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FONASC-MA – TEM INÍCIO O PROCESSO LICITATÓRIO DO PLANO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS DO MARANHÃO

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set
28

Na tarde de ontem, 27, no auditório da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (SEMA), teve início o processo de licitação do Plano Estadual de Recursos Hídricos. Participaram do certame 04 empresas, sendo apenas 03 habilitadas para a concorrência pública.

Ontem foi averiguada pela comissão formada por uma funcionária da SEMA, Kiara Mesquita, pelo presidente da Comissão Setorial de Licitaçãoda SEMA, José Guilherme Fernandes e da conselheira do CONERH e vice coordenadora do Fonasc.CBH, Thereza Christina Pereira Castro os documentos das empresas concorrentes.

As empresas que participaram do processo licitatório foram a Geosistemas Engenharia e Planejamento Ltda (Recife-PE); Nemus Gestão e Requalificação Ambiental (Salvador-BA) e a IBI Engenharia Consultiva (Fortaleza-CE).

O próximo passo será a abertura dos envelopes com as propostas técnica e os com os valores do serviço, que deve acontecer na semana que vem no auditório da SEMA.

Saiba tudo sobre o PERH/MA

 

CONJUNTURA – EDITORIAL – ABAIXO A DITADURA EM MARCHA – NOSSA DEMOCRACIA ESTÁ AGONIZANDO

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set
27

O verniz da “justiça” escorre de vez.

ABAIXO A DITADURA EM MARCHA
por Patrus Ananias *

Eu aprendi que a Justiça é uma senhora, uma quase deusa, de olhos vendados e com a balança em equilíbrio. Não tem posição. Julga todos de maneira imparcial.
Eu estou descobrindo hoje que a Justiça no Brasil tem um olho aberto e que a balança pesa para um lado. Só querem ver um lado. Não pensam em outra coisa que não seja atingir o ex-presidente Lula, o Partido dos Trabalhadores e a esquerda brasileira, independentemente de provas e sem sequer o trabalho de construir acusações fundamentadas.

A campanha de linchamento moral contra Lula e o PT já corre há mais de uma década. O boato foi erguido à altura de motivo. A mentira virou prova cabal antes mesmo de investigação. O espetáculo de achismos – péssimo espetáculo – foi transformado em acusação oficial. Se não existe acusação para condenar o PT ou Lula, o depoimento sequer é validado.
Quando o juiz Sergio Moro aceita a denúncia contra Lula afirmando a própria fragilidade de fundamentação da acusação, não resta espaço para falar de imparcialidade. A farsa é desmontada nas palavras daquele que pré-julga, como quem diz “não temos o bastante mas iremos acusar mesmo assim”.

Que justiça resta? É possível falar em justiça? O verniz da “justiça” escorre em definitivo nessas afirmações.
É o espetáculo do ódio, iluminado em praça pública. Somente aqueles cegos pela venda da raiva de classes não verão isso. As acusações atuais nada têm de justiça, e já dispensam qualquer verniz de legalidade para esconder suas reais intenções destrutivas. São atos de ódio que agora exibem sua realidade plena.
Assim se desfaz a Justiça, assim se expõe o fascismo.

A arrogância da ação de hoje contra o ex-ministro Guido Mantega, em momento de fragilidade cruel, aponta perigosamente para uma ruptura completa com o estado democrático de direito.
Procedimentos mínimos de respeito humano estão sendo negados. Já estamos em um estado no qual as exceções se multiplicam, várias delas amparadas por decisões ou omissões judiciárias.

O braço armado da PF, a ação sem limites dos procuradores do Ministério Público e a ausência de contrapeso para algumas ações judiciais aumentam a incerteza sobre a democracia.
Então, é importante neste momento que as forças democráticas, que as pessoas comprometidas com a justiça, se coloquem de pé para resistirmos a esta estranha ditadura de setores do Poder Judiciário, com apoio de setores do Ministério Público e com o apoio armado de setores da Polícia Federal.

NOSSA DEMOCRACIA ESTÁ AGONIZANDO

Sem entrar no mérito de culpas e culpados, observo os métodos, as operações e os operadores da Lava Jato.
Antonio Palocci vem sendo investigado há um ano, poderia ter sido preso antes, poderia vir a ser preso daqui a uma semana, mas foi preso ontem, no último dia permitido pela legislação, por causa das eleições (a partir da zero hora de hoje só em flagrante de delito, até terça feira).
Depois, já um senhor, incapaz de oferecer resistência aos troncudos policiais que o escoltavam, sem a menor possibilidade de fuga, de qualquer reação, foi algemado, para ilustrar as imagens da mídia.
“Coincidentemente”, a Globo, roteirista do golpe, encomendou pesquisa do IBOPE, sobre a corrida às prefeituras de São Paulo e Rio de Janeiro, o mesmo Fazendo a DataFolha, órgão do jornal Folha de São Paulo, de mesma linha ideologia e partidária da Globo.
Hoje, em todos os jornalões nacionais, como se antecedida de combinação, as mesmas manchetes: em cima, na primeira parte a ser lida (lemos de cima para baixo e da esquerda para a direita), a notícia da prisão de Palocci, acusando-o de ser a ligação entre o PT e as empreiteiras (Moro já acusou Youssef, Cerveró, Baruschi, Vaccari, José Dirceu, Paulo Ferreira… Da mesma coisa. Daqui a pouco haverá mais lobistas do PT nas empreiteiras do que empreiteiras).
Em baixo, em tipos maiores e caixa alta (maiúsculas), os resultados das pesquisas eleitorais, mostrando golpistas liderando em todas as grandes cidades, numa manobra sórdida: em cima o problema, depois a “solução”, o que fere a ética, a moral e a democracia.
Depois, o Ministro da Justiça, ao qual é subordinada a Polícia Federal, em tom debochado, de escárnio, bem nos moldes da bandidagem do PCC, anuncia mais uma fase da operação Lava Jato, estabelecendo vínculos de aliança entre a a Lava Jato e o golpista chefe, o presidente da república.
Por outro lado, desarquivam o caso Pasadena, sem considerar que a refinaria está operando, dando lucros e se pagando, requentando-o.
Ainda que isso tivesse fundamento, são dezenas de pessoas e empresas envolvidas, entre elas Dilma, por presidir o conselho diretor.
O Ministério Público manda interditar contas, num valor de ATÉ 850 milhões de reais, em valores dispersos em dezenas de contas de pessoas físicas e empresas, sem que o MP saiba sequer se há este valor à disposição (embargar e interditar são medidas preventivas, para garantir a liquidação de um prejuízo e não uma sentença), mas a mídia noticia que foram embargados 850 milhões da Dilma, queimando-a.
Enquanto isso, ontem, o presidente da república reuniu-se com o presidente da Coca-Cola. Assunto: privatizar a água potável brasileira, a começar pela do Aquífero Guarani (na semana passada, o norte americano José Serra reuniu-se com o presidente da Shell, cuidando da privatização do PreSal e, possivelmente, da Petrobras).
Enquanto os petistas são acusados de beneficiar a Odebrecht e outras empresas nacionais, os golpistas vão beneficiando a Coca-Cola, Nesté, Shell, e outras empresas estrangeiras.
O pacotão prevendo o congelamento nos investimentos e nas despesas públicas, por vinte anos, vai sendo tocado a toque de caixa. Hoje Temer se reúne com a direção do FMI (está na agenda presidencial), a reforma da Previdência trará tantas perdas aos trabalhadores e seus dependentes, que vem sendo protelada, a das leis trabalhistas é tão covarde que já ficou para o fim do mandato, para evitar desgaste, e a do ensino médio devolve os filhos de pobres às suas origens, no máximo assessores da elite..
Se até agora a Lava Jato foi o instrumento para o aniquilamento de qualquer oposição brasileira à direita internacional, agora passou a ser, também, um biombo, para esconder o entreguismo.
Enquanto o povo vibra com a “prisão de bandidos”, os verdadeiros bandidos vendem o país e levam o povo de volta para o século passado.

Francisco Costa
Rio, 27/09/2016.

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/257355/Intelectuais-assinam-manifesto-contra-%E2%80%9Cautoritarismo-jur%C3%ADdico%E2%80%9D.htm

 

FONASC CEARA – ACUDE DO CEDRO – 05 .10.2016 – MOBILIZACAO COMUNITARIA PELA SUA PERMANENCIA – AUDIENCIA PUBLICA SOBRE A DEGRADACAO DO PATRIMONIO HISTORICO E NATURAL DO ACUDE DO CEDRO

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set
26

 

 

Mesmo sendo um terreno minado, sem garantia nenhuma que vamos ter nossas demandas atendidas, esse momento é fundamental para a construção coletiva da proposta do Parque ecológico do açude do cedro, será o momento de apontar uma saída e desarmar a bomba relógio da degradação completa do patrimônio Natural do açude do cedro, convidamos a todos os segmentos sociais, da capital e do sertão interior, a se fazerem presentes para celebrarmos em alto e bom som, qual cidade queremos, qual economia queremos, como vamos ganhar nosso sustento, e como vamos nos preparar para os eventos climáticos extremos que estão a bater em nossa porta.

 

O EVENTO FOI ALTERADO PARA O dia 05 de outubro de 2016

 

FONASC-MA RECEBE ESTUDANTES DE ENGENHARIA AMBIENTAL

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set
23

 

A vice-coordenadora nacional do Fonasc.CBH, Thereza Christina Pereira Castro recebeu na tarde ontem, dia 22, estudantes de engenharia ambiental de uma faculdade particular de São Luís. A reunião foi para estreitar laços e fomentar parceria entre o Fonasc.CBH e a empresa júnior ECOA, dos quais os estudantes são integrantes.

Thereza Christina apresentou aos estudantes a proposta do Fonasc.CBH e de como a entidade atua em várias regiões do Brasil. Ela destacou as ações de educação ambiental e mobilização social, através do Comitê Infanto Juvenil da Bacia Hidrográfica do Rio Jeniparana e a atuação junto a órgão colegiados de gestão das águas como os Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos, os Comitês de Bacias e na instância máxima que é o Conselho Nacional de Recursos Hídricos.

Os alunos se mostraram bastante interessados nestas áreas de atuação do Fonasc.CBH e pretendem trazer colaborações. Thereza fez o convite para que eles participem da próxima reunião do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CONERH/MA), na primeira semana de outubro. Além disso, os alunos irão ajudar a fazer a localização exata da nascente do rio Jeniparana e também ser parceiro nas ações do Comitê Infanto Juvenil da Bacia do Rio Jeniparana.

Participaram da reunião os estudantes Alexandre Leite, Daniel Silva, Douglas Cunha, Lucas Eduardo e Rose Vânia.

 

INTERNACIONAL – AQUÍFERO NA FLÓRIDA É CONTAMINADO POR SUBSTÂNCIAS RADIOATIVAS

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set
22

AQUÍFERO NA FLÓRIDA É CONTAMINADO POR SUBSTÂNCIAS RADIOATIVAS

A massive sinkhole at a fertilizer plant in Mulberry, Florida, has caused about 215 million gallons of radioactive water to drain down into the Floridian aquifer system, according to ABC affiliate WFTS.

The aquifer system supplies drinking water to millions of Florida residents, according to the St. Johns Water Management District’s website. Additionally, water that escapes from the aquifers create springs used for recreational activities like snorkeling and swimming.

The fertilizer company Mosaic wrote on its website that it discovered a sinkhole 45 feet in diameter at its New Wales facility after noticing water levels had dropped in a stack of radioactive waste product known as phosphogypsum in late August.

SLIDESHOW: Road Collapses in Zhengzhou

Phosphogypsum is a waste product resulting from the processing of phosphate to make fertilizers, according to the U.S. Environmental Protection Agency. The byproduct is often stored by industrial plants in mountainous piles known as phosphogysum stacks.

“Based on the nature of the water loss and what we’ve learned so far,” the sinkhole damaged the liner system at the base of a phosophogypsum stack, Mosaic said on Thursday. “The pond on top of the cell drained as a result” and “some seepage continues.”

The fertilizer company added that it believes the sinkhole reached the Floridian aquifer, and WFTS reported that the company told the station about 215 million gallons of contaminated water used to process fertilizer drained had into the hole.

After learning of the water loss, “Mosaic immediately implemented additional and extensive groundwater monitoring and sampling regimens and has found no offsite impacts,” the company said. Additionally, Mosaic “began pumping water out of the west cell” of the affected phosphogypsum stack “into an alternative holding area on site to reduce the amount of drainage.”

The company has also “begun the process of recovering the water” drained through the sinkhole “by pumping through onsite production wells,” it said.

The Florida Department of Environmental Protection (FDEP) “confirmed that Mosaic immediately took steps to investigate and initiate corrective action,” according to FDEP Deputy Press Secretary Dee Ann Miller.

“As required by their state permit and federal requirements, Mosaic notified both EPA and DEP of a water loss incident at their New Wales facility,” Miller told ABC News today. “Mosaic continues to regularly update the department and EPA on progress.”

Miller added that along with reviewing daily reports, the FDEP “is performing frequent site visits to make sure timely and appropriate response continues in order to safeguard public health and the environment.”

Texto

http://abcnews.go.com/US/florida-fertilizer-plant-sinkhole-reportedly-leaks-215-million/story?id=42138240

 

FONASC.CBH PUBLICA – MP, CIENTISTAS E ONGS LISTAM DEZ PONTOS CONTRA MUDANÇAS NO LICENCIAMENTO

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set
22

FONASC.CBH PUBLICA – MP, CIENTISTAS E ONGS LISTAM DEZ PONTOS CONTRA MUDANÇAS NO LICENCIAMENTO

O Ministério Público de São Paulo, cientistas e ONGs divulgaram nesta sexta-feira (16) uma carta de repúdio a projetos que tramitam no Congresso com o objetivo de flexibilizar o licenciamento ambiental no Brasil.

 

A lama de rejeitos de minério que vazou da barragem da Samarco chega ao mar. Ambientalistas temem que falta de licenciamento promova “novas Marianas”. Crédito: Gabriela Biló / Estadão

Após discussões ao longo de dois dias em Piracicaba, na Esalq (escola de agricultura da USP), o grupo, liderado pelo promotor Ivan Carneiro Castanheiro, do Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente (Gaema) do MPSP, concordou que o licenciamento precisa ser aprimorado no Brasil, mas não nos termos que estão sendo propostos pelo legislativo.

Eles listaram dez críticas às propostas atuais e 10 sugestões de como essa mudança poderia ser feita (veja abaixo).

As preocupações se voltaram para pelo menos três projetos em tramitação em regime de urgência: o projeto de lei (PL) 3729/2004, o projeto de lei do Senado (PLS) 654/2015 e a proposta de emenda constitucional (PEC) 65.

O primeiro, entre outras coisas, fixa prazos curtos para as análises, prevê a supressão de uma ou mais fases do licenciamento e permite que vários projetos similares sejam analisados separadamente, ignorando o conjunto dos impactos negativos. O segundo cria o licenciamento a jato para empreendimentos de infraestrutura. E a PEC praticamente elimina a existência do licenciamento ao permitir que o empreendimento consiga licença com a mera apresentação de um estudo de impacto ambiental, feito pelo próprio empreendedor.

A PEC já foi considerada inconstitucional e tem menos chances, mas os outros dois projetos estão caminhando e há o temor de que o primeiro possa ir à votação na semana junto com um dispositivo apresentado pelo deputado Mauro Pereira (PMDB/RS), que traz flexibilizações para a agricultura. Ele está na ordem do dia e nesta quinta foi aprovado na comissão de finanças.

Paralelamente a esse movimento, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, está trabalhando em um projeto do governo federal para criar a Lei Geral do Licenciamento que acelere o processo, mas evite esse desmonte e consiga continuar protegendo o ambiente. O texto original que saiu do MMA foi considerado muito bom por ambientalistas, mas já passou por mudanças na Casa Civil e deve chegar mais fraco na semana que vem ao Congresso.

Promotores, pesquisadores da Esalq e ambientalistas pedem na carta que se tire o regime de urgência de todos esses projetos a fim de que haja mais tempo para discutir formas de melhorar o licenciamento. Veja a seguir os 10 pontos contrários ao que está sendo discutido e 10 sugestões de aprimoramento:

1. Não à supremacia de interesses privados aos interesses da coletividade;
2. Não à alteração do artigo 225, da Constituição Federal;
3. Não ao autolicenciamento;
4. Não à licença tácita por decurso de prazo;
5. Não à possibilidade de apresentação do Estudo Prévio de Impacto Ambiental como substituto da licença, sem a possibilidade de qualquer contestação administrativa ou judicial;
6. Não à dispensa do Estudo Prévio de Impacto Ambiental, a exclusivo critério do órgão licenciador;
7. Não à possibilidade de dispensa das Audiências Públicas;
8. Não à revogação da previsão de crime culposo, por conduta criminosa do servidor público nos procedimentos de Licenciamento Ambiental;
9. Não à precarização do sistema de gestão ambiental;
10. Não à dispensa de autorização dos municípios para uso e ocupação do solo e nas diretrizes ambientais, para fins de Licenciamento Ambiental.

Proposições e alterações legislativas:
1. Sim à retirada do regime de urgência na tramitação dos projetos de lei sobre Licenciamento Ambiental no Congresso Nacional;
2. Sim à destinação dos valores arrecadados com a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) para estruturação dos órgãos ambientais e envolvidos (aquisição de equipamentos, informatização, contratação e capacitação de pessoal), de maneira a agilizar o Licenciamento Ambiental;
3. Sim ao regramento objetivo dos requisitos para o licenciamento Ambiental, de maneira a trazer segurança jurídica a empreendedores e à sociedade civil, evitando-se falta de transparência e controle dos atos do poder público;
4. Sim ao cumprimento dos compromissos internacionais de proteção ao meio ambiente assumidos pelo Brasil, como em Paris, durante a COP 21;
5. Sim a intervenção dos órgãos técnicos dos demais entes federativos no procedimento do Licenciamento Ambiental, tais como ICMBIO, IPHAN, FUNAI, Comitês de Bacias Hidrográficas, Conselhos Estaduais e Municipais de meio ambiente;
6. Sim à manutenção do Licenciamento trifásico;
7. Sim à auditoria de todas as etapas do procedimento de Licenciamento Ambiental, por instituições isentas;
8. Sim à publicidade dos documentos e estudos técnicos produzidos durante o procedimento de Licenciamento Ambiental;
9. Sim à educação ambiental como condicionante para emissão das licenças ambientais, a título de contrapartida;
10. Sim à articulação institucional dos órgãos dos SISNAMA no procedimento de Licenciamento Ambiental.

Mais conteúdo sobre:

Texto: www.estadao.com.br http://sustentabilidade.estadao.com.br/blogs/ambiente-se/mp-cientistas-e-ongs-listam-dez-pontos-contra-mudancas-no-licenciamento/

FONASC.CBH DIVULGA – TOP 10 DE FILMES SOBRE ESCASSEZ DE ÁGUA

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set
22

Top 10 (Filmes sobre a escassez de água)

Numa época em que os recursos naturais estão cada vez mais escassos, e que os grandes centros comerciais brasileiros já começam a sofrer com a falta d’água, isso nos faz lembrar da nossa responsabilidade perante a saúde do nosso planeta. Demonstrando estar ciente desta necessidade, o cinema já vem se antecipando e através de uma série de trabalhos tenta mostrar o quão catastrófico é o impacto da falta deste recurso natural. Aproveitando o alerta, vamos apresentar alguns dos bons filmes que levantam questões sobre a escassez de água.

10º Tank Girl – Detonando o Futuro (1995)

Não se levando a sério por um segundo sequer, Tank Girl é uma daquelas brincadeiras que funcionam. Inspirado numa HQ britânica, o longa nos apresenta a um futuro pós-apocalíptico onde a água praticamente se esgotou. As poucas reservas naturais, escondidas nos lugares mais inóspitos, acabam entrando na mira de uma poderosa corporação, que passa a lucrar com a venda deste precioso recurso natural. Apostando num visual bem exótico, com direito a inusitados musicais, muitas cores e a adição de inspirados desenhos animados, o longa dirigido por Rachel Talalay (A Hora do Pesadelo 6) encontra na “espevitada” atriz Lori Petty (Caçadores de Emoções) a heroína perfeita para este excêntrico e cult longa. Com destaque para a cena em que a protagonista toma banho de areia e, logicamente, para a presença de uma morena e extremamente jovem Naomi Watts (King Kong).

9º Rango (2011)


Olha a primeira animação da lista. Numa época em que os longas animados estão se mostrando mais engajados que os grandes blockbusters, Rango promove uma bem-vinda crítica através de carismáticos personagens. Dirigido por Gore Verbinski, o longa narra a história de um camaleão criado em cativeiro. Após muito tempo preso, o animal se torna uma espécie de herói de um pequeno vilarejo ao se colocar a disposição para os protege-los de um fora da lei. As coisas mudam, no entanto, quando ele acaba sendo o responsável pela escassez de água nesse vilarejo, tendo que comprovar a sua verdadeira coragem ao resolver esse grande problema. Brincando com o popular gênero Western, Verbinski constrói uma trama recheada de interessantes questões, a principal delas envolvendo a falta de água.

8º 127 Horas (2011)


Apesar de não ser um longa sobre a escassez de algum recurso natural, 127 Horas é impressionantemente real ao mostrar os limites de um ser humano. Inspirado numa incrível historia real, o longa dirigido por Danny Boyle narra a história de um aventureiro que resolve partir numa escalada solitária por um rochedo norte-americano. O que era para ser um passeio despretensioso, no entanto, vira uma grande agonia quando ele fica com o seu braço preso após uma queda. Durante estas 127 Horas, este homem terá que suportar não só a dor, mas também a falta de água e o frio para conseguir sobreviver. Conduzido com enorme intensidade por Boyle, este drama mostra com extrema competência como a falta de água pode nos levar a conhecer os nossos próprios limites. Méritos, logicamente, para a grande atuação de James Franco, que nos conduz por esta agonizante história de superação.

7º Os Deuses devem estar Loucos (1984)


Quem tem mais de 25 anos e gosta de cinema com certeza já assistiu a Os Deuses devem estar Loucos, um daqueles populares filmes das “sessões da tarde”. Mesmo sem falar propriamente sobre a escassez de água, esta hilária comédia dirigida pelo sul-africano Jamie Uys é precisa ao mostrar o cotidiano de uma isolada tribo em uma árida região. Adotado um sagaz e fictício tom documental, o longa arranca honestas gargalhadas ao acompanhar a trajetória de um nativo para se livrar de um artefato que acaba alterando o relacionamento dentro desta tribo. Vale destacar, aliás, a ótima continuação do ano de 1990, que conseguiu manter a inegável originalidade deste primeiro longa.

6º O Livro de Eli (2010)


Chegando aos filmes mais sérios, O Livro de Eli é um daqueles trabalhos que considero amplamente subestimados. Dirigido por Albert e Allen Hughes, este longa pós-apocalíptico nos apresenta a um futuro em que os recursos naturais foram completamente consumidos. Com a água vendida à peso de ouro, um grupo liderado por um nefasto sobrevivente tenta reconstruir uma sociedade em torno dos poucos recursos que sobraram. Em meio ao canibalismo e a violência, ele resolve sair a caça de um livro que, segundo a sua teoria, traria o poder para governar todas as outras cidades que existem. É ai que o caminho deste homem se cruza com o de Eli (Denzel Washington), um viajante solitário que traz consigo o tão cobiçado livro. Apostando numa crítica extremamente afiada e em algumas viradas de trama extremamente interessantes, O Livro de Eli está longe de ser “apenas” mais um bom filme de ação.

5º Mad Max – Além da Cúpula do Trovão (1985)

Numa das franquias que melhor explorou esta realidade pós-apocalíptica, Mad-Max: Além da Cúpula do Trovão pintou um cenário nebuloso envolvendo a falta de água. Após vingar a morte de sua esposa nos dois (ótimos) primeiros longas, Max (Mel Gibson) se vê em uma nova aventura quando acaba cruzando com a cidade de Bartertown, um vilarejo criado após a contaminação das principais fontes de água. Fugindo bastante da pegada dos dois primeiros filmes, o diretor George Miller deu uma grande amenizada neste trabalho, que acabou se tornando um cult pela presença da cantora e antagonista Tina Tuner. Um filme estiloso, com uma crítica pertinente, mas que se rendeu a elementos mais comuns dos blockbuster’s.

4º Interestelar (2014)


Um dos trabalhos mais comentados de 2014, Interestelar levantou questões importantíssimas sobre o futuro do nosso planeta. Em meio as pirações do cultuado Christopher Nolan (Batman: O  Cavaleiro das Trevas), o longa estrelado por Matthew McConaughey e Anne Hathaway mostra um futuro em que o planeta Terra está a beira de um colapso. Com o fim de boa parte dos recursos naturais, os seres humanos sobreviviam de milho e poucos vegetais, um grupo de astronautas decide partir numa missão derradeira para conseguir encontrar um novo planeta para os sobreviventes. Correndo contra o tempo, já que o clima árido, a falta de água e de oxigênio era cada vez mais alarmante, o grupo se depara com uma grande dúvida quando dois outros planetas se mostram hospitaleiros para a população da Terra. Com uma primeira metade realmente genial, Nolan é extremamente habilidoso ao nos apresentar a uma realidade tragicamente possível para o nosso planeta. Ainda que o final seja (no mínimo) problemático, Interstelar acaba se mostrando pertinente ao evidenciar a nocividade imposta pela escassez dos recursos naturais.

3º Vidas Secas (1963)

Reconhecido como um dos principais exemplares do Cinema Novo, Vidas Secas é impecável ao mostrar a verdade nua e crua por trás das secas no sertão nordestino. Inspirado na clássica obra de Graciliano Ramos, o longa dirigido por Nelson Pereira dos Santos acompanha a jornada de uma família de retirantes durante uma grande seca. Procurando uma forma de sobreviver em meio a escassez de água, Fabiano (Átila Iório) vê uma luz no fim do túnel quando a chuva cruza o seu caminho. Ao lado de sua esposa, dos dois filhos e de uma cachorrinha, ele acaba oferecendo os seus serviços para um fazendeiro na esperança de aproveitar esta oportunidade em meio a aridez do sertão. As coisas, no entanto, não ganham contornos positivos, principalmente quando a seca retorna ameaçando não só o seu emprego, mas também a sua própria esperança.

2º A Estrada (2009)

Num dos relatos mais contundentes sobre um eventual futuro pós-apocalíptico, A Estrada é exemplar ao construir uma realidade marcada pela completa escassez de recursos naturais. Dirigido por John Hillcoat (Os Infratores), o longa estrelado por Viggo Mortensen acompanha a jornada de um pai em meio a um tenebroso futuro. Dez anos após a destruição do mundo, ele tenta sobreviver ao lado de sua esposa (Charlize Theron) e do seu jovem filho (Kodi Smit-McPhee). Em meio ao canibalismo, a violência e a falta de recursos básicos como a água, o homem tenta ensinar ao seu filho as noções básicas para que ele possa sobreviver neste mundo caótico. Discutindo questões importantíssimas na relação entre pai e filho, A Estrada chega a assustar a nos apresentar a uma realidade completamente desumana. Não só um baita filme, mas também um grandioso alerta.

1º Wall-E (2008)


E o nosso primeiro lugar vai para um dos alertas mais brilhantes produzidos pelo cinema nas últimas décadas. Através de um carismático robozinho, a Pixar deu aula de como construir um longa engajado em Wall-E. Recheado de questões existenciais e de críticas ao consumo desenfreado do nosso planeta, a animação dirigida por Andrew Stanton é impecável ao mostrar as consequência da escassez dos recursos naturais. Na trama, após a completa exaustão do nosso planeta, os habitantes sobreviventes tiveram que recorrer à enormes naves espaciais comandadas por uma grande corporação. No nosso planeta, apesar da falta de água e de oxigênio, um pequeno robô ficou com a responsabilidade de limpar a Terra do lixo deixado pela população. Desenvolvendo uma personalidade humana, o robô acaba encontrando uma forma de vida se restabelecendo no nosso planeta, iniciando assim uma jornada para tentar mostrar a recuperação da Terra. Um longa necessário, principalmente pela crítica envolvendo a postura sedentária do ser-humano em relação aos recursos naturais.

Texto e fotos do site Cinemaniac