Navegando em todos os artigos INFORMATIVO

FONASC.CBH – HOMENAGEM AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA

Postado Postado por INFORMATIVO     Comments Sem comentários
mar
22

Neste dia mundial da água, a nossa homenagem vai em forma de poesia. Confira!

 

 

ÁGUA UM BEM PRECIOSO

Autor: SÉRGIO MORAES

 

Temos um bem precioso, que necessitamos para viver,

É a Água que mata a sede, sem Ela podemos morrer…

É a Água que vem dos céus, que está nos Rios e no Mar,

Que surge em pequenas nascentes, pra nossa sede matar.

A Água que hoje temos e que chega em nosso lar,

Mata a Sede e nos Banha, serve até pra cozinhar,

Mas o Homem quando desmata, faz essa fonte secar,

Só vai valorizar esse bem, no dia que acabar.

O Desperdício é muito grande, bem como a poluíção,

A Água que desperdiçamos, está faltando no Sertão.

Todo dia precisamos dela, mas dela não sabemos cuidar,

Essa Água tão Preciosa, um dia pode faltar…

E neste DIA MUNDIAL DA ÁGUA, escrevo esta Poesia,

Para que as pessoas não desperdicem, este bem de cada dia.

Que os Homens se conscientizem e abram os olhos enquanto é tempo,

Porque essa Água que nos mata a sede, pode faltar a qualquer momento.

Essa poesia da Água, é para que sirva de alerta,

Para que as pessoas aprendam a usar, a Água na medida certa.

Porque todos nos precisamos da Água, para lavar, cozinhar e beber,

Se não cuidamos bem desse bem, a humanidade toda vai sofrer.

Então não jogue água fora, ver se para de fazer isso,

De tá deixando torneira e chuveiro aberto, evite esse desperdício.

Reflita e pense nisso, não seja mais tão teimoso,

Pois a Água que Deus nos dá, é Vida e é UM BEM PRECIOSO.

Texto extraído do site Portal de Escritores

 

 

FONASC CNRH – NA SEMANA DA AGUA 2017 APOIA PEDIDO DE PROVIDENCIAS PARA USOS MULTIPLOS EM PECEM

Postado Postado por INFORMATIVO     Comments Sem comentários
mar
21

 

 

FONASC CE – FONASC PEDE TAMBÉM AO CNRH  PROVIDENCIAS PARA ATENÇÃO AOS  USOS MULTIPLOS DA ÁGUA  EM PECEM – CE

As entidades  do CEARÁ  encaminharam  petição que será encaminhada ao Conselho Estadual de Recursos Hidrícos – CONERH pedindo a suspensão das outorgas de água em  Pecém.  O FONASC-CBH  TAMBÉM ENCAMINHARA A DEMANDA AO CNRH ´PARA QUE TAMBÉM SE POSICIONE SOBRE ESSA SITUAÇÃO. A entrega foi hoje às 8h30, na reunião do CONERH em alusão ao dia da água, no Cambeba, 
veja o texto da monção ao Conerh E CNRH

EXCELENTÍSSIMOS(AS) SENHORES(AS) CONSELHEIROS(AS) DO CONSELHO RECURSOS HÍDRICOS DO ESTADO DO CEARÁ

As entidades e movimentos sociais abaixo consignados vêm, por meio deste, ofertar esta REPRESENTAÇÃO com fundamento no artigo art. 15 da Lei Federal 9.433/1997 c/c art.11 da Lei Estadual nº 14.844/10, pelas razões fáticas que passa a expor, para ao final pleitear a emissão de RESOLUÇÃO deste órgão colegiado:

 

Em breve sinopse fática, as entidades e coletivos signatários ofertam as seguintes considerações:

  1. Apesar de as chuvas em 2017 não estarem tão escassas quanto nos anos anteriores, ainda assim, na média do estado do Ceará, faltando 10 dias para o término do presente mês, estas se encontram ainda 11,3% abaixo da média do trimestre de Janeiro-Fevereiro-Março;
  2. Os prognósticos emitidos pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos e outros institutos que trabalham com previsão de clima não apontam melhoria significativa no quadro que permitam concluir que tais precipitações passem a ficar muito acima da média histórica;
  3. Alguns institutos apontam mesmo que há possibilidade de retorno do fenômeno do El Niño ao final deste ano, o que pode prejudicar a estação chuvosa de 2018;
  4. Os aportes aos reservatórios hídricos do estado do Ceará até agora foram bastante limitados na maioria dos casos, com um volume total de apenas 8,7% e 122 dos 153 açudes monitorados pela COGERH estando abaixo de 30% de sua capacidade;
  5. Os maiores açudes do Ceará encontram-se em situação crítica, com quadro similar ou pior em relação ao ano passado, segundo dados do próprio Portal Hidrológico (Castanhão, com 5,66% contra 9,59% do ano passado; Orós, com 9,84% contra 24,56% do ano passado; Banabuiú, com 0,62% contra 0,47% do ano passado);
  6. Permanece, por parte de determinadas empresas em operação no estado o consumo de enormes quantidades de água doce, incluindo, apenas no Complexo Industrial e Portuário do Pecém a UTE-Pecém, a CSP e a Enel, justamente grandes emissoras de gases de efeito estufa que comprovadamente agravam o aquecimento global e as secas;
  7. Configura-se, portanto, o quadro de “necessidade premente de água para atender a situações de calamidade (…) decorrentes de condições climáticas adversas”, previsto no Artigo 11 da Lei Estadual de Recursos Hídricos (Lei 14.844 de 28 de dezembro de 2010);

 

Do exposto, somado aos demais fundamentos fáticos e jurídicos expostos no Anexo I desta petição, pugna-se por uma atuação célere e responsável deste órgão colegiado, editando RESOLUÇÃO no sentido de:

 

  1. Estabelecer de tarifa de contingência idêntica à aplicada em 13/09/2016 às empresas Porto do Pecém Geração de Energia, MPX Pecém II Geração de Energia S/A e MPX Mineração e Energia Ltda. para todas as demais indústrias em operação no Complexo Industrial e Portuário do Pecém;
  2. Suspender, com base no Artigo 11 da Lei Estadual de Recursos Hídricos (Lei 14.844 de 28 de dezembro de 2010), as outorgas de água concedidas a unidades termelétricas;
  3. Revisar, em conjunto com a sociedade civil, o conjunto de outorgas em vigência a fim de determinar uma ordem de prioridade de suspensão e/ou estabelecimento de tarifa de contingência.

 

Assinam esta petição:

Fórum Ceará no Clima

Cáritas Regional de Fortaleza

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

Urucum – Direitos Humanos, Comunicação e Justiça

[....]

 

Fortaleza, 21 de março de 2017.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FONASC-MA – NA SEMANA DA AGUA – CRIANÇAS E ADOLESCENTES FARÃO SEMINÁRIO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Postado Postado por INFORMATIVO     Comments Sem comentários
mar
21

Crianças e adolescentes farão Seminário em Educação Ambiental

Texto: Assessoria de Comunicação Fonasc.CBH
Data: 21/03/2017

Um seminário completamente diferente. Nada de grandes conferencistas ou a palestra do nome do ambientalismo do momento. No seminário “Açã Jeniparana…estamos te ouvindo”, os protagonistas serão as crianças e adolescentes da iniciativa Protetores Ambientais em Ação, um projeto que faz parte do Comitê Infanto Juvenil da Bacia Hidrográfica do Rio Jeniparana. As estrelas deste evento irão debater sobre meio ambiente e recursos hídricos, como gente grande, na próxima sexta-feira, dia 24, às 14h, no auditório Fernando Falcão da Assembleia Legislativa do Maranhão.

O Seminário é um momento ímpar e de reta final do Protetores Ambientais em Ação. O Protetores é uma iniciativa que ampliou o Comitê Infanto Juvenil do Rio Jeniparana, permitindo agregar crianças a partir dos 5 anos de idade, e tem o apoio do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente.

Para este evento, os membros do Comitê foram buscar na língua Tupi-Guarani a palavra “Açã”, que quer dizer grito/gritar, para fazer um alerta para realização de efetivas ações para salvar o Jeniparana. E para isso na programação do evento, as crianças e adolescentes irão comandar mesas redondas para dialogar sobre os recursos hídricos com deputados estaduais, vereadores, secretários de meio ambiente, empresários, gestores e outros.

Ainda durante o seminário, além das mesas redondas, haverá apresentação cultural, exposição de objetos e materiais confeccionados pelas crianças da iniciativa, e homenagens às pessoas que se destacaram na luta pelo meio ambiente.

Toda a dinâmica do seminário será realizada pelas crianças e adolescentes, para que possam ser certificados pela iniciativa Protetores Ambientais em Ação. O seminário é como o trabalho de conclusão de curso. A coordenação dos trabalhos é do Comitê Infanto Juvenil da Bacia Hidrográfica do Rio Jeniparana.

Trajetória - O Comitê surgiu em 2011, com apoio do Fonasc.CBH e de 8 escolas comunitárias. É um projeto de educação ambiental, cuja iniciativa visa engajar a juventude no andamento das políticas públicas no Maranhão, em especial, na preservação e conservação dos seus recursos hídricos. O Comitê é o primeiro projeto nesta faixa etária (11 a 15 anos) instituída no Brasil, é pioneiro no Maranhão e foi inspirado no modelo criado no município de Maracanaú no Ceará. A experiência do CIJBHRJ foi premiada nacionalmente, em 2015, como a melhor prática em educação para gestão de recursos hídricos, durante o 13º Encontro Interbacias, em São Pedro-SP.

De lá para cá muita coisa aconteceu. Em 2016, o Comitê avançou em suas ações e deu início à iniciativa Protetores Ambientais em Ação, com o apoio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), através do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente. Esse projeto terá duração de 1 ano e vai atender a 180 crianças de forma direta e mais de 2 mil de forma indireta. Esta iniciativa, que surge a partir do Comitê, permitiu agregar crianças mais novas na faixa etária de 5 a 11 anos, para que se tornem agentes multiplicadores dos conceitos de sustentabilidade e meio ambiente.

FONASC MG – NA SEMANA DA ÁGUA – PEDIMOS PROVIDENCIAS PARA curso d’água ribeirão Esmeril que foi totalmente assoreado em dezembro passado,

Postado Postado por INFORMATIVO     Comments Sem comentários
mar
21
Por solicitação da representação da direção da  - União de Associações Comunitárias de Congonhas- Unaccon , através de seu Diretor de Meio Ambiente e Saúde e Coordenador de Meio Ambiente da Aclac – Academia de Ciências Letras e Artes de Congonhas Sr. Sandoval de Souza Pinto Filho O FONASC está encaminhando solicitação aos órgãos competentes referente  ao  acompanhamento do caso da barragem Casa de Pedra, na qual , no  PARECER ÚNICO Nº 0045/2014 (SIAM) 0159722/2014 ( anexo) figura a mencionada barragem, em conjunto com outra estrutura da mesma mina, porém bem distante dela, qual seja, o denominado Dique Esmeril IV, que tem a montante a pilha de estéril denominada Batateiro.existe esse  empreendimento que  tem sido fonte de preocupação e de intensa degradação ambiental na bacia do rio Paraopeba.
É de conhecimento público, principalmente pelos moradores da localidade de Esmeril, que a situação nesta segunda estrutura é de total descontrole de dezembro de 2016 em diante, por assoreamento e extravasão de estéril para o vale do ribeirão e o rio Paraopeba. Há informações de que, em dezembro pelo menos, a empresa aplicou produtos químicos ( supressores(?) floculantes(?)) naquele curso d’água.
A drenagem do dique Esmeril IV é o ribeirão Esmeril, com nascentes no território de Congonhas ( Serra da Boa Vista), sendo um afluente direto do rio Paraopeba, a montante da barragem do Salto ( CEMIG) e da captação de Brumadinho, para abastecimento da região metropolitana de BH pela COPASA .
O curso d’água ribeirão Esmeril  foi totalmente assoreado em dezembro passado, conforme se vê pelas fotos em anexo.
À ocasião acionamos a Diretoria de Meio Ambiente de Congonhas ( Denúncia Unaccon – Dimam n° – 614) e à regional da COPASA. A segunda informou que provocou a SEMAD e o DNPM, porém ainda retornou com referências/rastreamento dos processos instaurados.-Denúncia Unaccon – Dimam n° – 614 – Poluição do córrego Esmeril – Afluente do rio Paraopeba - Informam que o referido curso d’água tem sua nascente na serra da Boa Vista –  antiga mata do Paulista que foi derrubada para dar lugar ao dique Esmeril IV – CSN, que encontra-se totalmente assoreado, vertendo imensa quantidade de sólidos a jusante, causando importante carga de poluição para o rio Paraopeba. a montante da barragem do Salto e da captação da Copasa para Belo Horizonte. Informam ainda, que sobre o tema, tramita na Prefeitura Municipal de Congonhas o Processo Administrativo PMC 14611 /2016. Sabe-se  também que a empresa já teria apresentado peça recursal nos autos.
Importante frisar que informaremos todos os andamentos também à Promotoria de Justiça da Comarca de Congonhas, incluindo cópia desta mensagem. Pedimos, se possível, que tais fatos sejam reportados também aos D.D. membros da Câmara Técnica do COPAM para conhecimento e eventuais providências.

FONASC MG – PROCESSO ELEITORAL DOS COMITÊS DE BACIAS HIDROGRÁFICAS

Postado Postado por INFORMATIVO     Comments Sem comentários
mar
21
Prezados conselheiros E MEMBROS FREPRESENTANTES DO FONASC EM CBHs em MG , favor repassar para os mesmos , esta pubicação, visto que esse ano temos eleição para o mandato 2017 a 2021, observando os prazos do edital! Att. Secretário CBH AMAP PN1
Foram publicados, nesse sábado (18/03), os editais de convocação para as eleições em 32 Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs) de Minas Gerais, para o mandato 2017/2021. Os documentos já estão disponíveis no Portal dos Comitês, no link: http://comites.igam.mg.gov.br/processos-eleitorais.
Ressaltamos que o processo eleitoral 2017 envolve 35 comitês no Estado. Dentre os CBHs que já tiveram seus editais publicados, 31 têm calendários eleitorais similares, com inscrições até o dia 03/06. O CBH dos Rios Piracicaba e Jaguari terá inscrições abertas até 02/05. Apenas três CBHs – Alto São Francisco, Rio Pará e Entorno do Reservatório de Furnas – publicarão seus editais posteriormente, porque estão estruturando suas comissões eleitorais.
Divulgação
Seguem anexos os banners eletrônicos para divulgação do processo eleitoral dos comitês mineiros em sites. Caso seja necessária outra formatação, é só entrar em contato na Gerência de Apoio aos Comitês de Bacias Hidrográficas, do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), pelo e-mail portaldoscomites@meioambiente.mg.gov.br ou pelo telefone (31) 3915-1528. Os demais produtos institucionais serão enviados na quarta-feira (22/03), tendo em vista o lançamento da nova logomarca do Igam. O link para o processo eleitoral é: http://comites.igam.mg.gov.br/processos-eleitorais

FONASC PANTANAL – CONSUTA PUBLICA – FONASC AVALIA E SUBMETE AO CONHECIMENTO PUBLICO 1o Diagnostico que está sendo avaliado pelo GAP e que submetemos a conhecimento publico.

Postado Postado por INFORMATIVO     Comments Sem comentários
mar
21

    O GAP – PARAGUAI realizará no proximo dia 04 e 05 de abril em Campo Grande.MS  a 10ª Reunião de elaboração do “Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica do Paraguai”, que avaliará  o “Diagnóstico Consolidado”, principal documento da próxima reunião, que esta SENDO  disponibilizado em  n0 link:  https://drive.google.com/file/d/0B1iuOH2WJ2OCcEpQZGtBZGJ4anM/view?usp=sharing. O FONASC  através de seus membros NA REGIÃO , está submetendo a CONSULTA PUBLICA para conhecimento dos movimentos sociais e grupos sociais afetados por grandes projetos na região

O FONASC, TEM FEITO VIGOROSO ESFORÇO PARA QUE OS INSTRUMENTOS DA POLÍTICA DE RECURSOS HIDRICOS NÃO SIRVAM DE PLATAFORMA DE LEGITIMAÇÃO DE USOS QUE DESRESPEITAM OS PRINCÍPIOS DO DIREITO DAS POPULAÇÕES AFETADAS FRENTES A GRANDES PROJETOS QUE PRIORIZAM O USOS  ECONÔMICOS EM DETRIMENTO A DIREITOS SOCIAIS UTILIZANDO A ÁGUA. E JÁ NA PROXIMA REUNIÃO DA CTPNRH – ( Camara Tecinica de Planos de Bacias do CNRH) estará submetendo nova proposta de resolução para que sua composição obedece princípios de equanimidade para permitir a participação mais qualificada e representativa da sociedade civil e movimentos sociais da região.

Por isso , incluímos novo requerimento para que esta Câmara Técnica se posicione sobre a deturpação do processo ocorrida no CEHIDRO/MT que indicou representante da piscicultura no lugar de Pescadores – comunidades tradicionais e de funcionário público da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar para o cargo de representante da vaga do segmento Agricultura Familiar, como já ocorre na vaga e Turismo e Lazer em que também uma funcionária Pública da própria SEMA ocupa a vaga.

veja .veja MAIS

FONASC-MA – MEMBROS DO CONERH E TÉCNICOS DA SEMA SE REUNIRAM PARA TRATAR DE ASSUNTOS DO PROCESSO ELEITORAL DOS CBHs DO MUNIM E MEARIM

Postado Postado por INFORMATIVO     Comments Sem comentários
mar
13

MEMBROS DO CONERH E TÉCNICOS DA SEMA SE REUNIRAM PARA TRATAR DE ASSUNTOS DO PROCESSO ELEITORAL DOS CBHs DO MUNIM E MEARIM

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 13/03/2017

Conselheiros do CONERH, membros da Câmara Técnica de Criação de Comitês de Bacias Hidrográficas (CTCCBH), técnicos e gestores da SEMA estiveram reunidos para analisar os documentos referentes ao processo eleitoral dos Comitês de Bacias Hidrográficas dos Rios Munim e Mearim.

Por conta de falhas processuais da secretaria executiva do CONERH na condução da publicação das alterações da Resolução CONERH nº 2, sendo que esta, aprovada na 11ª reunião extraordinária do CONERH, ocorrida em 17 de novembro do ano passado, não teve a sua nova redação publicada em diário oficial, o que pode prejudicar o atual momento de fomentar a criação de novos comitês. A Resolução nº 02 é a que regulamenta a instalação dos Comitês de Bacias Hidrográficas do Maranhão.

O segmento da sociedade e os diretores dos CBHs do Rio Munim e Mearim, quando o assunto é o processo eleitoral, levantou esta preocupação com o documento (a resolução) ter sido extraviado, bem como quanto aos recursos necessários para realizar o processo eleitoral dos CBH’s e também para dar suporte ao pleno funcionamento dos mesmos.

Uma das propostas era prorrogar por mais uma vez os atuais mandatos, pois baseando-se no princípio da razoabilidade é bastante complicado, por exemplo, mobilizar mais de 80 municípios para envolverem-se com o CBH do Rio Mearim, uma vez que estas cidades encontram-se na área da bacia do Rio.

Durante a reunião, os presidentes dos dois Comitês trouxeram a “promessa” de total apoio aos CBHs, dada pelo secretário de meio ambiente, Marcelo Coelho. Essa discussão causou uma reflexão nos conselheiros Manoel Araújo e Thereza Christina, que a gestão de recursos hídricos não se faz com promessas e que acordos foram feitos no ano passado e que não foram cumpridos. Os dois conselheiros veem isso com muita cautela e reserva.

Ainda houve a participação da Assessoria de Comunicação da Sema. Uma das colocações dos conselheiros é por maior envolvimento da Assessoria para que ela conheça bem o CONERH, seus processos, suas Câmaras Técnicas para trabalhar com mais qualidade na informação. Tratou-se a importância do suporte da Assessoria no processo eleitoral dos Comitês dos Rios Munim e Mearim, bem como em relação à necessidade de criar um site exclusivo para o CONERH/MA, com notícias, registros, documentos.

 

FONASC.CBH PROTOCOLA DOCUMENTO SOLICITANDO REALIZAÇÃO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA

Postado Postado por INFORMATIVO     Comments Sem comentários
mar
13

FONASC.CBH PROTOCOLA DOCUMENTO SOLICITANDO REALIZAÇÃO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 13/03/2017

O representante do Fonasc.CBH para região do Triângulo Mineiro-MG, Antônio Geraldo de Oliveira encaminhou ofício à Superintendência Regional de Meio Ambiente do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (SUPRAM TMAP) solicitando realização de audiência pública relativa ao processo nº 12292/2014/001/2014 – Classe 5, da Fazenda Nova Ponte (Parque Florestal Nova Ponte).

Este empreendimento solicitou Licença de Operação para as atividades de silvicultura e viveiro de produção de mudas de espécie agrícolas, florestais e ornamentais no município de Nova Ponte/MG, conforme consta no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais, do dia 20 de janeiro de 2017.

 

INTERNACIONAL – USO SEM CONTROLE DE ÁGUA SUBTERRÂNEA NA CALIFÓRNIA ESTÁ GERANDO GRAVES PROBLEMAS

Postado Postado por INFORMATIVO     Comments Sem comentários
mar
13

INTERNACIONAL – USO SEM CONTROLE DE ÁGUA SUBTERRÂNEA NA CALIFÓRNIA ESTÁ GERANDO GRAVES PROBLEMAS
Os canais abaulados, danificados por causa do bombeamento da água subterrânea, prejudicam a capacidade do estado de fornecer água e controlar inundações

Texto: Divulgação
Data: 13/03/2017

Sinking Land Causes California Water Chokepoint

Buckled canals, damaged because of groundwater pumping, impair state’s ability to deliver water and control floods.

The California aqueduct in Stanislaus County. Farms pumped so much groundwater during the state’s recent drought that land around parts of the aqueduct sank, causing the canal to buckle. Photo courtesy of Florence Low / California Department of Water Resources

By Brett Walton, Circle of Blue

Unchecked groundwater use is colliding with seesawing weather patterns to produce a new act in California’s long-running tragedy of the commons.

According to NASA and European Space Agency data released on February 8, parts of the California aqueduct on the west side of the San Joaquin Valley, near Avenal, sank more than two feet between 2013 and 2016 as farmers pumped records amounts of groundwater during the state’s historic drought.

The aqueduct is the 444-mile-long main artery in the state’s north-south water canal system, which was built in the 1960s. The system delivers water from reservoirs in the Sierra Nevada mountain range to 25 million urban residents and nearly one million acres of irrigated farmland in southern California.

The two-foot dip “creates a chokepoint” in the aqueduct, says Jeanine Jones, interstate resources manager at the California Department of Water Resources. Department models show that the canal today can move 15 to 20 percent less water than its designed capacity. This means that cities and farms in the southern half of the state might not be able to take full advantage of big storms this winter even though state officials have increased water delivery forecasts. Congress also passed a measure last December to maximize water pumping from the Sacramento-San Joaquin delta to fill canals.

The entire scenario is filled with irony. The California aqueduct transports water to the Central Valley and Southern California cities in order to reduce groundwater pumping that was causing a land subsidence crisis in the mid-20th century. Today, the canals themselves are at risk from the same forces.

William Croyle, director of the California Department of Water Resources, called the land subsidence documented in the report “troubling and unsustainable.”

“Subsidence has long plagued certain regions of California,” Croyle said in a statement. “But the current rates jeopardize infrastructure serving millions of people. Groundwater pumping now puts at risk the very system that brings water to the San Joaquin Valley. The situation is untenable.”

Just months past one of the driest four-year periods in state history California is now awash in fresh water. The drought ended in dramatic fashion in the last two months in a relentless series of Pacific storms. The Sierra snowpack is the largest in more than two decades, nearly 80 percent above normal, while the northern Sierra Nevada is on track for its wettest year on record. Reservoirs are above average and many are nearing full capacity. So much water poured this week through Oroville Dam, the tallest dam in the United States and the primary reservoir for the State Water Project, that it ripped a hole in the dam’s concrete spillway. The state is now actually running out of places to store extra water.

California cities and farms are expecting to receive a big water dividend from the wet winter. The shrinking of land near major canals, however, complicates an otherwise rosy water outlook. Subsidence, as the sinking is called, skews the canal’s precision engineering, which is designed to slope downward at one-half-foot per mile. Subsidence is causing water to pool in the 27-inch dip near Avenal where the land has collapsed. The area around the aqueduct affected by subsidence of more than eight to 10 inches has grown roughly four-fold since NASA’s previous report, in August 2015.

 

Workers view the hole that opened this week in the concrete spillway at Oroville Dam, which supplies water to state canals. Department of Water Resources engineers are assessing options to repair the spillway and control the reservoir water level. Photo courtesy of Kelly M. Grow / California Department of WaterResources.

Though subsidence developed over years, this is the first winter in a decade that there is enough water to fill canals. Officials will see if department models of carrying capacity reflect the aqueduct’s real-time performance. “We essentially have a test of the system this year,” Jones told Circle of Blue.

The Avenal zone is one of three subsidence hot spots that NASA and state agencies have been tracking in recent years. The hotspots are adjacent to key pieces of California’s water delivery and flood control infrastructure: the California aqueduct, the Delta-Mendota canal, and the Eastside bypass.

NASA found subsidence of up to 22 inches along the Delta-Mendota Canal, part of the federal Bureau of Reclamation’s Central Valley Project water supply system. A bowl of subsidence roughly 25 miles in diameter and 16 inches to 20 inches in depth extends across the Eastside bypass, a flood control structure used to shunt water away from the San Joaquin River during spring floods in years with deep snowpack. Subsidence has caused the bypass’s levees to shrink by five to six feet, Jones said. Dips in the land surface in the bypass could cause water to back up into areas that are not protected by levees, Jones said. That would flood homes.

Subsidence is intimately connected to groundwater pumping, says Cathleen Jones, a NASA Jet Propulsion Lab scientist who wrote the report. “It’s not linear. We see a really rapid rate of decline in the summer. Then it levels off when groundwater pumping levels off,” she told Circle of Blue.

Subsidence does more than harm infrastructure. It also reduces the land’s capacity to hold water. Sand and gravel lies beneath the San Joaquin Valley, along with layers of clay. When these soils compact, the pores between soils collapse, resulting in a loss of water storage and a settling of the land.

The Department of Water Resources is considering options for addressing subsidence. Emergency repairs such as raising the lining of the canals near the hotspots would cost “tens of millions of dollars,” according to Jones.

They are also looking at legal tools. Department officials are combing through well drillers’ reports to document the number, location, and depth of wells within one mile of the aqueduct. So far they have found thousands, Jones said.

Pumping restrictions on these wells or a prohibition on new drilling are possible avenues of action, but such an “infrastructure protection zone” around canals would “require new legal authority,” Jones asserted.

The Sustainable Groundwater Management Act, a landmark state law passed in 2014 that requires local agencies to rein in groundwater use, will presumably address the problem in the long-run, Jones noted. But the act’s timetable — agencies are not required to establish sustainable use until 2040 — is too slow to help now.

Informação do site http://www.circleofblue.org/2017/water-management/infrastructure/sinking-land-causes-california-water-chokepoint/

INTERNACIONAL – SUÉCIA USA MÉTODO DE RECICLAGEM DE LIXO A BASE DE LARVAS

Postado Postado por INFORMATIVO     Comments Sem comentários
mar
9

INTERNACIONAL – SUÉCIA USA MÉTODO DE RECICLAGEM DE LIXO A BASE DE LARVAS
Um aviso para os hipersensíveis: a matéria fala sobre larvas.

Texto: Divulgação
Data: 09/03/2017

Uma pesquisa da Universidade Agrícola de Uppsala (Suécia) revela que a transformação de restos de produtos alimentícios em forragem para animais usando larvas tem uma série de vantagens em comparação com outros métodos de reciclagem de resíduos alimentares. Este projeto recentemente recebeu financiamento para construção de uma planta experimental na cidade sueca de Eskilstuna, onde milhões de larvas famintas comerão pelo menos uma tonelada de lixo por dia.

“É como ficar com o santo e a esmola […]. Estamos prontos para substituir a alimentaçãonociva para a ecologia e, como bônus, ganhar mais gerindo o lixo”, disse à Rádio Sueca Bjorn Vinneras, professor daUniversidade Agrícola de Uppsala.

“Para atingir [o nível de consumo de] uma tonelada, precisamos aproximadamente de meiomilhão de larvas por dia”, observou Bjorn Vinneras.

A Universidade sustenta que este tipo de “produção de comida para animais” usando larvas em grande escala se tornará uma opção interessante para os municípios, bem como para a indústria. De acordo com Bjorn Vinneras, é tecnicamente muito mais fácil construir uma planta com larvas do que uma de biogás. De outro lado, este tipo de “forragem” contém proteínas importantes para alimentação animal.

“Podemos duplicar as receitas obtendo um produto que tem um alto valor comercial. As proteínas têm um alto preço hoje no mercado mundial”, disse Bjorn Vinneras, sustentando que a alimentação animal produzida com vermes é mais substancial do que a de soja ou de farinha de peixe.

Há apenas um problema – as reivindicações legítimas de quem não concorda com este método. Hoje na União Europeia continua a ser proibido alimentar gado usando insetos criados com substâncias animais. No entanto, Vinneras espera uma alteração da legislação, devido à grande pressão nos legisladores da UE por parte de agricultores, que gostariam de usar insetos como fonte de proteína barata.

A planta experimental será construída no próximo outono, graças ao financiamento da empresa Eskilstuna Energy e da Agência Sueca de Proteção Ambiental.

Categorias

blogs

Vídeo

RECENTES