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CANDIDATOS ESVAZIAM DEBATE TÉCNICO PROMOVIDO PELO FONASC.CBH

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dez
12

CANDIDATOS ESVAZIAM DEBATE TÉCNICO PROMOVIDO PELO FONASC.CBH

Coordenador nacional concedendo entrevista e lamentando a ausência dos candidatos

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 12/12/2017

 “Cumprimos nosso papel como entidade que buscou proporcionar aos profissionais um dialogo, que infelizmente não foi possível e isso foi um ato de covardia por parte de alguns candidatos em negar ao público um momento como este de se discutir democraticamente propostas. Vimos aqui justificativas absurdas que alegaram a ilegitimidade deste debate de modo ofensivo e grosseiro à nossa iniciativa, e que atuaram de forma a se esconder atrás de argumentos que não se sustentam e que não são compatíveis com o estado democrático”. Foram estas as declarações do coordenador nacional do Fonasc.CBH, João Clímaco que lamentou o esvaziamento do debate por parte dos candidatos, marcado para esta segunda-feira, 11, no auditório Neiva Moreira, no Complexo de Comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão.

Cinco dos sete candidatos que concorrem à presidência do Crea-MA não compareceram ao primeiro debate técnico promovido pelo Fonasc.CBH. Os candidatos Berilo Macedo, Eufrásio Bezerra, Paulo Rogério, Rogério Carlos e Walter Machado apresentaram justificativas de suas ausências que foram lidas pelo mediador do debate para os convidados presentes ao evento.

Os dois candidatos que compareceram para o debate, Antonio Vilson Dias e Rita de Cássia Neiva Cunha se manifestaram através de suas assessorias, declinando de suas participações, porém parabenizando a iniciativa do Fonasc.CBH em promover um evento democrático e ímpar para a engenharia maranhense.

Em seu discurso o coordenador nacional João Clímaco parabenizou aos candidatos que estavam presentes e lamentou a indisponibilidade dos candidatos em comparecer ao debate. O coordenador criticou ainda a tentativa de alguns candidatos que fizeram tudo para esvaziar o debate, um evento de iniciativa legitima e de interesse público. “Manifestamos nosso desapontamento. Isso revela um pensamento pequeno de pessoas que pretendem assumir a presidência do Crea-MA. Tem candidato que além de não vir ao debate, tenta desqualificar uma iniciativa baseada nos princípios do Estado Democrático de Direito”, afirmou Clímaco durante o evento.

Em 47 anos de existência do Crea-MA, essa seria a primeira vez que candidatos teriam a oportunidade de debater entre em si e com a plateia as suas propostas e planos de ação para dirigir o Conselho.

Após os discursos dos coordenadores do Fonasc.CBH, a entidade emitiu nota de esclarecimento pública e encaminhou aos candidatos as perguntas que a coordenação do debate recebeu dos internautas e que seriam apresentadas em um dos blocos do debate.

Justificativas – O candidato Rogério Carlos justificou sua ausência alegando problemas de saúde e desejando sorte a todos no debate. Já o candidato Walter encaminhou email à coordenação do Fonasc.CBH, informando que estava fora de São Luís resolvendo problemas de cunho pessoal que exigiram sua presença, impossibilitando então sua participação no debate e pedia a compreensão de todos.

O candidato Berilo Macedo se manifestou afirmando que “A Resolução do Confea 1.021/2007 que regulamenta as eleições para presidentes do Confea e Crea prevê que haja…’concordância

prévia e formal dos candidatos interessados’. Como não foi cumprido esse dispositivo, qualquer candidato que não comparecer ao debate poderá questionar a falta de isonomia, com risco de requerer a cassação de registro dos participantes do debate. Em nenhum momento, houve a concordância prévia e formal da minha participação no debate”.

Quanto a esta justificativa o Fonasc.CBH esclareceu que ao candidato foi entregue as regras do debate e o seu formato em tempo hábil e que o mesmo participou da primeira reunião entre candidatos e assessores na sede do Fonasc.CBH, no dia 1º de dezembro, para que juntamente com os demais candidatos, ajustassem as regras que valeriam para todos os participantes do debate. “Alegar que faltou isonomia e ainda afirmar por conta disso que o candidato que não for ao debate pode requerer cassação de registro dos participantes do debate, é no mínimo faltar com a verdade dos fatos e deixar um tom ameaçador no ar”, lamenta a coordenação do debate.

O candidato Paulo Rogerio alegou em sua nota o fato de que só participaria do debate se o artigo 58 da Resolução do Confea 1.021/2007, que regulamenta as eleições, que diz que os candidatos podem participar de debate desde que informem a data, horário, local e as regras do debate e estejam de acordo. O Fonasc.CBH lembrou que o candidato Paulo Rogério participou das duas reuniões com os candidatos e assessores na sede do Fonasc.CBH e que, portanto, sabia das regras do debate e de seu formato.

E por fim, o candidato Eufrásio Bezerra manifestou-se dizendo que gosta de debate, mas entendia que o local proposto feria a legislação eleitoral. “Além do mais qual o interesse dessa entidade na eleição do Crea? O Crea é apenas o órgão que fiscaliza a profissão de engenheiros e técnicos, em tese não é fomentador de políticas”, disse Eufrásio. O Fonasc.CBH esclarece e lamenta que um postulante ao cargo de presidente de entidade tenha um pensamento limitado sobre o próprio órgão que pretende dirigir. E informa que a Assembleia Legislativa, local para o debate, não fere aos princípios, conforme alega o candidato.

Por fim, o Fonasc.CBH explicou que em todo momento de construção do debate se baseou em arcabouços jurídicos legais. O Fonasc.CBH é uma entidade da sociedade civil e não faz parte do Sistema Confea/Crea e, por isso, não está sob a égide do sistema.

Documentos e fotos você tem acesso aqui

NOTA DE ESCLARECIMENTO A CERCA DO DEBATE ENTRE CANDIDATOS DO CREA-MA

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dez
11

NOTA DE ESCLARECIMENTO A CERCA DO DEBATE ENTRE CANDIDATOS DO CREA-MA

Texto: Fonasc.CBH
Data: 11/12/2017

O Fonasc.CBH emitiu nota de esclarecimento a cerca da não realização do primeiro debate técnico entre os candidatos a presidência do CREA-MA.

Leia a nota abaixo e em seguida as justificativas de cada candidato. Em seguida as fotos da primeira e da segunda reunião para ajuste das regras do debate.

O Fonasc.CBH informa que conforme o planejado e comunicado a todos os candidatos à presidência do CREA-MA, no triênio 2018/2020,
foi disponibilizado em tempo necessário todas as regras, bem como o formato do primeiro debate técnico entre os candidatos à
presidência do CREA-MA.
E mesmo dentro do processo de lisura, transparência  e isonomia, o Fonasc.CBH lamenta a indisponibilidade dos candidatos que
deixaram de participar de um momento ímpar da engenharia do Maranhão, em que pese as justificativas que foram lidas e relatadas
aos presentes no auditorio Neiva Moreira, na Assembleia Legislativa do Maranhão.
Apenas dois candidatos (Rita e Vilson) estiveram presentes no auditório e através de seus assessores fizeram suas justificativas
que foram também lidas aos presentes.
Repudiamos a manifestação de candidatos, que além de alegar a ilegitimidade de modo ofensivo e grosseiro à nossa iniciativa,
que atuaram de forma a se esconder atrás de argumentos que não se sustentam e que não são compatíveis com o estado democrático
de direito que a nação brasileira constrói a cada dia.
O Fonasc.CBH continuará a cumprir sua missão institucional de promover o aperfeiçoamento democrático das organizações de
interesse público, tal como o CREA, e que condena a atitude covarde daqueles que além de não participarem ainda faltaram com a
verdade, tentando evitar que o debate ocorresse, desqualificando uma iniciativa que é legitima e de interesse público.
Estaremos disponibilizando as questões, bem como as justificativas, que foram encaminhadas para a coordenação do debate e que
deveriam ser debatidas, para que os candidatos ainda se posicionem e exerçam a transparência à altura da eleição que se processa.
O debate foi representativo, uma vez que, houve a oportunidade dos profissionais de base tecnológica e a sociedade presente no auditório compreender quem é quem na disputa pela cadeira de presidente do CREA-MA.

NOTA DE ESCLARECIMENTO – FONASC.CBH – DEBATE

 

JUSTIFICATIVA CANDIDATO BERILO MACEDO

JUSTIFICATIVA CANDIDATO EUFRASIO BEZERRA

JUSTIFICATIVA CANDIDATO WALTER MACHADO

JUSTIFICATIVA CANDIDATO PAULO ROGÉRIO

 

Fotos da primeira reunião, realizada no dia 1º de dezembro de 2017, na sede do Fonasc.MA

https://www.facebook.com/pg/fonasc.cbh/photos/?tab=album&album_id=1769801993053099

Fotos da segunda reunião, realizada no dia 9 de dezembro de 2017, na sede do Fonasc.MA

 https://www.facebook.com/pg/fonasc.cbh/photos/?tab=album&album_id=1769848349715130

Fotos do dia do debate entre candidatos

https://www.facebook.com/pg/fonasc.cbh/photos/?tab=album&album_id=1769796206387011

Vídeo do debate

 

 

 

 

FONASC.CBH PROMOVE DEBATE ENTRE CANDIDATOS A PRESIDÊNCIA DO CREA-MA

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dez
7

FONASC.CBH PROMOVE DEBATE ENTRE CANDIDATOS A PRESIDÊNCIA DO CREA-MA

Candidatos se preparam para apresentar suas propostas de campanha no debate político.

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 07/12/2017

O Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas (Fonasc.CBH) vai promover nesta segunda-feira, dia 11, um debate entre os candidatos à Presidência do CREA-MA. O evento, que acontece no dia do engenheiro civil, será realizado no Auditório Neiva Moreira, no Complexo de Comunicação da Assembleia Legislativa.

O objetivo do debate é de dar a oportunidade para que cada candidato possa expor seus programas de trabalhos e propostas direcionadas ao CREA-MA. O evento tem apoio do CREA-MA e da Assembleia Legislativa.

O coordenador nacional do Fonasc.CBH, João Clímaco, que irá acompanhar de perto o debate, disse que entidade tem um bom relacionamento com o Sistema Confea/Crea e que o mesmo tem se mostrado parceiro nas discussões sobre meio ambiente e recursos hídricos por todo o País. Segundo ele, o Fonasc.CBH visa proporcionar um momento democrático para todos.

Segundo a Engª civil Iara Michelle, profissional recém-formada, o debate é uma grande valia dentro do processo eleitoral. “Uma ótima iniciativa, já que não conheço nenhum dos candidatos, pois será a partir deste evento que terei uma visão mais clara sobre quem estarei dando meu voto”, declarou.

Para o engenheiro mecânico, Sávio Lima, que já tem 33 anos de profissão, o debate é uma forma que cada candidato terá para mostrar sua visão, missão e o comprometimento com cada área profissional.  “O Crea é um conselho que lida com varias modalidade. É importante que o candidato que for assumir, tenha uma visão da missão de honrar o espaço e a necessidade de cada profissional e sua modalidade”, afirma.

Concorrem à presidência do Conselho e estão aptos a participarem do debate os candidatos: Eng. Civil Antônio Vilson Silva Dias, Eng. Eletricista Berilo Macedo da Silva, Eng. Civil Eufrásio Bezerra Sousa Filho, Eng. Civil Paulo Rogério Sousa Azevedo, Engª Agrônoma Rita de Cássia Neiva Cunha, Eng. Civil Rogério Carlos Pereira Silva e Eng. Mecânico Walter Sousa Machado Júnior.

Últimos preparativos - A estrutura dos debates também já está definida. Divididos em quatro blocos, os debates terão um espaço dedicado à apresentação dos candidatos, outro para perguntas feitas entre os candidatos, um terceiro para perguntas da plateia e, por fim, um para as considerações finais. Nos blocos de apresentação e de considerações finais, cada candidato terá cinco minutos para manifestação livre, em ordem definida por sorteio no início do bloco.

Além disso, os candidatos e assessores participaram no dia 1º de dezembro da reunião em que foi apresentado o formato do debate juntamente com os critérios e regras.  E no próximo, dia 9, todos devem participar de uma última reunião para os ajustes finais do debate.

 

 

PARTICIPE DO DEBATE ENTRE OS CANDIDATOS DO CREA-MA MANDE SUA PERGUNTA

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dez
6

 

DEBATE ENTRE OS CANDIDATOS DO CREA-MA

O Fonasc.CBH está promovendo o debate entre os candidatos à presidência do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Maranhão (CREA-MA). O debate será no dia 11 de dezembro, às 14h, no auditório Neiva Moreira, no Complexo de Comunicação da Assembleia Legislativa.

Você pode participar deste momento democrático enviando sua pergunta ao seu candidato para o email: debate.crea.ma@gmail.com

Para validar a sua pergunta você deve se identificar com nome completo, sua formação (engenheiro ou técnico) e o número de seu registro profissional. Estudantes devem identificar a faculdade, o curso e o seu número de matrícula.

As perguntas devem ser enviadas até às 14h (horário local) do dia 10 de dezembro de 2017. As perguntas fora deste prazo e sem qualquer identificação serão descartadas.

Participe!

FONASC APOIA – Comitê manifesta preocupação sobre abusos policiais contra a população de Correntina (BA)

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dez
1

Comitê manifesta preocupação

sobre abusos policiais contra a

população de Correntina (BA)

Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), vem a público manifestar extrema preocupação com o atual cenário em Correntina/BA, em especial com a condução das investigações referentes às manifestações ocorridas neste mês, onde a população local questiona o poder público sobre a utilização indiscriminada da água do Rio Arrojado por empresas privadas ligadas ao agronegócio.Denúncias apresentadas ao Comitê apontam que, após manifestação de aproximadamente 600 ribeirinhos ocorrida no dia 02 de novembro, na Fazenda Igarashi, em Correntina-Ba, o governo estadual enviou ao município uma “Força Tarefa” composta exclusivamente por policias civis e militares. Trata-se, portanto, de uma decisão política que endossa a vocação histórica das elites dirigentes do estado em dar tratamento às manifestações populares, motivadas por causas profundas e estruturantes, optando pela via repressiva, a exemplo do envio de forte aparato militar, perseguição e criminalização de lideranças sociais, como ocorre com o movimento em defesa das águas de Correntina. Atualmente, há relatos de que a investigação, conduzida pela Polícia Civil, está sendo levada adiante de forma supreendentemente célere, utilizando-se de práticas questionáveis e arbitrárias. São três delegados responsáveis pela investigação, incluindo o coordenador regional lotado em Santa Maria da Vitória, município vizinho, além de suporte significativo de outras equipes enviadas da capital. Até o momento, dezenas de pessoas, dentre homens, mulheres, idosos, em sua maioria moradores das comunidades ribeirinhas, foram inquiridas na delegacia local, que funciona em ritmo nunca antes registrado na história de Correntina.
Em paralelo, temos informações de que ocorrem, de forma ostensiva e sem autorização judicial, buscas pelas comunidades, com a participação ativa da Polícia Militar, na tentativa de obter informações das pessoas em suas residências e locais de trabalho, sem sequer uma intimação formal. Já aqueles que eventualmente receberam intimação são chamados para prestar informações poucas horas após o recebimento da notificação, o que impossibilita o acompanhamento do ato por um/a defensor/a. Houve ainda situação em que um adolescente de 17 anos foi constrangido e ameaçado a assinar uma intimação dirigida a um parente. Neste contexto, um clima de medo e apreensão predomina nas comunidades locais e muitos que estão sendo procurados para depor temem, com razão, por sua vida e integridade física. Há relatos de que durante as oitivas na delegacia, os delegados gritam, socam a mesa e ameaçam prender quem se recusa a falar os nomes que eles desejam ouvir, demonstrando assim o clima de intimidação e arbitrariedade na investigação em curso. Na manifestação em defesa das águas realizada no dia 11 de novembro, que reuniu mais de 10 mil pessoas na cidade, havia um pelotão com 100 policiais militares, incluindo tropa de choque e uso de helicóptero. A manifestação se deu de forma pacífica, mas desde então há informações de que escolas municipais de alguns povoados oficiaram à Secretaria Municipal de Educação, ao Conselho Municipal da Criança e do Adolescente e ao Ministério Público, que as crianças estão sofrendo fortes danos psicológicos em razão da atuação truculenta da Polícia Militar e Civil. Foi denunciado que o helicóptero da Polícia Militar estava realizando sobrevoos rasantes em diversas comunidades, em algumas delas impedido a continuidade de aulas, além de interrogatórios ilegais e ameaças feitas diretamente às crianças, professores/as e demais servidores/as. Outra suspeita, é a de que servidores públicos atuantes nas investigações possuem envolvimento com fazendeiros do agronegócio da região. Além do mais, segundo relatos, há fortes indícios – e testemunhas – de que prepostos e veículos da Associação de Produtores de Algodão da Bahia (ABAPA), entidade vinculada ao agronegócio, estão participando do processo das investigações, fato, aliás, sugerido e alardeado pelas próprias manifestações públicas destas entidades.
Reina, neste instante, um verdadeiro estado de exceção em Correntina, no qual as liberdades e garantias coletivas e individuais estão suspensas sob pretexto de identificar e prender as supostas lideranças das manifestações, que aparentemente já foram escolhidas como responsáveis pelas autoridades policiais.Entretanto, até agora todos os indícios e depoimentos apontam que a manifestação popular foi resultado do sentimento de reiterado abandono pelo estado, da consciência da ilegalidade e ilegitimidade de um agronegócio destruidor e corrupto, e mais que tudo, a revolta dos ribeirinhos com a morte anunciada e iminente de seus rios, patrimônio de valor inestimável para toda humanidade. Como organizações de defesa dos direitos humanos e dos povos e comunidades do campo e da cidade, reunidas no Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, exigimos que: 1. sejam imediatamente apuradas as denúncias de arbítrios, ilegalidades e violência do aparato repressor do estado, devendo haver firme determinação do Poder Executivo e do Ministério Público neste propósito; 2. que as investigações sejam conduzidas por servidores sobre os quais não pairem nenhuma suspeita de envolvimento com o agronegócio; 3. que as apurações se deem dentro da legalidade e com respeito aos direitos, garantias e liberdades individuais, assim como da ampla defesa e da garantia de orientação profissional; 4. que a manifestação popular em defesa das águas pelo povo de Correntina seja tratada no espaço e âmbito adequado, em que suas reivindicações e propostas sejam ouvidas e consideradas, repudiando a criminalização de toda uma população, lideranças sociais, organizações e movimentos que lhes prestam apoio em sua justa luta por um ambiente saudável para viver. Brasília, 22 de novembro de 2017 Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos Foto: Eco Debate

CONSULTA PUBLICA -Minuta Resolução que “Define diretrizes e critérios para o estabelecimento de prioridades para outorga de direitos de uso de recursos hídricos, como conteúdo mínimo de um Plano de Recursos Hídricos, conforme inciso VIII do Art.7º da Lei Nº 9.433/97.”

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dez
1

Define diretrizes e critérios para o estabelecimento de prioridades para outorga de direitos de uso de recursos hídricos, como conteúdo mínimo de um Plano de Recursos Hídricos, conforme inciso VIII do Art.7º da Lei Nº 9.433/97.

 

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FONASC.CBH PROMOVE DEBATE ENTRE CANDIDATOS A PRESIDÊNCIA DO CREA-MA

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nov
30

FONASC.CBH PROMOVE DEBATE ENTRE CANDIDATOS A PRESIDÊNCIA DO CREA-MA

Candidatos participam nesta sexta-feira, 1º, de reunião sobre o debate político.

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 30/11/2017

 Visando a transparência e a busca pelos direitos iguais, o Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas – Fonasc.CBH, promoverá um debate público entre os candidatos á Presidência do CREA-MA. O evento que será realizado na tarde da próxima terça-feira (05), no Auditório Neiva Moreira, no Complexo de Comunicação da Assembleia Legislativa, terá a cobertura da TV e Rádio Assembleia. O formato do debate é de responsabilidade do Fonasc.CBH.

Na manhã desta sexta-feira (1º) acontece a reunião de esclarecimento, onde será apresentado o formato do debate juntamente com seus critérios e regras. Após a explanação, os candidatos assinam a ciência das regras e começarão a se preparar para o evento, em que terão a oportunidade de expor programas de trabalhos e propostas direcionadas ao CREA-MA.

A reunião será mediada pela vice coordenadora nacional do Fonasc.CBH, Thereza Christina Pereira Castro e contará com a presença dos sete candidatos e de seus assessores.

De acordo com a Thereza Christina, é de suma importância que cada um dos candidatos colabore com sua participação nesta reunião, para que a seja esclarecidas todas as dúvidas sobre o debate e que se possa proporcionar um momento democrático para todos.

 

Quem é o FONASC-CBH?

 

O Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas – FONASC.CBH foi criado em Março de 2001 por um grupo de 72 entidades da sociedade civil que participavam do III Encontro Nacional dos Comitês de Bacias Hidrográficas, realizado em Belo Horizonte – MG.

A entidade surgiu do ideal da gestão participativa das águas, para estimular a sociedade civil a vencer as limitações para participar da gestão cidadã das bacias hidrográficas em março de 2001, por um grupo de 72 entidades da sociedade civil que participavam do III Encontro Nacional dos Comitês de Bacias Hidrográficas, realizado em Belo Horizonte – MG.

Apesar da existência de legislação específica para gestão de bacias hidrográficas, o acesso a informações ou aos instrumentos de ação que gerem as decisões do setor ainda é privilégio de poucos, e um grande desafio à sociedade civil. A missão dos membros do FONASC.CBH é garantir a gestão integrada das águas, tal como prevê a legislação correspondente.

Para o FONASC.CBH, a água, bem natural a qual todos têm direito, pode ser acessada conforme os princípios do desenvolvimento sustentável, para a garantia da qualidade das gerações futuras e a vida e fundamentalmente preservando seu valor social.

       

FONASC BA – VEJA COMO É TRATADO PELA MIDIA TRADICIONAL, A LUTA PELA AGUA DAS COMUNIDADES RIBEIRINHAS DE CORRENTINA NAS BACIAS DOS RIOS CORRENTINO, CARINHANHA E RIO GRANDE NA BAHIA

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nov
22

 

OS FATOS
1. Durante o ultimo ano, a fazenda  Igarashi de mais de 5 mil hectares, de capital japones, localizada em Correntina-no oeste da Bahia,vem  desenvolvendo monocultura irrigada, e começou a captar agua dos rios  Carinhanha, Correntino e  Rio Grande.    A região tem muitos problemas de deficiencia de  agua.  E por conta disso, centenas de familias de ribeirinhos dos rios e de comunidades rurais tradicionais da regiao, que dependem dessa agua, foram muitoprejkudicados, praticamente inv iabilizando sua sobrevivencia por la.
2. Cansadas de reclamar com as autoridades, no dia 2 de novembro fizeram uma ação de protesto na fazenda, indignadas com a irresponsabilidade do agronegocio que lhes tirava a possibilidade de sobreviver na região.
3.Imadiatamente as fotos da ação foram amplificadas, mudadas, e  a manchete criada foi  MST PROMOVE TERRORISMO NA BAHIA destruindo uma moderna fazenda do agronegocio.
4. Os mecanismos utilizados pela direita foram os espaços em redes sociais (vide abaixo)   a senadora Ana Amelia do PP-Rio grande do sul, (deve conhecer muito bem a realidade baiana..) se mostrou indignada e fez um duro pronunciamento no senado atacando o MST.
5. O secretario particular do ex-presidente FHC, senhor  Xico Graziano, ex-presidente do Incra nos tempos neoliberais, tambem foi à internet para dar seu veridicto, a parttir do seu escritorio em Higienópolis, no Instituto Fernando Henrique Cardoso. - vide abaixo.
6. O MST nao tem assentamentos e base organizada na região.  Mas reconhecemos a indignação das familias das comunidades locais, que são organizadas pelas pastorais e pelo movimento de atingidos pelas barragens.   Vejan Nota logo abaixo
NOTA DO MST DA BAHIA

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) denuncia publicamente a má apuração dos fatos ocorrida por diversos veículos de comunicação a respeito da ocupação e manifestação de comunidades agrícolas nas fazendas Igarashi e Curitiba, nesta última quinta-feira (2), no distrito de Rosário, em Correntina, oeste do estado.

Várias manchetes apontam o MST como participante da ação, porém, enquanto organização popular, não há envolvimento nessa mobilização.

Mesmo assim, reiteramos que apoiamos as ações de denúncia ao agronegócio, principalmente quando existe um processo de privatização de recursos naturais e investimentos antipopulares, que neste caso, afeta diretamente as comunidades camponesas localizadas nas proximidades das fazendas.

Segundo relatos, o projeto de irrigação da Igarashi e Curitiba estão secando os rios Carinhanha, Corrente e Grande, além de provocar queda de energia na região. Essa situação não é diferente de diversas outras localidades no estado que sofrem com as ações de empresas nos territórios, que para garantir uma maior margem de lucro, não levam em consideração o impacto que tais iniciativas possuem ao meio ambiente e nas populações.

Paralelo a isso, não podemos esquecer que tais projetos cumprem o papel de esvaziar o campo, ao expulsar as comunidades de seu território a partir do processo de monopolização dos recursos hídricos. Isso se apresenta muito forte nas regiões do semiárido baiano, onde toda água dos afluentes são moedas troca compactuada com o Estado.

A luta pela terra e pela soberania dos povos é parte fundamental do projeto de sociedade que defendemos e nesse sentido, reafirmamos que os recursos naturais é um patrimônio de todas e todos e não devem ser usados para atender os interesses de uma sociedade segregadora, cujo objetivo é ampliar as desigualdades e a exploração do trabalho.

Seguiremos em Luta, até que todos sejamos livres!

 

06 de novembro de 2017.

 

Direção Estadual do MST na Bahia

Salvador – Bahia

 

 

MST repudia “fake news” patrocinada por MBL e outros portavozes da direita na televisão, sobre protesto na Bahia

 

Danilo Gentilli, diretores nacionais do MBL e até a senadora Ana Amélia (PP-RS) surfaram na onda de desinformação sobre o caso de Correntina

 

Entre domingo (5) e esta segunda-feira (6), mais uma corrente de desinformação circulou em diversas redes sociais, empurrando para frente uma preconceituosa especulação de que o MST havia se envolvido numa invasão, que resultou em destruição das instalações da fazenda Igarashi e Curitiba, no interior da Bahia. Não bastasse, alguns veículos de imprensa e sites de emissão de pensamento de direita deram vazão a essas mentiras.

O MST no estado da Bahia emitiu nota nesta segunda-feira, desfazendo mais esta “fake news” emulada pelo preconceito aos trabalhadores Sem Terra e a todos que lutam por direitos, em que “denuncia publicamente a má apuração dos fatos ocorrida por diversos veículos de comunicação”. Confira o texto na íntegra:

ARTIGO  no portal Diario do fim do mundo
Primeiro atira, depois pergunta
Diario do  Fim do Mundo- DCM
Que tempos vivemos… expressão hoje ouvida em esquinas, praças, escolas por todo país. O nível de preconceito, emburrecimento coletivo proposital como um projeto de determinado campo, tem assustado pela expressividade que vem ganhando. Não só museus estão sendo censurados oficialmente pelos governos conservadores, também aqui embaixo, na sociedade que vive e luta pra viver, tem se visto expressões das mais incômodas, como o cerceamento por um grupo heterogêneo de neofascistinhas, religiosos fundamentalistas, juventude maçonica e os desvairados alucinados do volta-milico num ato de constrangimento público a uma filósofa! Contra uma “ideologia de gênero” (sic), que, pasmem, não era o assunto da conferencista. Judith Butler veio ao Brasil nos ajudar a refletir em nível acadêmico justamente sobre convivência democrática.

A quadra histórica que viramos é realmente alarmante. Assim como a polícia ao executar a juventude preta das periferias, primeiro atira depois pergunta, assim também o MST foi alvo de uma rajada descontrolada. Primeiro atira, depois pergunta. Só podia ser esse o senso coletivo de uma massa nutrida por veículos difusores do “pensamento” de direita ao repassar cegamente uma certa corrente de desinformação que começou a circular no domingo (5). O vídeo, que logo ganhou logomarca do MBL, mostrava as cenas do protesto de moradores de Correntina (BA) contra um grande empreendimento do agrohidronegócio na cidade que estava secando o Rio Arrojado. Foi um verdadeiro bang-bang: rajadas de desinformação, tiros e explosões de fakenews por grupos de whatsapp, face, twitter… Cena de uma medieval bestialidade, em que pessoas alucinadas sequenciam-se destilando ódio, vinculando as cenas ao “grude” mais fácil de emplacar quando há uma revolta no campo: “foi os Sem Terra!”

Será que nestes tempos há o perigo de vencer a irracionalidade sobre a velha e boa racionalidade? O desenrolar, se trágico ou não, segue em aberto, mas certo é que há uma nítida disputa acontecendo agora neste patamar no Brasil, entre racionalidade e irracionalidade. Existe uma certa hegemonia do pensamento averso à politização dos processos, uma certa opção por um emburrecimento coletivo. Saúde? Culpa do PT! Agrário? MST terrorista! Direitos civis? Gayzista-abostista!!

É perigoso. Já sabemos que os canais de informação mudaram radicalmente nos últimos vinte anos em que se viveu uma revolução tecnológica e, agora mais definidamente, se formou uma geração na operação destas tecnologias (de informação e comunicação). O que alguns sociólogos, comunicólogos e, com maior audiência, o escritor Umberto Eco também já nos apontaram é a que tipo de voz estas novas redes de compartilhamento de informação deram vazão: uma legião de imbecis. Vociferam preconceitos ou informações inventadas na cara dura. Imbecis que se sentem à vontade para escolher inimigos e guerrear na arena virtual (hoje bem atual) numa burrice inescrupulosa.

É diferente dos ignorantes, os sem opção por saber. É uma burricialização do espaço das opiniões (as redes sociais, que hoje constituem parte da tal opinião pública). Esse campo da sociedade, uma classe média orientada e uma classe bem rica, afastada dessa camada anterior, que orienta, vão mesmo continuar numa ocupação burra e tendente ao irracional nos canais de informação?

Que continuem, se quiserem, em seu projeto de bestialização da população. Ao campo popular, o campo das lutas por direitos e por transformações estruturais dessa sociedade brasileira tão desigual, cabe investir no poder de crítica do povo, no pensar crítico, na contradição e na formação em nível das massas. A informação é nosso campo de batalha. O MST está também nessa luta e estimula todo o povo a se fazer mídia!

Que se quebrem todas as cercas, da terra à informação!

Artigo do secretario particular do ex-presidente  FHC, sr. Xico Graziano.

MST promove verdadeiro terrorismo no campo,

Movimento radicalizou e demoniza agronegócio

Ataque a fazenda na Bahia deixou prejuízo de R$ 60 milhões

Sem-terra em acampamento do MSTMarcelo Camargo/Agência Brasil – 4.ago.2014


08.nov.2017 (quarta-feira) – 7h36  Portal  Poder360 brasilia.

 

Os bandidos agrários atacaram novamente, com grande agressividade. Destruíram agora uma fazenda localizada em Correntina (BA). A polícia militar, como sempre, fechou os olhos, compactuando com o crime. Verdadeiro terrorismo no campo.

Era dia de Finados. Enquanto as pessoas de bem reverenciavam seus mortos, as do mal, carregadas de ódio, destruíam uma incrível infraestrutura produtiva destinada à produção de alimentos. Sim, produtiva. Sim, alimentos. Se você é daqueles ingênuos que ainda acredita na importância do movimento dos “sem-terra” para combater os ociosos latifúndios, esqueça seu idealismo.

É triste, mas é a realidade. Há muito tempo o MST (Movimento Sem Terra), benchmarking nessa matéria, liberou geral na invasão de propriedades agrícolas. Antes, nos anos 1990, convenceram a opinião pública de que, em suas estripulias, “ocupavam” terras improdutivas, vazias, portanto, empurrando-as para o processo da reforma agrária. Eram, assim, justiceiros. Sua ação, embora violenta, fazia a carruagem andar.

Passou-se uma década. Com o avanço das desapropriações efetuadas pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), e quanto mais se afirmava a modernização capitalista no campo, o MST, ombreado pela Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), mudou a tática. Passaram a atacar e a depredar fazendas mesmo que produtivas, argumentando que estas, ao produzirem soja ou eucalipto, por exemplo, não serviam ao povo.

Radicalizaram. Agregaram em seu discurso o combate aos transgênicos, e assim destruíram laboratórios de pura tecnologia. Demonizaram o agronegócio. No fundo, usavam um disfarce, uma senha que abria os cofres públicos mantidos pelo populismo lulopetista. Convênios suspeitos, às pencas, passaram a repassar montanhas de dinheiro às entidades, centenas delas, vinculadas ao esquema da reforma agrária. Boca livre ideológica.

Tudo começou a desmoronar com a crise financeira do Estado e o subsequente impeachment de Dilma. As verbas minguaram, como aquelas do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), utilizada fartamente na escolarização –leia-se doutrinação– dentro dos assentamentos rurais. Perderam seu farto maná os pseudo-revolucionários.

Por que aquela turba raivosa invadiu e destruiu as instalações produtivas da Fazenda Iragashi, comandada por uma família de japoneses no distrito de Rosário, em Correntina? Não se sabe ao certo. Em sua narrativa, comprada facilmente pelos jornalistas descuidados, diziam defender os recursos hídricos da região. Balela.

Não são comprovados tecnicamente os aludidos impactos ambientais, como a suposta morte de nascentes e pequenos córregos. Nem o rio Arrojado, que serve à fazenda, teve sua vazão ameaçada. Suas águas, com a devida autorização pública, abastecem 32 pivôs de irrigação capazes de molhar 2.530 hectares de lavouras, incluindo soja, milho, batata, cenoura, feijão, tomate, alho e cebola. Comida básica, arrasada pela insanidade humana.

Quem viu as imagens da destruição se apavora. Torres de energia derrubadas, maquinários agrícolas incendiados, uma gritaria que deixou R$ 60 milhões de prejuízo. Alguém foi preso? Ninguém. Das favelas do Rio aos rincões da Bahia, a impunidade dos criminosos, urbanos ou rurais, campeia no país. Chama o exército?

Paradoxalmente, na mesma data o MST estampava em seu site uma matéria intitulada “A escalada da violência e da criminalização no meio rural brasileiro”. Parece uma provocação. Bem ao gosto do Bolsonaro.

 

Notas, para conhecimento:
1.Há algum tempo atrás o filho do sr. Xico Graziano foi processado pela familia do Presidente Lula, e condenado,  porque difundiu nas redes sociais, uma foto da sede de uma fazenda, e afirmando que a fazenda era de propriedade do Filho do presidente, conhecido por Lulinha em sociedade com a  JBS.   A  manipulação foi tao estupida que a foto era na verdade da sede do campus da ESALQ  /USp em PiraciCAba -sp
2. Isso lembra tambem fato ocorrido durante a campanha eleitoral de 2002.  Foi veiculado em todas as redes sociais, uma foto de pessoas pegando ovos de tartaruga nas margens de um rio.  A manchete foi: O mst do amazonas, ataca até tartarugas na sua sanha destruidora.  Pesquisado a origem das fotos, constatou-se que se tratava de uma comunidade que vive na região do atlantico,  na Costa Rica!.    Depois tambem descubriu-se que foi um assessor do então deputado Raul Pinto Jungmann, e hoje poderoso ministro do governo golpista, que havia preparado a peça propagandistica mentirosa.
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FONASC.CBH APRESENTA PROPOSTA PARA O RELATÓRIO DE SEGURANÇA DE BARRAGENS

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FONASC.CBH APRESENTA PROPOSTA PARA O RELATÓRIO DE SEGURANÇA DE BARRAGENS

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 20/11/2017

O Fonasc.CBH concluiu documento que apresenta uma proposta para o Relatório Nacional de Segurança de Barragens (RSB), organizado pela Agência Nacional de Águas (ANA). O RSB é ferramenta essencial para o acompanhamento dessa política pública.

Dentro do Conselho Nacional de Recursos Hídricos foi criado um Grupo de Trabalho (GT) especial para apreciação do RSB e recolher eventuais colaborações para o Relatório Nacional sobre Segurança de Barragens.

Uma das principais ideias do Fonasc.CBH, em sua colaboração com o RSB é de que o CNRH deva inserir, na apreciação do relatório pelo plenário, a recomendação de veto à construção de novas barragens de rejeitos pelo método de alteamento a montante – a maior parte dos desastres ocorrem com barragens baseadas nesse tipo de estrutura.

De acordo com o documento, em alguns países, elas já estão proibidas, a exemplo do Chile. E a legislação em MG passou a vetar a implantação desse tipo de barramento/alteamento, embora o governo tenha feito vista grossa para as barragens em fase de licenciamento.

Veja abaixo o teor completo da proposta

CONSIDERACOES FONASC.CBH – RSB 2016 – ANA

Sintese Relatório ANA – seguranca Barragens 2016_Fonasc_out2017_gazzinelli

Anexo V integrado – RSB 2016-ANA – anexo parecer FONASC-CBH – out2017

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