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FONASC-CBH PARTICIPA DA 2ª REUNIÃO DO GT-RH PARAGUAI – persiste o processo de NEGAÇÃO por parte das representações do setor de hidroeletricidade A CONTESTAÇÃO com pareceres tendenciosos que tentam desqualificar os fundamentos e diretrizes dispostas na lei 9433/97.

Ocorreu na terça-feira (06.10 ) a segunda reunião GT-RH Paraguai em dois horários, respectivamente, das 10h00 às 12h e das 15h às 17h através da plataforma de videoconferência Microsoft Teams.

Na parte da manhã a pauta esteve centrada na apresentação dos principais resultados e resposta da ANA em relação aos questionamentos sobre os Produtos 14 e 15 da Fundação Eliseu Alves (Parecer Técnico Ferreira Rocha), referentes aos Estudos de Avaliação dos Efeitos da Implantação de Empreendimentos Hidrelétricos na Região Hidrográfica do rio Paraguai.

Pela tarde a pauta foi a apresentação da Nota Técnica referente ao Parecer Técnico da consultoria Ferreira hidroeletricidade Rocha e  pela representante da Sociedade Civil (FONASC), Débora Calheiros. Também a apresentação do Manual Operativo atualizado e as ações que já foram aprovadas pela SIP/ANA, além da explicação sobre as Competências do GT-RH Paraguai por Synara Broch (ABRhidro).

A conclusão é que persiste o processo de NEGAÇÃO por parte das representações do setor de hidroeletricidade que contesta com pareceres tendenciosos  que tentam desqualificar os fundamentos e diretrizes dispostas na lei 9433/97. A reunião foi marcada pelo debate sobre os pareceres apresentados pela representação do FONASC  SUPRA MENCIONADA que aponta incongruências do relatório do setor elétrico que tenta desqualificar acintosamente as decisões e normativos que a fundamentam , pautadas em alegações desprovidas de consistente argumentos. Veja e compare os pareceres apresentados.

 

Confira a íntegra da pauta da reunião aqui.

Confira Nota Técnica clicando aqui.

FONASC-CBH APOIA A FEDERAÇÃO DOS PESCADORES (FEPESC) DO MATO GROSSO

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set
30

 

O FONASC.CBH é uma instituição que representa a sociedade civil. A Engenheira Ambiental Lediane Benedita de Oliveira, que também participa ativamente da colônia de pescadores Z-14, localizado no município de Várzea Grande, assume como titular o lugar de presidente da Federação de Pescadores de Mato Grosso (FEPESC). Ela também representa os pescadores no Conselho Estadual de Meio Ambiente (CONSEMA), como membro e representando a federação dos pescadores na 2°J.J de recursos.

A representante do FONASC.CBH junto a bióloga Luciana Ferraz, e sua equipe de trabalho, estiveram presentes ativamente defendendo os pescadores e a sua classe no processo do Projeto Cota Zero até o seu veto no ano de 2019/2020.

O motivo foi o afastamento do presidente da Federação, Belmiro Lopes de Miranda, que se tornou pré-candidato a vereador pelo município de Várzea Grande. Por isso, Lediane assume a sua cadeira até as eleições que ocorrerão no mês de novembro de 2020 e representa também os pescadores no CONSEMA. Pós-quarentena da Pandemia, o FONASC.CBH adota todas as medidas preventivas e impostas por lei, auxilia na Colônia de pescadores Z-14, nas renovações das carteirinhas, ao qual o presidente da federação está em dia com seus deveres.

ACOMPANHE A ÍNTEGRA DA LIVE SOLIDÁRIA PANTANAL EM CHAMAS COM PARTICIPAÇÃO DO FONASC-CBH

 

Ocorreu na última terça feira (22) as 21 horas a Live Solidária PANTANAL EM CHAMAS realizada pela página Xapori Socioamiental. Na ocasião estavam reunidos Rafael Bento, do Território Quilombola Vão Grande (MT), a deputada federal Rosa Neide (PT/MG) e Luciana Ferraz (FONASC-CBH), sob mediação de Rodrigo Pilha.

Acompanhe a íntegra da Live clicando aqui.

 

PANTANAL EM CHAMAS: FONASC.CBH É SIGNATÁRIO DE CARTA EM DEFESA DO COMBATE AOS INCÊNDIOS NO PANTANAL DO COMITÊ CIENTÍFICO SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E PATRIMÔNIO DO ICOMOS-BR

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set
16

 

O FONASC.CBH é um dos 14 signatários da Carta do Comitê Científico Sobre Mudanças Climáticas e Patrimônio do ICOMOS-BR, que defende o combate aos incêndios no Pantanal, a fim de alertar o poder público, federal, estadual e municipal, para que dialoguem e consultem comunidades para planejarem planos de contingenciamento e aprimoramento.

“Situa-se que o nível dos rios e, por conseguinte o fluxo de água que enche a planície alagada são os maiores agentes de contenção e controle do fogo no pantanal, desde 2019 esse limitador de incêndios não vinha se impondo e acenava situações graves para 2020”, afirma trecho da carta.

Em especial, os rios não enchem em decorrência dos impactos ambientais na área do planalto, que é o local de nascentes das águas que formam a planície alagada do pantanal. As causas para tais problemáticas, são os impactos sinérgicos da construção e uso de hidrelétricas, desmatamento, assoreamento, monoculturas de soja e algodão, pastagens, mineração, deterioração e destruição das nascentes.

Para ter acesso a carta na íntegra clique aqui.

FONASC-CBH APRESENTA SUPLENTE PARA COMPOR NOVA FORMAÇÃO DO GAP PARAGUAI

O FONASC-CBH, representado pela Doutora Debora Calheiros, da atual Câmara Técnica de Planejamento e Articulação (CTPA) do CNRH (Conselho Nacional de Recursos Hídricos), que é responsável pelo acompanhamento e avaliação do PRH Paraguai e do GAP Paraguai, apresentou na reunião do GT Paraguai Rafael Bento, representante de Povos e Comunidades Tradicionais da RH Paraguai, membro do Quilombo Vão Grande, em Barra do Bugres – MT, para exercer a vaga de suplente do FONASC na nova formação do GT GAP Paraguai.

Na reunião, realizada por videoconferência em Cuiabá pela plataforma Microsoft Team, foi debatida a nova composição do GAP Paraguai, com apenas 10 membros, depois do Decreto Presidencial que mudou a composição dos órgãos colegiados. Entre as pautas estavam: Abertura e informes; Aprovação da Ata da última reunião; Proposta de Resolução que institui Grupo de Trabalho no âmbito da Câmara Técnica de Planejamento e Articulação sobre o Plano de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Paraguai;  Proposta de Moção que recomenda a aprovação do Plano Nacional de Saneamento Básico – Plansab Revisado, em atendimento ao Decreto n. 7.217/2010, art. 62; Documento Base para o Processo de Elaboração do Plano Nacional de Recursos Hídricos 2021-2040;  Metas do PNRH para 2016-2020, sob responsabilidade da CTPA: definir diretrizes para o monitoramento e avaliação da implementação dos planos de recursos hídricos; Definir diretrizes para a abordagem do tema das mudanças climáticas nos planos de recursos hídricos; Agenda de trabalho do CTPA  para 2020; Encaminhamentos e informes gerais.

“Participar desse programa nacional de recursos hídricos do pantanal, para mim é importante por questão de informação, [...]  , então tem várias ações que estamos fazendo, parcerias com o comitê Popular do Rio Paraguai e direto com o comitê popular do Rio Jauquara, parceria com a Escola de Militância, com a Escola de Ativismo para estar reforçando a luta em defesa dos nossos rios, [...]”, explica Bento. “[...] quanto mais gente tiver lutando para defender nossas águas do Pantanal, isso é muito bom, estamos ai juntos para reforçar a nossa luta, aprendendo, conhecendo e ensinando as outras pessoas, porque a nossa comunidade é difícil para chegar, então quanto mais conhecimento as pessoas tiverem acaba sendo melhor.”, reforça em seu depoimento.

A reunião teve como participantes, a Nova Composição do GAP, representares do Poder Público Federal, do Poder Público Estadual, setores usuários, e Sociedade Civil, sendo aberta ao Público.

 

FONASC.CBH MATO GROSSO – AÇÕES DE INCIDÊNCIA POLITICA DO FONASC PARA A CONSERVAÇÃO DA BACIA DO ALTO PARAGUAI/PANTANAL” NO AMBITO DO PROJETO : FONASC/DOB/HUMEDALES MOSTRA OS PRIMEIROS RESULTADOS

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jun
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FONASC.CBH RIO PARAGUAI  – AÇÕES DE CAPACITAÇÃO, MOBILIZAÇÃO E MONITORAMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E DIREITOS SOCIOAMBIENTAIS ( INCIDENCIA POLÍTICA )PARA A CONSERVAÇÃO DO “SISTEMA BACIA DO ALTO PARAGUAI/PANTANAL” DESENVOLVIDAS DENTRO DO PROJETO  DO FONASC/DOB/HUMEDALES NA REGIÃO PANTANEIRA MOSTRA  OS PRIMEIROS RESULTADOS .

No histórico da atuação do Fonasc.CBH na região pantaneira , podemos resgatar um longo processo, iniciado em 2009 no âmbito do Conselho Nacional de Recursos Hídricos, que culminou com o início da elaboração do plano de recursos hídricos e essa instância de atuação da sociedade civil denominada GAP (Instância criada pelo CNRH – Conselho Nacional de Recursos Hídricos – e MMA – Ministério do Meio Ambiente –, como fórum privilegiado de decisões sobre o modelo de impacto nos rios da região).

A atuação do Fonasc.CBH no CNRH – CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS foi marcante para o surgimento do GAP Paraguai – Grupo de Acompanhamento da Elaboração do PRH-Paraguai, instituído pelo CNRH e coordenado pela Agência Nacional de Águas (ANA), com início em dezembro de 2014 e duração de três anos.

As atividades do Projeto Envolvimento da Sociedade Civil para a conservação do Sistema Bacia do Alto Paraguai/Pantanal está ligado as ações de Capacitação, Mobilização e Monitoramento de Políticas Públicas e Direitos Socioambientais acontece numa conjuntura marcada por retrocessos denunciados no Brasil e no exterior pelo fato de o governo Brasileiro promover a negação a todos os paradigmas e fundamentos do conservacionismo ambiental e os fundamentos da democracia participativa apontando a cada dia um caminho de esvaziamento de princípios democráticos com reforço às práticas e ideias fascistas, ao obscurantismo e consequente crise e instabilidade política com graves consequências ao ativismo social ambiental.

Na prática, o desenvolvimento das atividades de capacitação e mobilização foram inclusivas, mobilizadoras, sinalizadoras de correções e denunciadora de descumprimentos da legislação ambiental e de direitos fundamentais aos governos, tanto federal, como os governos estaduais inseridos na Bacia do Rio Paraguai.

As ações desse projeto se desenvolveram tanto no âmbito da relação com a superestrutura do Estado Brasileiro em nível nacional, como regional onde o Fonasc.CBH se legitimou como entidade de representação política para defesa de direitos, bem como, junto aos movimentos locais e suas representações.

Nesse contexto o Fonasc.CBH vem com muito esforço apoiando a continuidade de uma agenda de mobilização, capacitação e fortalecimento político institucional das representações de cidadãos e suas organizações para atuar nesse cenário complexo e o apoio do Projeto Humedales tem sido fundamental para que as ações do FONASC CBH e demais parceiros se fortaleçam e possibilitem influenciar nos processos de tomada de decisões em todos os níveis, em relação a preservação dos recursos naturais do Bacia do Alto Paraguai (BAP), e implementar uma incidência política que possibilite ou influencie no redirecionamento de seu modelo de desenvolvimento para que o mesmo contemple paradigmas de sustentabilidade social e ambiental.

No elenco de exitos obtidos do trabalho do FONASC na região pantaneira nesse ultimos anos destacamos :

Os ganhos obtidos sob ponto de vista dos objetivos desse projeto podem ser comprovados não somente a partir desse relatório, mas podemos assinalar aspectos qualitativos derivados da atuação do FONASC/DOB/HUMEDALES que influenciaram consideravelmente a conjuntura, na governança e se seus componentes estruturais em que destacamos:

1        Estabeleceu-se a manutenção no contexto socio político, a narrativa de direitos humanos e ambientais em vários momentos e locais em todo o território da Bacia e no Âmbito Nacional.

2        Empreendeu-se uma pedagogia política marcada pela inclusão e integração do conhecimento científico e conhecimento social com o trabalho conjunto de professores e cientistas das várias ciências integrados junto com as populações locais, em prol da garantia do ecossistema do BAP, de direitos e reprodução social e cultural dos pescadores e ribeirinhos impactados pelo atual modelo.

3        Provocou um processo de animação para que mais entidades e organizações civis de defesa de direitos da região participem dos colegiados de tomada de decisão de maneira mais incisiva e qualificada adotando práticas que vão além da mobilização e denúncia, mas sim, para enfrentamento com representantes dos empreendedores e financiadores desses empreendimentos impactantes na vida e na ecologia regional.

4         Estabeleceu ainda que de maneira incipiente, limites e parâmetros de enfrentamento político aos setores burocráticos governamentais e suas elites e alianças estratégicas em nível regional e nacional.

5        Pela primeira vez o setor Hidroelétrico encontrou na região uma resistência qualificada e organizada para decidir de maneira mais horizontal o uso e aproveitamento do patrimônio hídrico e ambiental que é bem público e estatal conforme legislação no Brasil.

6         Possibilitou o surgimento de lideranças mais qualificadas por terem tido acesso a informações divulgadas nos processos mobilizativos e capacitativos permitidos por esse projeto: incidência

 

7        Para efeito de compreensão do impacto da atuação sistêmica de membros desse projeto nas agendas e atividades desenvolvidas destacamos o depoimento da Professora Debora Calheiros sobre as decisões da última reunião do GAP no mês de abril de forma virtual conforme relato abaixo:

Sobre os RESULTADOS da última reunião do  GAP- Fala de Débora Calheiros:

  No mês de abril, na reunião do GAP Paraguai, apresentou-se os estudos de Ictiologia (peixes e produções pesqueiras, desova) e a parte socioeconômica da pesca e da energia, dentro dos estudos científicos que foram realizados para embasar a tomada de decisão do Plano de Bacia.

No Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica do Paraguai é coordenada pela ANA/Embrapa Pantanal, com apoio de pesquisadores do Brasil inteiro, ainda tem a parte de estudos Hidrológicos e de qualidade de água, e socioeconomia, então uma questão muito importante é que os estudos apresentados corroboram toda a nossa discussão em relação a manter os rios livres de barragens, os rios que ainda se mantem livres de barragens na bacia, tanto em Mato Grosso, quanto em Mato Grosso do Sul.

O documento enfatiza a importância da pesca desses locais para reprodução dos peixes migradores, as áreas de cabeceiras, e foi bem evidenciado  pelos mapas resultantes que mostram a importância de números  de ovos e larvas é expressivo, os ovos e larvas de peixes das cabeceiras que descem com o fluxo da água para entrar na planície e desenvolverem, se protegerem, se alimentarem nas áreas de planícies para depois entrar os peixes jovens  participarem do ciclo da vida, novamente iniciando a produção, então essa conexão planalto e planície é fundamental, isso foi evidenciado.

Já é clássico, já é conhecidíssimo no mundo inteiro e já foi bem evidenciado nesses estudos novamente por que isso precisa ser feito, esses mapas precisam ser gerados para mostrar graficamente a importância desses locais e mostram que aonde já está barrado, já realmente não tem a desova com significância para se manter a pesca como atividade social e econômica então foi muito importante, a parte de socioeconomia mostrou a relevância do segmento da pesca, pescadores da pesca profissional e turística e para a economia e segurança alimentar regional.

 Então os resultados foram muito importantes, esses estudos embasam a decisão da ANA de suspender os licenciamentos de hidrelétricas, até agora 31 de maio ( resolução da ANA do final de 2018), tanto é que agora a própria ANA começou a liberar algumas áreas para se construir hidrelétricas com bases nesses estudos, ou seja por exemplo: Já foram liberados acima do Rio Manso para poder já ter licenciamento de hidrelétrica, uma vez que o Manso barra o Rio Manso na Foz com o Cuiabá, e isso já impede a migração reprodutiva e acima dessa barragem pode ser construídas outros empreendimentos hidrelétricos, uma vez que não tem mais importância da questão da produção pesqueira, daí não sei se teria na questão social, isso é um questionamento importante, precisaria ver os dados na parte socioeconômica da região acima de manso, mas eu imagino que não tenha; Mas precisaria checar nos relatórios eu já mandei para vocês os relatórios finais desses dois estudos, tanto da parte de Ictiologia de peixes como a parte socioeconômica.

É inovador na bacia, isso é inovador para o país e acho que isso é inovador até em termos mundiais, foi porque não finalizou os outros estudos hidrológicos de qualidade, devem ser liberados provavelmente agora em maio e em finalizar essa parte de estudos até setembro conforme o pessoal da ANA.

Então é isso! Continuemos a prestar a atenção no que está acontecendo, e como a gente já conversou, a necessidade da sociedade civil se apropriar desses estudos, até coloquei lá, que a ANA faça uma apresentação em todas as colônias de pescadores de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, para mostrar aos pescadores a importância que eles tem, social e econômica ,a capilaridade que tem a pesca em toda a geração de emprego e renda regional na região do Pantanal e áreas de entorno e municípios de entorno, os estudos de Socioeconômico da energia é evidenciar que não é tão importante, tão quanto a própria pesca de geração de emprego e renda nos municípios.

Eu acredito que a possibilidade de elevar essa informação para as colônias, seriam importantes também no nosso Projeto do DOB ECOLOGY porque essa informação é fundamental para que esse segmento de pescadores e ribeirinhos se apropriem dessa informação tão relevante para suas vidas e para os estudos, vão ser finalizados até setembro desse ano.

A reunião foi virtual, está tudo sendo virtual, então mais essa parte de peixes que era mais importante em termos de licenciamento que é a grande pressão, já está sendo liberado a partir da finalização desses estudos, eu mandei, vou mandar uma decisão que já saiu na imprensa em relação a liberação acima de Manso para os licenciamentos, agora a minha apreensão é que temos que acompanhar muito bem como a SEMA vai fazer, e se a SEMA vai respeitar essas decisões em relações aos estudos.

Essa é minha apreensão, e eu vou informar isso ao Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal, para que se acompanhe essa questão mais detalhadamente por esses órgãos, e a questão que o João Andrade também lembrou é a questão do setor elétrico já está aproveitando 50 % do setor potencial  na bacia, isso é importante frisar como lembrou o João para o pessoal do estudo econômico, o pessoal da UNB e eu também vou relembrar isso, vou dar uma reforçada nessa questão para os procuradores, tanto do Ministério Público Estadual, quanto ao Ministério Público Federal.

Então eu acho que a gente está  realmente de parabéns, todo o processo de embasamento cientifico para tomada de decisão, isso a economia regional a produção pesqueira para a segurança alimentar também então é uma informação que deve ser veiculada, eu sugiro que seja veiculada no máximo possível apesar da questão do isolamento social, quando isso terminar a gente possa levar essa informação a toda sociedade, principalmente ao segmento da pesca, eu estou bem feliz com essa grande evidência , da importância da ciência para tomada de decisão, isso é muito importante em termos civilizatório também.

Confira na integra o relatório que descreve as atividades do projeto nos meses do ano de 2019. O relatório apresenta três eixos dde ações desenvolvidas e em desenvolvimento.:

1. Incidência política e atuação qualificada em colegiados de tomada de decisão;

2. Capacitação e mobilização de representantes de PCTs – direitos socioambientais;

3. Mapeamento e identificação de PCTs, territórios de pesca e de conflitos socioambientais para garantia de direitos.

Confira o relatório na íntegra: Relatório II

veja mais ações do FONASC na região 

FONASC-CBH E PESCADORES DE MATO GROSSO COMEMORAM A RETIRADA DO PROJETO “COTA ZERO” QUE PROIBIA A PESCA POR 5 ANOS NO ESTADO

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mar
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FONASC-CBH E PESCADORES DE MATO GROSSO COMEMORAM A RETIRADA DO PROJETO “COTA ZERO”

 

Na manhã desta quarta-feira (04), o Governo do Estado de Mato Grosso anunciou a retirada do projeto, que ficou conhecido como “Cota Zero”, da Assembleia Legislativa.

Apresentado em junho do ano passado ao parlamento estadual, o projeto tinha como objetivo regulamentar as atividades pesqueiras no Estado.

Entretanto, as lideranças de pesca se colocaram contra a proposta de lei apresentada em 2019, que apontava um impacto social e um colapso financeiro que poderiam ocorrer. Anteriormente, o Fonasc juntamente com alguns representantes já havia se manifestado contra este projeto, o Fonasc.CBH é um parceiro incansável na luta, representando a sociedade civil, principalmente em instâncias colegiadas.

No dia 27 de outubro de 2019, o Fonasc.CBH participou do Festival Juruena Vivo, na Gueba Pedreira, no Municipio de Juara para discutir sobre o projeto de Lei 668/2019.

O projeto causou bastante polêmica em 2019. A previsão era de que fosse aprovado em dezembro, no entanto, devido à falta de estudos e acúmulo de pautas na Assembleia Legislativa, está votação foi adiada.

A retirada do projeto da Casa de Leis foi anunciada pelo secretário-adjunto da Casa Civil, Carlos Brito, em coletiva com os deputados estaduais. No momento, a ideia do governo era que o assunto continuasse em debate e que o estado, inclusive, oferecesse à Assembleia seus técnicos para ampliarem as discussões.

Dentre os pontos mais contestados pelos pescadores em 2019 estão:

● o não armazenamento de peixes no freezer da colônia ou da residência do pescador;

● a proibição de transportar e armazenar o pescado, podendo somente pescar e comer na beira do rio;

● pescadores profissionais só estão autorizados a pescar 150 quilos e não pode transportar o pescado por mais que 5 metros.

O Fonasc.CBH considera como um fator importante, a mobilização da sociedade, pois com a aprovação do Projeto de lei, cerca de 100 mil famílias poderiam ficar sem emprego e mais de 500 lojas de pesca fecharia às portas em Mato Grosso. A medida prejudicaria representantes comerciais, catadores de iscas vivas, fabricantes de massinhas, extratores de minhocas, fabricantes de chumbadas, fabricantes de rosários, encastoares de anzol, entre outras atividades.

Veja mais sobre atuação FONASC-CBH sobre esse assunto http://fonasc-cbh.org.br/?s=projeto+cota+zero

Fonasc inicia o ano de 2020 com agenda intensa

Neste ano de 2020, o Fonasc-CBH está renovando sua equipe e está com novas estratégias para alcançar novos parceiros e para que seus projetos ganhem forças e conquistem resultados. Para isso, o Fonasc está com dois novos integrantes em sua Assessoria de Comunicação, os jornalistas Letícya Gama e Maurício José, que serão os responsáveis pelo contato com a imprensa e comunicação interna do órgão. Todos os contatos para pautas e informações devem ser realizado pelo e-mail contato@fonasc-cbh.org.br permanece válido.

Nova Assessoria de Comunicação FONASC.CBH

FONASC-CBH PARTICIPA DO DIA DO RIO PARAGUAI

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dez
5

FONASC-CBH PARTICIPA DO DIA DO RIO PARAGUAI

 

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data:
05/12/2019

O Fonasc-CBH esteve presente junto a 40 pescadores da Colônia z14 instalada em Várzea Grande-MT, no dia 14 de Novembro de 2019, para a celebração do Rio Paraguai e Pantanal Vivo Sem Fronteira, esta que já acontece há mais de 20 anos

A programação começou por Cáceres, na Chácara Tuiuiú, com uma concentração Fluvial. De lá segui-se pela colônia de pescadores a Z 2 de Cáceres, e pela praça de Barão, onde houve premiação de desenhos, poemas, redações das escolas com o tema do dia do rio Pantanal. Ainda houve a feira ecológica na Secretaria de Indústria, Comércio, Meio Ambiente e Turismo de Cáceres (SICMATUR) e uma audiência publica.

O Comitê Popular do Rio Paraguai/Pantanal e a organização Fé e Vida promoveram o Dia do Rio Paraguai – Pantanal Vivo e Sem Fronteiras, terminando com uma audiência pública. “A intenção é alertar a população para com os cuidados ao Rio Paraguai. Este ano a novidade é a audiência pública com a presença da Assembleia Legislativa. Estarão presentes 11 Comitês populares de diversos municípios. Esses comitês populares têm como objetivo serem guardiões de seus rios”, diz Vanda Aparecida dos Santos, membro do Comitê Popular do Rio Paraguai Pantanal.
Já na audiência pública iniciada as 17h com o tema ´´Rio Paraguai/Pantanal: Vocação e Ameaças´´, entre os assuntos abordados estavam a Hidrovia Paraguai-Paraná, o uso de agrotóxicos na região e o projeto Cota Zero. Estiveram presentes pessoas, organizações, escolas, assentados, pescadores e pescadoras. Toda a programação foi aberta ao público. ´´Quero agradecer ao Fonasc que vem nos acompanhando nessa luta do Cota Zero, ao deputado e a todos aqui presente, pra vocês ver estão querendo acabar com a nossa cultura principalmente dos pescadores, quero parabenizar aqui o dia anual do rio Paraguai pantanal, é uma honra imensa estar participando dessa luta em defesa do rio Paraguai ´´, disse Belmiro Lopes de Miranda, presidente da Colônia z14 e presidente de Federação de Pescadores.

 

 

 

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