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FLACH BACK – RIO URUCUIA – MG – CRIME AMBIENTAL NA CONSTRUÇÃO DE BARRAGENS EM NASCENTES DE AFLUENTES DO RIO

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mai
17

Durante  as atividades do Festival Sagarana foi resgatada e discutido pelos presentes a situação grave em que se encontra o processo de tomada de decisão sobre os usos dos Rios e das Águas da Bacia do Rio Urucuia extremamente impactado pelo uso intensivo para o AGRO NEGOCIO sem considerar princípios fundamentais para sustentabilidade ambiental da região e da insuficiência do papel do Estado em garantir pressupostos da paz social na medida que não cumpriu suas atribuições de fiscalização e controle dos usos abusivos dos corpos dagua por grandes produtores rurais.

https://drive.google.com/a/fonasc-cbh.org.br/file/d/0B97qqkufMn3MSXhDQ3NoOG5xX1U/view

A situação esta chegando ao limite da capacidade de suporte da bio diversidade para exploração intensiva das águas podendo causar conflitos de toda ordem e que já esta mobilizando setores sociais no sentido de garantir os usos prioritários demarcados em lei .

A situação se agrava devido ao poder e influencia econômica desse segmento numa região de potencial conflito na qual o poder judiciário se manifesta de maneira a potencializar ainda mais esses conflitos tendo pois tem dado regularmente liminares para se construir barragens nas Veredas e Corpos dagua da Região , sem atentar para as precauções legais necessárias.

 

http://fonasc-cbh.org.br/wp-content/uploads/IMG-20150925-WA0016-e1445310175928.jpg

Diante desse quadro, as comunidades ribeirinhas e adjacentes do córrego da Barriguda criaram o O Comitê de Defesa da Bacia do Rio Urucuia e  organizda e vigília á nascente do mesmo  onde desde o dia 26 de setembro, manifestantes estão instalados na margem esquerda da barragem a cerca de 45 km de Buritis e pedem que as autoridades tomem medidas para liberação das águas desta e de outras barragens da região.

Além do crime ambiental de construção de barragens em nascentes de afluentes do urucuia, os barrageiros ainda estão criando peixes exóticos, como tilápia e pacu caranha, peixes esses que só poderiam ser criados em tanques redes, esses peixes quando introduzidos nos rios comem as ovas dos peixes como surubim, mandim, corumata.

VEJA  MAIS EM -COMENTÁRIOS:

Varias iniciativas estão sendo definidas pelos cidadãos e movimentos sociais do pais em apoio as populações vitimadas por essa insanidade de querer-se super explorar os recursos hídricos a revelia de critérios técnicos e respeito aos cidadãos.

 

http://fonasc-cbh.org.br/wp-content/uploads/DSC00540.jpg

 

 

veja matéria publicada na imprensa local 

https://drive.google.com/a/fonasc-cbh.org.br/file/d/0B97qqkufMn3MY0E5Y0lDWUM0Nms/view

córrego daq barriguda barrado 5 vezes

https://drive.google.com/a/fonasc-cbh.org.br/file/d/0B97qqkufMn3MY0E5Y0lDWUM0Nms/view?usp=drive_web

Nasce nos chapadões de Goiás de um lugar denominado Raizama ou lagoa dos Morões em aproximação com o Córrego Bezerra, o Urucuia desce para o extremo Leste, alcançando as terras do Município de Buritis MG.

O rio nasce nas proximidades de Formosa – Goiás, no Planalto Central do Brasil, nas proximidades da divisa com Minas Gerais, mais precisamente, próximo as divisas dos municípios de Formosa – GO e Buritis – MG. [3]

Buritis é primeiro município de Minas Gerais a receber as águas do rio Urucuia, ainda em pequena quantidade, a partir de então começa a receber afluentes em solo mineiro e a formar sua bacia hidrográfica.

Um dos primeiros rios a desaguar no Urucuia é o rio São Domingos, que nasce e desagua no município de Buritis MG; possui em suas margens ainda vegetação preservada em alguns pontos, onde a fauna e a flora do cerrado brasileiro ainda vive em equilíbrio.

Durante seu percurso pode-se encontrar o “escorregador”, uma rocha no leito do rio que permite escorregar, como se umescorregador natural.

Essa atração localiza-se a cerca de quinze quilômetros do Distrito Bezerra no município de Formosa – Goiás, próximo a sua nascente, a partir de então suas águas seguem para Buritis em Minas Gerais, e se torna importante, para muitos municípios entre eles Buritis, Arinos, Urucúia e outros até desaguar no rio São Francisco.

O FONASC DORAVANTE ESTARA ACOMPANHANDO AS INICIATIVAS DOS MOVIMENTOS E ORGANIZACOES LOCAIS PARA SUBSIDIAR DECISÕES NOS CBHS E CONSELHOS QUE IMPEÇAM  MAIS DECISOES QUE AGRIDAM O RIO E AS POPULACOES QUE DELE USUFRUI.

Bacia hidrográfica

A bacia hidrográfica do rio Urucuia está inserida na mesorregião Noroeste de Minas, onde estão municípios como Buritis, Arinos, Formoso, região incluída na Micro Região de Unai. Após segue para Região Norte do Estado de Minas onde passa por outros Municípios tais como o antigo povoado de “Porto de Manga” hoje Município de Urucuia nome dado em homenagem ao rio.

clima na bacia é considerado semi-úmido, com período seco durando entre quatro e cinco meses por ano, situa-se a disponibilidade hídrica entre 2 e 10 litros por segundo por quilômetro quadrado, com exceção do alto rio Urucuia, onde se situa entre 10 e 20 litros por segundo por quilômetro quadrado.

Municípios

Abrange um total de nove municípios, quais sejam:

  1. Buritis
  2. Formoso
  3. Arinos
  4. Uruana de Minas
  5. Riachinho
  6. Urucuia
  7. Bonfinópolis de Minas
  8. Pintópolis
  9. São Romão

Todos os nove municípios no Estado de Minas Gerais) e apresenta uma área de drenagem de 25.135 km², a bacia possui uma população total estimada de 76.441 habitantes.

http://repositorio.bce.unb.br/bitstream/10482/4403/1/Clarisse%20Lacerda%20Mata_ate_pag_32.pdf pag. 22.

O que pode ser deduzido ainda pelo fato de no inverno o rio possuir águas claras esverdeadas, e no verão período chuvoso em razão das enchentes constantes as águas ficam avermelhadas da cor de barro;

Este rio é de grande notoriedade não só para os municípios que compõem a sua bacia, mas para o estado de Minas Gerais, e para o Brasil, por ser formador da bacia do rio São Francisco pois também se fez presente nas obras do escritor mineiro João Guimarães Rosa.

Deve-se ressaltar também que o circuito grande sertão veredas é integrado pelo rio Urucuia e é um dos circuitos turísticos do estado de Minas Gerais.[2]

 

FONASC.CBH É SELECIONADO EM EDITAL PÚBLICO PARA ASSESSORIA TÉCNICA DE ATENDIMENTO ÀS VÍTIMAS DO ROMPIMENTO DA BARRAGEM DE CÓRREGO FEIJÃO

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mai
9

FONASC.CBH É SELECIONADO EM EDITAL PÚBLICO PARA ASSESSORIA TÉCNICA DE ATENDIMENTO ÀS VÍTIMAS DO ROMPIMENTO DA BARRAGEM DE CÓRREGO FEIJÃO

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 09/05/2019

O Fonasc.CBH foi selecionado e credenciado a prestar assessoria técnica independente às pessoas atingidas pelo rompimento da barragem da mina de córrego do feijão 1, em Brumadinho-MG.

O Fonasc.CBH encaminhou documentação referente ao Edital de Chamamento Público que é uma iniciativa do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), o Ministério Público Federal (MPF), a Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais (DPMG) e a Defensoria Pública da União (DPU) .

A assessoria técnica visa, de forma multidisciplinar, garantir o direito à informação, inclusive técnica, às pessoas atingidas, em linguagem adequada às características socioculturais e locais, bem como possibilitar a participação informada nos processos de reparação integral dos danos decorrentes do Rompimento.

CRIAÇÃO DE GRUPO DE TRABALHO SOBRE SEGURANÇA DE BARRAGEM SERÁ DISCUTIDO NA REUNIÃO DO CBH PIRACICABA

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abr
26

CRIAÇÃO DE GRUPO DE TRABALHO SOBRE SEGURANÇA DE BARRAGEM SERÁ DISCUTIDO NA REUNIÃO DO CBH PIRACICABA

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 26/04/2019

 A demanda do Fonasc.CBH de criar um Grupo de Trabalho sobre Segurança de Barragem no âmbito do Comitê de Bacia do Rio Piracicaba foi acolhida pela secretaria executiva do CBH e será ponto de pauta da 80ª Reunião Ordinária do CBH Piracicba. A reunião será, no dia 02 de maio, das 08h30 às 13h00, na Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Piracicaba (AMEPI), localizada na rua Santa Lúcia, 291 – Aclimação – João Monlevade/MG.

 Além deste item de pauta, a reunião ainda irá discutir sobre: o projeto sobre a Expedição Piracicaba; a adequação do Regimento Interno do CBH-Piracicaba, de acordo com a DN CERH/MG nº 60/2018; a presentação e deliberação do orçamento de custeio do IBIO (7,5%) para o exercício de 2019 – recursos IGAM; e, deliberação para apoio à execução do Projeto PRO-URGAS no Leste de Minas Gerais.

 veja os documentos da reunião em

https://drive.google.com/file/d/1gH37ejJeC79Mc84stpuOR8yxlVZXwGH5/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/1VaiuWLEc-TVsNSleuZ5GXYako8hYQ8z_/view?usp=sharing

mais dpocumentos sobre atução do FONASC 

FONASC.CBH DIVULGA ARTIGO SOBRE O ROMPIMENTO DA BARRAGEM DE BRUMADINHO

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abr
23

FONASC.CBH DIVULGA ARTIGO SOBRE O ROMPIMENTO DA BARRAGEM DE BRUMADINHO

Novo número da Versos debate aspectos intitucionais e econômicos do rompimento da Barragem I, em Brumadinho

Texto: Divulgação

Data: 23 de abril de 2019

O PoEMAS publicou ontem (22/04) o novo número da Versos: Minas não há mais: avaliação dos aspectos econômicos e institucionais do desastre da Vale na bacia do rio Paraopeba. O artigo pode ser baixado aqui.

Para além de muita tristeza pelo desastre, foram três meses de pesquisa e reflexão para tentar compreender alguns dos fatores que levaram ao rompimento, assim como para vislumbrar suas possíveis consequências e desdobramentos. Mantendo a tradição do PoEMAS focamos nossas análises nas questões econômicas e institucionais.

Ao longo do relatório argumentamos que quando grandes corporações extrativas, como a Vale S.A., obtêm um grau de poder desproporcional sobre outros agentes, as instituições de controle deixam de funcionar adequadamente, o que tende a aumentar o risco de ocorrência de grandes desastres, como o que ocorreu em Brumadinho, na bacia do rio Paraopeba.

O relatório se inicia discutindo o novo posicionamento da Vale em relação ao mercado financeiro e a prioridade dada ao retorno aos acionistas, em detrimento de aspectos operacionais. Em seguida, ele analisou, as estratégias da Vale em relação ao Estado, aos trabalhadores e às comunidades. A partir do estudo sobre o poder do setor mineral em Minas Gerais avaliamos as mudanças realizadas após 2015 na legislação ambiental estadual.

Depois dessa análise mais geral, passamos a uma avaliação mais específica no contexto do Complexo Paraopeba II. Primeiramente relacionamos o rompimento da Barragem I, com o argumento de ser uma mina em fim de vida, com baixo teor de minério e elevados custos operacionais, o que aumentava a pressão por investimentos em manutenção preventiva. Em seguida, fizemos uma avaliação dos problemas identificados na manutenção das diferentes a barragens do Complexo, com especial foco na Barragem I. Essa avaliação indicou as limitações do modelo de automonitoramento por empresas auditoras contratadas por mineradoras. A partir de então, descrevemos o processo de licenciamento da expansão do Complexo e buscamos identificar até que ponto a nova legislação facilitou a concessão da licença sem que elementos de risco fossem devidamente avaliados.

Ainda, discutimos alguns dos desdobramentos do rompimento, como as características raciais e de renda da população atingida, os possíveis impactos sobre a economia de Brumadinho, os efeitos da mudança nos protocolos de concessão de laudos de estabilidade e as alterações na legislação em 2019.

Por fim, tecemos algumas recomendações voltadas para tentar reequilibrar a correlação de forças entre grandes mineradoras e os demais agentes. Ainda alertamos para a necessidade de se alterar o sistema de automonitoramento, a urgência de se propor uma solução para as populações que vivem em Zonas de Autossalvamento e a premência de se buscar uma solução para as barragens abandonadas.

Nossa proposta, mais do que trazer respostas prontas foi fornecer elementos para podermos aprofundar o debate sobre o papel da mineração no Brasil (e em Minas Gerais) e caminhos para superar os dilemas postos.

Esperamos ter podido contribuir para isso.

FONASC.CBH VOLTA A REIVINDICAR CRIAÇÃO DE GT PARA DISCUTIR SEGURANÇA DE BARRAGEM NO CBH VELHAS

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abr
23

FONASC.CBH VOLTA A REIVINDICAR CRIAÇÃO DE GT PARA DISCUTIR SEGURANÇA DE BARRAGEM

Texto: Ascom Fonasc.CBH

Data: 23/04/2019

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O coordenador nacional do Fonasc.CBH, João Clímaco, participou nesta segunda-feira, 22, de reunião plenária do CBH do Rio das Velhas. Durante as discussões de diversos assuntos em pauta, um deles foi a questão de criação de um GT, no âmbito do CBH Velhas, para tratar da questão de segurança de barragens.

O conselheiro João Clímaco lembrou que já havia encaminhado a demanda para a secretaria do CBH para as devidas providências e não obteve nenhum retorno quanto ao assunto ser pautado para o pleno do Comitê apreciar. Segundo o coordenador, a discussão é extremamente importante, uma vez que se tornou insustentável a situação das barragens e de seus riscos iminentes de rompimentos e danos ambientais. Foi encaminhado em fevereiro uma proposta de deliberação para criação do Grupo de Trabalho (GT) de Segurança de Barragem. havia sido encaminhado também solicitação nos termos regimentais de revisão da outorga de empreendimento minerário  de grande impacto NA SERRA DA PIEDADE .

Durante a reunião, técnicos da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) apresentaram a situação das barragens da bacia e das auditorias de segurança. Representantes da Copasa falaram sobre a situação das barragens 1 e 2 da Mina Engenho, que pertence à Mundo Novo Mineração, que encerrou suas atividades em 2011. Elas ficam a 2km da calha do Rio das Velhas e aparecem na lista da Agência Nacional de Mineração com risco alto e elevado dano potencial.

A reunião foi marcada pela indiferença perpetrada pela Diretoria do CBH Velhas que manifestou total desconhecimento dos pleitos encaminhados pelo COORDENADOR DO FONASC e a desordem na forma da condução DA PLENÁRIA que não oportunizou na ordem do dia DOS TRABALHOS  convocados ,esses pleitos legalmente e anteriormente  informados através da representação da sociedade civil  encabeçada pela AMASERRA pelo coordenador do FONASC. Somente através do esforço  pessoal durante a plenária ,é que a diretoria procedeu  O INICIO Da tramitação dos pleitos da soc civil.veja abaixo os documentos encaminhados.

NA OPORTUNIDADE  foi informado que a Conselheira Maria Tereza Corujo REPRESENTANTE DO FONASC  ATÉ ENTÃO, não mais representara FONASC nesse CBH .Manifestamos agradecimentos pela sua atuação nesse CBH representando -nos.

O rio das Velhas é responsável pelo abastecimento de um terço da população da capital mineira. Toda a bacia hidrográfica do Rio das Velhas está localizada na Região Central de Minas Gerais. Com 801 km, o Rio das Velhas é o maior afluente em extensão da bacia Rio São Francisco.

vide

 gt seguranca de barragens

SERRA DA PIEDADE  

veja outras atividades do FONASC  

 

MG -FONASC.CBH PARTICIPA DA 38ª REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CBH-DOCE E QUESTIONA A APROVAÇÃO DE TERMOS DE REFERENCIA PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS INSUFICIENTES E POUCO CLARO NAS SUAS DIRETRIZES.

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abr
16

FONASC.CBH PARTICIPA DA 38ª REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CBH-DOCE

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data:16/04/2019

O coordenador nacional do Fonasc.CBH, João Clímaco participou nesta terça-feira, dia 16, da 38º Reunião Extraordinária do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Doce, no  Auditório da Prefeitura Municipal de Governador Valadares – MG.

Na pauta da reunião, um dos itens que o Fonasc.CBH acompanhou foi quanto a  Análise e deliberação sobre o Termo de Referência para a revisão do Plano Integrado de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Doce e elaboração da proposta de enquadramento, BEM COMO A APROVAÇÃO DO Termo de Referencia para contratação de empresa que atuará na política de comunicação  .NESTE ÚLTIMO DE NADA VALERAM NOSSOS PROTESTOS PARA QUE NÃO SE APROVASSE a deliberação do Termo de Referência para contratação de empresa especializada em assessoria de comunicação e imprensa para atendimento aos CBHs com atuação na Bacia Hidrográfica do Rio Doce, pois na proposta disponibilizada do TR , identificamos  AUSÊNCIA DE DIRETRIZES CLARAS  E DE REFERENCIAS NO SEU ESBOÇO. Como podemos aprovar um Termo de Referencia sem referencias?

Na aprovação da proposta do TR para contratação de empresa de consultoria para atualização do plano, nem de longe , foram observadas todas as colocações o pontos cruciais que haveria de ser considerado nessa proposta, pressagiando uma grande mobilização para que paro TR do PLano de BaCIA seja suficientemente esclarecido À POPULAÇÃO quanto a obediência dos princípios da garantia dos usos múltiplos e soberania da água como bem publico. O TR ainda não contempla vários pontos levantados pelo FONASC NAS REUNIÕES ANTERIORES.  VEJA EM  http://fonasc-cbh.org.br/?p=20525o

Foi criado também por iniciativa do FONASC ENCAMINHAMENTOS PARA VIABILIZAÇÃO DE AÇÕES ESPECIFICAS DO CBH EM RELAÇÃO AO ´PROBLEMA DAS BARRAGENS DANDO TRAMITAÇÃO A PROPOSTA DO FONASC DE CRIAÇÃO DE UM GT NESSE SENTIDO NO AMBITO DO CBH.

lém destes itens que deram bastante  que falar, dentre eles, a postura inapropriada do representante da FIEMG  que tentou desqualificar a atuação do FONASC no  CBH DOCE insinuando que não aceitará a atuAÇÃO DO FONASC nos moldes do CERH MG COPAM . A reunião seguiu discutindo como item de pauta a  Análise e deliberação sobre a proposta de convergência entre o mapa de vulnerabilidade e Nota Técnica CBH Doce/IBIO nº 01/2017, com o estudo de priorização de áreas para a restauração florestal de 40.000ha (Cláusula 161 do TTAC); ale  a

Acesse os documentos da reunião abaixo

Parecer Técnico da CTGEC nº 01-2019

Parecer Técnico da CTIL nº 02-2019 – Proposta Nascentes

Parecer Técnico da CTIL nº 01-2019 – TDR Comunicação

Parecer Técnico da CTCI nº 01-2019

Parecer Técnico – Reunião Conjunta CTI e CTIL

http://fonasc-cbh.org.br/wp-content/uploads/Apresentação-IBIO-Plenária-CBH-Doce-16-04-20191.pdf

FONASC MG – COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO DA BARRAGEM DE BRUMADINHO OUVE TESTEMUNHAS

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abr
11

COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO DA BARRAGEM DE BRUMADINHO OUVE TESTEMUNHAS

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 11/04/2019

Na manhã desta quinta-feira, 11, a Comissão Parlamentar de Inquérito da Assembleia Legislativa de Minas Gerais começou a ouvir testemunhas sobre o rompimento da barragem de Córrego Feijão, pertencente a Vale, em Brumadinho.

Umas das pessoas ouvidas foi a representante do Fonasc.CBH, dentro do Conselho Estadual de Política Ambiental (COPAM), Maria Teresa Viana Corujo. Ela reafirmou aos parlamentares que o voto da instituição da qual representa dentro do COPAM foi contrário ao licenciamento da Mina Córrego Feijão, porque o processo de licenciamento apresentava irregularidades.

Uma das inconstâncias do processo que concedeu a as três licenças (Prévia, de Implantação e de Operação)  era que o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) da Vale não considerava, por exemplo, a região do Parque da Cachoeira, justamente a área que foi tomada pelos rejeitos da barragem, matando mais de 300 pessoas, pouco mais de um mês depois de a licença ter sido aprovada por quase uma unanimidade dentro da Câmara de Assuntos Minerários do COPAM.

O Fonasc.CBH sempre apontou os processos de licenciamento em Minas Gerais eram dados de forma a “atropelar” regimentos, prazos, processos, sendo uma verdadeira máquina de licenciamento. A licença da Mina de Córrego Feijão só foi possível graças ao rebaixamento de risco do empreendimento, que antes era 6 e caiu para 4, tornando-se, então, possível a concessão das três licenças (LP, LI e LO) para a Vale.

veja mais sobre a atuação do Fonasc

FONASC.CBH DIVULGA ACESSE GRATUITAMENTE O LIVRO “MAR DE LAMA DA SAMARCO NA BACIA DO RIO DOCE: EM BUSCA DE RESPOSTAS”

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abr
3

FONASC.CBH DIVULGA ACESSE GRATUITAMENTE O LIVRO “MAR DE LAMA DA SAMARCO NA BACIA DO RIO DOCE: EM BUSCA DE RESPOSTAS”

Texto: Divulgação
Data: 03/04/2019

O Observatório de Saúde do Trabalhador da UFMG, o Instituto Guaicuy e o Projeto Manuelzão lançaram o livro “Mar de lama da Samarco na bacia do Rio Doce: em busca de respostas”.

O livro conta com 17 capítulos construídos por 35 autores, e tem o objetivo de “contribuir para retratar, registrar e refletir um pouco sobre esse processo histórico do rompimento da barragem de Fundão, que ainda persiste, perdura e desafia a todos nós (inclusive aos leitores) a compreendermos e superarmos essa triste página da nossa história”.

O livro publicado é, sem dúvidas, uma boa reflexão sobre o futuro da segurança na mineração. Faça o download dele gratuitamente aqui!

Livro “Mar de lama da Samarco na bacia do Rio Doce: em busca de respostas”. Download gratuito! – ERGONOMIA DA ATIVIDADE no link abaixo:

https://ergonomiadaatividade.com/2019/03/28/livro-mar-de-lama-da-samarco-na-bacia-do-rio-doce-em-busca-de-respostas-download-gratuito/

FONASC.CBH APOIOU E PARTICIPOU DE CICLO DE DEBATES

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abr
2

FONASC.CBH APOIOU E PARTICIPOU DE CICLO DE DEBATES

Texto: Ascom Fonasc.CBH
Data: 02/04/2019

O Fonasc.CBH participou e apoiou o ciclo de debates promovido peço Centro Acadêmico Afonso Pena, a Clínica de Direitos Humanos e o Observatório para a Qualidade da Lei, que foi realizado na semana passada, na Faculdade de Direito da UFMG. O Fonasc.CBH participou da mesa redonda “Segurança de barragens: elementos de influência no licenciamento ambiental”.

O evento discutiu sobre as barragens e sua instabilidade enquanto fenômeno jurídico, social e sintomático de um problema maior e bem mineiro: os impactos da mineração e da falta de regulação efetiva no setor.

Na programação do evento a mesa de abertura foi pelas convidadas Profa. Claudia Mayorga (Pró-reitora de Extensão da UFMG), Rayara Silva (Presidente do CAAP) e também participaram da discussão os atingidos pelas barragens de Mariana e Brumadinho.

Ainda como temas tratados nos debates teve: “Diversificação econômica nas cidade mineradoras”, “Políticas e práticas de assistência aos atingidos por barragens e a ainda houve a exibição do Documentário: Mud Refugees.

 

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