiu.

A comunidade e convidados fizeram uma oração a São José, o padroeiro da comunidade, e uma apresentação de Cururu. Depois saíram em procissão da casa do senhor Antônio até o Rio Jauquara, percurso de 1 km, com uma mística da Vanda e os alunos da comunidade, e entre orações e canções de Cururu chegaram ao Rio Jauquara, aonde fizeram uma oração a Nossa Senhora do Pantanal e reforçaram o compromisso com o Rio que é reflexão sobre as águas.

Ao retornarem seguiu-se as apresentações de místicas e uma palestra do Rafael Bento, líder comunitário, que abordou sobre a preservação do rio em relação a questões das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH´s).

A Escola de Ativismo entrou com uma dinâmica com participações das comunidades falando de como juntar forças e lutar por um objetivo em comum que é a defesa dos rios contra as PCH´s, uma banda de música local da comunidade se apresentou.

O Fonasc.CBH finaliza o evento com a palestra sobre a importância do Jauquara e seus enfrentamentos. Após este momento foi servido um almoço preparado pela comunidade com peixes do Rio Jauquara.

FONASC.CBH DIVULGA – CARTA DE PROFESSORES EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE

Postado Postado por Destaques, NOTÍCIAS     Comments Sem comentários
jun
20
FONASC.CBH DIVULGA - CARTA DE PROFESSORES EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE
Texto: Divulgação
Data: 20/06/2019

Professores manifestam através de um documento a suas preocupações com o meio ambiente
e a política ambiental no Brasil. A carta é resultado dos esforços conjuntos de 75 professores de Direito Ambiental
ao longo das duas últimas semanas.
Leia a íntegra da carta aqui
Leia e compartilhe a versão em inglês da carta aqui

COMITÊ DO RIO JENIPARANA PARTICIPA DO FÓRUM PROTAGONISMO INFANTO JUVENIL

Postado Postado por Destaques, FONASC MARANHAO, NOTÍCIAS     Comments Sem comentários
jun
18

COMITÊ DO RIO JENIPARANA PARTICIPA DO FÓRUM PROTAGONISMO INFANTO JUVENIL

 

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 18/06/2019

Os membros do Comitê Infanto Juvenil da Bacia Hidrográfica do Rio Jeniparana participaram nesta terça-feira, dia 18, do Fórum Protagonismo Infanto Juvenil, promovido pela Rede Amiga da Criança, no Centro Cultural do Ministério Público, no Centro de São Luís.

O objetivo do evento é envolver o público de 11 a 16 anos a participar e discutir os temas sociais e culturais, além de política e cidadania.
Os membros do comitê se dividiram para participar dos grupos de discussão. Em um dos grupos, o do respeito a diversidade foram levantadas questões sobre o preconceito racial, de gênero e religioso e o apontamento para soluções que visem o respeito ao próximo.

Para o presidente de honra do Comitê, João Lucas Oliveira é importante o Comitê marcar presença e contribuir com as discussões. “Além de tratarmos de assuntos como saúde e educação, a gente também veio dar nosso recado, pois o meio ambiente e nossos rios precisam de cuidados e precisam estar na pauta destes debates” declarou.

Veja aqui o recado do Comitê em vídeo

Na programação do evento, a abertura foi a roda de conversa sobre o protagonismo juvenil com o adolescente Felipe Caetano, que é membro do Comitê Nacional de Participação de Adolescentes – CONANDA. Depois teve bate-papo. Após esse momento todos os presentes se dividiram em cinco grupos de trabalho para debates temas específicos como saúde, prevenção ao uso e abuso de drogas, o modelo educacional atual, enfrentamento à violência contra a mulher e o respeito a diversidade.

O evento se encerra nesta quarta-feira, 19, com a plenária que irá reunir em documento todas as propostas apresentadas nos grupos de trabalhos.

COORDENADORA DO FONASC.CBH CONCEDE ENTREVISTA

Postado Postado por Destaques, FONASC MARANHAO, NOTÍCIAS     Comments Sem comentários
jun
17

A vice-coordenadora nacional do Fonasc.CBH concedeu entrevista à jornalista Maria Regina Telles do Programa Ponto a Ponto e falou sobre a situação dos rios e das bacias hidrográficas do Maranhão. Veja a íntegra da entrevista abaixo.

Categorias

blogs

Vídeo

RECENTES